quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Entrevista com o leitor da Newsletter Mr. Bogus

Entrevista com Mr. Bogus.
Mr. Bogus é um dos leitores mais assíduos do Blog. relê textos, critica as fotos, emenda dislexias digitais, soletra sugestões, dá dicas, recomenda sites, transmite opiniões e até por vezes pede palpites. Nunca pergunta por respostas, mas pergunta por perguntas. Motivos mais do que suficientes para uma entrevista nesta época de balanço de dois anos da Newsletter.


Fica assim retribuida a entrevista que m etmpos fez ao autor deste Blog e Newsletter em:
http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/2007/04/pascoa-de-2007-e-entrevista-com-mr.html

Aqui vão as 7 perguntas possíveis.

Newsletter P1) Amigo Bogus, porquê o seu interesse pelo autocaravanismo?
Mr. Bogus R: O autocaravanismo seduz pela mobilidade. É uma herança ancestral do homem caminheiro, nómada e livre, de há séculos, com a compatibilidade com os tempos modernos. A possibilidade de circulação auto suficiente, de transporte, alojamento e até de alimentação reflecte a carga genética da humanidade. A interacção protegida com o meio ambiente, a disponibilidade de um posto de observação seguro e itinerante, são os sinónimos mais evidentes do autocaravanismo. A autocaravana é o meio privilegiado de usufruir da técnica no lazer, na cultura, no turismo e na vivência social e humana em determinados momentos da nossa vida. Para a sua prática apenas se exige bom senso e bom gosto, enfim, saber estar.



P2) Então o autocaravanismo é solução para todas as idades?
R: Depende. O Homem é a medida de si próprio, e por isso cada caso é um caso. As soluções dependem do estatuto pessoal, e da bolsa de cada um. O autocaravanismo pode ser praticado por quem aprecie um certo estilo de vida descontraído, não sedentário. Exige uma postura dinâmica, e um gosto pela viagem, pelo desconhecido e pela sua descoberta, com abertura a novos horizontes, desafios, gentes, costumes e hábitos. E permite uma inter reacção construtiva com o Mundo em que vivemos. Por isso tanto pode ser a resposta para um jovem casal, como para um casal com filhos ou para seniores. Pressupõe todavia para mim, a noção de companhia. Isto não significa que o autocaravanismo solitário não seja adequado a quem esteja sózinho, ou, como muitas vezes acontece, viaje acompanhado de quatro patas.


P3) E como começou esse seu gosto? E como o teu desenvolvido? Que recomenda a quem se interesse pelo tema?
R: No meu caso, o início foram mesmo as viagens em família, dos tempos de criança. As deslocações de carro, os pic-nics, e as viagens de turismo de exploração quer em Moçambique, nos idos anos cinquenta, e em Portugal. Recordo-me até de uma experiência marcante, um naufrágio no Inharrime próximo antiga Vila de João Belo, e das viagens em jeep ou de pickup de caixa aberta com o meu pai, nas sua deslocações de engenheiro a obras públicas. O gosto de partir, e o prazer de regressar a casa, de ter coisas aprendidas e a contar, representam um fascínio de sempre. Muito mais tarde, como estudante, as idas de comboio até ao Algarve, as pousadas de juventude, e depois de carro, e o campismo, a primeira volta a Itália, e mais tarde ainda, já em actividade profissional as deslocações de avião por motivos profissionais. A fase seguinte, já com filhos, foi a do atrelado combi-camp, (igual à da foto) depois as caravanas, até que finalmente surgiu a autocaravana, primeiro alugada, e depois adquirida em segunda mão. No meu tempo, era mais difícil do que hoje o acesso a este último estágio. Claro que este percurso não serve de sugestão a ninguém. Todavia, não parece que o autocaravanismo deva ser olhado da mesma maneira que a compra de um apartamento em time-sharing, é mesmo seu oposto, pois em vez de criar raízes, significa navegar em terra. Cada um terá que averiguar se é semovente ou não.


P4) E como aconselha a preparação de viagens? Como se preparam itinerários, como se tira melhor partido da utilização da autocaravana?
R: Tenho para mim que um dos maiores prazeres da viagem é a preparação, ou o seu registo e relato, uma vez concluída. É a parte menos egoísta do autocaravanismo de lazer. A mais egoísta é mesmo o seu gozo,as outras fases pressupõe mais momentos de partilha, e de exercício gregário de expectativas.
A construção de uma viagem é sempre gratificante e apela ao estudo, à pesquisa e à aprendizagem, Hoje como auxílio indispensável da internet, mas sem esquecer os livros e guias, mapas de estradas, roteiros de turismo, incluindo o recurso as experiências vividas dos que nos antecederam. Muitas sugestões úteis encontram-se em blogs, web pages, newsgroups, foruns, e conversas com amigos. A escolha da época do ano também é relevante, e o período que em Portugal vai do equinócio da primavera ate ao equinócio do outono, é o mais privilegiado, sem prejuízo de outras ocasiões em que férias escolares, ou pontes são também propiciatórios de deslocações curtas. Há ainda que considerar que certas actividades profissionais permitem conciliar o útil, com o agradável. Por mim apenas não considero ajustado utilizar a autocaravana de forma sedentária, mais do que 48h no mesmo local é excepção.

P5) Então acampar de autocaravana, não é o seu estilo?
R: De facto não. Com crianças, ainda admito a estadia de alguns dias acampado num parque de campismo, mas para elas puderem usufruir de equipamentos como piscinas, parques infantis, programas de animação, praias etc., mas para isso para quê a autocaravana? quer em tenda, caravana ou bungalow, consegue-se esse objectivo mais adequadamente. Pessoalmente, em autocaravana estaciono em parques de campismo em situações bem precisas: no inverno por razões de segurança, e em viagem quando em cidades sem facilidades de parkings para autocaravanas, ou ainda quando é necessário pernoitar com infraestruturas para fazer abastecimentos de agua ou electricidade. Fora isso recorro as áreas de serviço e pernoita para autocaravanas, cada vez mais frequentes quer gratuitas, quer pagas. Pelo contrario, no tempo das caravanas usava sistematicamente parques de campismo, embora nunca mais do que 5 noites consecutivas no mesmo local.



P6) E qual os destinos que prefere? E viaja sozinho ou acompanhado com outros autocaravanistas?
R: Claramente o estrangeiro. O País de eleição para mim é a França, e para a percorrer são-me indispensáveis os guias e Mapas Michelin, o guia dos Routiers, etc. Porém A Espanha esta cada vez mais convidativa para os autocaravanistas, e a Itália é igualmente sempre sedutora. Em quarto lugar colocaria a Alemanha, a Suissa, a Áustria ex aequo, e mais distantes em preferência,a Holanda a Bélgica e os países nórdicos. Claro, trata-se de gostos pessoais, mas a distância de Portugal na periferia da Europa, condiciona concerteza muitas opções. Portugal tem por natureza da proximidade mais oportunidades de visita, mas por outros meios que não o autocaravanismo. Mas, para quem receie aventurar-se além fronteiras, é a solução, bem como para viagens temáticas e bem definidas, por ex. A rota das amendoeiras em flor, dos castelos, das lagoas, das praias, das barragens, dos mosteiros, dos parques naturais etc.
Normalmente viajo a dois, em casal. Mais raro, com amigos autocaravanistas no máximo com três autocaravanas, evitando sempre as grandes concentrações, e as colunas em estrada que não me motivam.

P7) E que acha da política do sector? Da sua representação e estrutura? Porque não aparece nos foruns?
R: Quanto a política oficial, parece-me inexistente, sem visão de conjunto, quer para consumo interno, quer para artigo de exportação. Não vejo que o Governo ou a Assembleia da República, nem sequer a Associação dos Municípios, e os seus políticos preocuparem-se com o sector, e assumirem posições estratégicas. Em Espanha a situação é diferente, há uma senadora de referência a Sra Chacon, há clubes de autocaravanistas actuantes e com capacidade de resposta por parte das autoridades, incluindo as policiais, como se sabe com resultados positivos obtidos recentemente. Em Portugal, falta um interlocutor privado a nível federativo, falta um membro do governo no turismo que se interesse, e faltam também políticos locais ou nacionais que se assumam no estudo e propostas de dignificação, e promoção desta actividade, de evidente interesse económico, pela contribuição de correcção da sazonalidade e de apetência pelo turismo de interior que a caracteriza, nas suas valências de cultura, artesanato, folclore, gastronomia e shopping tradicional, incluindo comercio local, feiras etc.
Quanto aos foruns...há mais mirones do que participantes, e muitas vezes há um certo distanciamento de participação nas temáticas estratégicas, e dificilmente a situação poderá inverter-se. Existe um alheamento natural de tudo quanto seja mais profundo, sério e complexo, pois os aspectos lúdicos ou utilitários, sobrepõem-se aos demais, e por vezes com o resvalar em afrontas pessoais rasteiras. Pode ser que a adopção de códigos de ética, etiqueta e boas práticas melhore o nível, e ate atraia novos intervenientes. Mas nada substitui o trabalho e o estudo, isto é a a elaboração de teses e comunicações, e a sua discussão em seminários, mesas redondas ou mesmo num congresso. Mas quem está para isso? Quantas pessoas se manifestaram sobre a proposta de um Observatório não governamental para o autocaravanismo, como proposto por ai? E se calhar, era mesmo esse o caminho, para se fazer caminho, caminhando...

Feira das Taquinhas de Rio Maior 29/02 a 09/03



Feira das Tasquinhas
Está previsto para 29 de Fevereiro, o início da XXIII edição da Feiras das Tasquinhas de Rio Maior.

Vai decorrer entre o dia 29 de Fevereiro e 9 de Março a Feira das Tasquinhas de Rio Maior, um festival gastronómico promovido pela Câmara de Rio Maior desde 1986.

Este evento conta com mostras de artesanato, actividades económicas, doçaria e licores artesanais de várias regiões do país, e terá lugar no Pavilhão Multiusos de Rio Maior.

A feira tem constituído uma mostra gastronómica dos pratos mais característicos, com receitas regionais, muitas delas de raiz secular, cuja preservação tem merecido o esforço da autarquia.

Para além de encontro da gastronomia, a feira constitui-se como um espaço lúdico e de convívio, com actividades recreativas e é também um apelo à criatividade dos habitantes de cada freguesia, que nos diferentes pavilhões recriam os aspectos mais relevantes da sua cultura e património.

Mais uma area de serviço para AC, mais um Encontro do CPA: Fátima



Nova area de serviço, e Novo Encontro CPA


O encontro do próximo fim-de-semana (01/03 a 02/03), que foi anunciado na AG dO CPA na FIL (Lisboa), vai ser na estrada Leiria/Fátima, à beira da estrada, do lado direito.
coordenadas GPS: N 39º 44' 35" W 8º 48' 13"


Fátima, SOLVITUR - Campismo, Náutica e Caravanismo, Lda.Rua de Tomar, 19/21Olivais (Estr. Nac. 113 Leiria-Tomar)

SANTA CATARINA DA SERRA 2495 FÁTIMA

O numero de contacto para mais informações é o Tel.: 244 733 070

Net etiqueta, e regras de comportamento em Mails, Newsgroups, Forum e Blogs



O aumento de tráfego na net, conduz, como todas as situações de pressão demográfica, à definição de regras de urbanismo, no duplo sentido de se reportarem à implantação das infraestruturas, mesmo que virtuais, e aos humanos que as utilizam.
A não ser assim, os predadores e agressores beneficiam do estatuto de protecção do infractor, e da auto-absolvição da sua inconsciência social. Por isso, há necessidade na falta generalizada de auto-contenção, e de autoregulação, da figura dos moderadores, que beneficiam se na sua actividade dispuzerem de um código público que paute as suas intervenções.

Trata-se de tema delicado, face a heterogeneidade de formação e preparaçao de todos os net activos, e por isso mesmo, para compatibilizar as regras da tolerância com as do civismo, seria desejavel um debate mais amplo, que deste modo tem aqui o nosso contributo.

Atempadamente em 20 de Fevereiro, sugeri no forum do CPA, Clube Português de Autocaravanas 7 pilares de uma net etiqueta, que também se aplicam a esta newsletter, e que gostaríamos de ver generalizadas. Aqui se reproduzem. Por outro lado, o Forum Camping Car divulgou dia 27 de Fevereiro, as suas novas normas de utilização do forum, onde também se incluem regras de net etiqueta, um contributo sério e válido que aqui tamvém se divulgam. Em útimo lugar as regras mais antigas, datam de 2006, do Forum do CPA, Clube Português de Autocaravanas, e podem lers-se no final deste post.


Sete pilares de etiqueta

1 - Nunca escreva nada numa mensagem que não esteja de acordo com a ética de são convívio social. Faça do seu texto um exemplo de cortesia que estimule uma resposta positiva a quem o ler. Use o smiley positivo! Não responda a provocações nem aos membros belicosos e agressivos, sao inintelegiveis, envie-lhes um smiley interrogativo.

2 - Não deixe de enviar mensagens, mas sempre com algo a acrescentar e directo ao tema em discussão. Se o comentario é pessoal, prefira usar as mensagens directas, ou o mail do seu interlocutor mais directo.

3 - Se puder ser curto melhor. Se outros ja exprimiram o que pensa, cite-os ou transcreva, ou ainda, remeta para um link. Evite o calão, e expresse sempre as suas ideias de um modo claro, simples e com uma linguagem correcta e precisa.

4 - Participe no forum (blog, newsgroups) regularmente. Mesmo que só como leitor, há todo o interesse em se criar uma comunidade de autocaravanistas informada, e que partilhe e participe na formação de ideias, teorias e pensamentos comuns.

5 - Encoraje-se a escever sobre temas e ideias, e não apenas sobre coisas, e muito menos sobre pessoas. Os maus posts expulsam os bons posts, do mesmo modo que ninguém bem formado quer residir num predio mal afamado.

6 - Contribua com informações uteis, directa ou indirectamente relacionadas com o autocaravanismo, incluindo questoes tecnicas das AC, viagens, restaurantes, areas de serviço e pernoita, eventos culturais e folclóricos, provas desportivas e outras atracções turisticas.

7 - O melhor post é sempre o último, mas não abuse ao enviar posts só para se manter na ordem de precedências, e ao cimo, um assunto irrelevante, ou para afundar um assunto importante. Se tem tema novo, abra um tópico.

22 Regras do forum CCP - Camping Car Portugal

1) Este fórum é parte integrante do projecto CampingCarPortugal. Foi criado com o objectivo de ser um espaço de debate e troca de opiniões sobre o tema de autocaravanismo e turismo de ar livre.

2) Para precaver problemas de spam’s hacker’s, etc., todos os utilizadores criados têm obrigatoriamente de ser activados por um dos Moderadores depois de confirmar a validade do registo. Receberá um e-mail dando conta da activação do seu user.

3) Só será admitido um registo por cada pessoa. Múltiplos registos poderão levar à eliminação de todos pela Equipa de Moderação.

4) Após a activação do registo gostaríamos de ver uma pequena e simples apresentação, sobre a pessoa e respectiva relação com o turismo itinerante (proprietário de autocaravana, pretende alugar, gostaria de vir a ter, etc.)

5) Uma saudação no início de cada post será sem dúvida apreciada por todos.

6) Tenha atenção com o modo como interpreta os post’s de outro utilizador, evitando assim atritos desnecessários. Lembre-se que num fórum, como meio virtual que é não conseguimos ver a expressão com quem trocamos opiniões, e a interpretação que lhe damos depende do nosso próprio estado de espírito, podendo causar que damos um sentido completamente diferente do que o autor pretendeu, e provocar disputas, picardias e mal-entendidos completamente desnecessários.

7) Este fórum é um espaço livre para trocas de ideias e opiniões. Ninguém é obrigado a estar de acordo com ninguém, mas apreciamos as pessoas que se exprimem polidamente e sem agressividade.

8) Neste fórum o objecto de discussão não são as pessoas. São isso sim, as nossas ideias, as nossas autocaravanas, as nossas opiniões, etc.

9)A Equipa de Moderação poderá, apagar, mover ou editar, os post’s colocados no fórum que:
Sejam considerados agressivos, ofensivos ou mal-educados.
Sejam desprovidos de sentido, ou de conteúdo manifestamente vazio.
Que constituam um ataque pessoal, ou possa ser considerado uma provocação.
Que estejam completamente desenquadrados da sessão onde são colocados. Desde que possível a Equipa de Moderação dará conta por mensagem privada da decisão tomada aos visados, não sendo esta decisão alvo de discussão pública.

10) Os tópicos, cujo fluxo de troca de mensagens esteja fora de controlo, ou que tenham atingido os objectivos inicialmente propostos, poderão ser bloqueados pela equipa de moderação.

11) Palavras ofensivas, palavrões, pornografia, ou qualquer outro material susceptível de ferir susceptibilidades, não serão aceites. A Equipa de Moderação reserva-se o direito de apagar todos estes post’s sem qualquer necessidade de justificação.

12) Para facilitarem o trabalho da Equipa de Moderação, procurem colocar os post’s na secção correcta, e antes de abrirem um novo tópico, façam uma pesquisa para verificar a existência prévia de um tópico sobre o mesmo assunto.
13) Evitem sair do tema inicial do tópico. É preferível procurar um outro onde se enquadre melhor, se não existir coloque num novo.

14) Evitem a proliferação de link’s pelo fórum. Existe uma secção própria onde preferencialmente devem ser colocados, isto não invalida que sejam colocados noutras secções desde que devidamente enquadrados na resposta que se pretenda dar.

15) A Equipa de Moderação reserva-se o direito de apagar qualquer tópico ou "post" que publicite ou incentive qualquer actividade ilícita, criminal, ou ainda que seja declaradamente publicidade.

16) Todos os post’s, que sejam colocados com o objectivo claro de fazer subir o tópico, onde é colocado na ordem de apresentação, serão apagados pela Equipa de Moderação.

17) Por questões estéticas e de maior facilidade de leitura por todos, pedimos que não escrevem os post’s com abreviaturas nomeadamente a tão na moda: linguagem SMS, MSN, chat, etc.

18) Quando colocar uma questão, evite responder logo assim que tem uma resposta. Dê um tempo e depois agradeça ou responda a todos os membros que lhe responderam numa só mensagem, evitando assim de se repetir em vários post’s que em nada irão acrescentar à discussão.

19) Da mesmo forma é aconselhável que evitem entrar em “dialogo directo”, contribuindo por um lado para a diminuição de uma série de mensagens que só interessarão aos visados, por outro também se diminui a possibilidade de ocorrência de mal-entendidos entre os intervenientes. Usem para o efeito as MP ou o e-mail.

20) Quando colocar fotos, faça-o preferencialmente no formato 640X480, evitando assim deformar a visualização do fórum, e que se torne demasiado demorado de carregar o tópico onde estão inseridas.

21) As decisões e tomadas de posição dos Moderadores, não serão alvos de discussão pública. Se não estiver de acordo com alguma acção da Equipa de Moderação, deverá dirigir uma Mensagem Privada, dando conta do motivo porque não concorda.

22)A Administração reserva-se o direito de alterar estas regras sem prévio aviso.


Regras de registo e funcionamento do Forum do CPA

(Acordo de registo subscrito pelos membros do fórum ao procederem à sua inscrição online.)

Indo de encontro aos desafios dos tempos que correm e às necessidades de informação e de participação dos autocaravanistas, o CPA criou a sua própria página na Internet e, articulada com ela, este Fórum. Sendo um fórum do Clube, cabe naturalmente à Direcção proceder à sua gestão editorial nos termos que em cada momento entenda serem os mais adequados. Não obstante, a responsabilidade do que aqui se escreve só pode ser imputada ao próprio autor. Para que este seja um instrumento de reforço do autocaravanismo e de dignificação dos autocaravanistas, algumas regras de conduta se impõem:

1. Aqui existe liberdade de opinião, mas esta terá de subordinar-se às normas de boa conduta cívica. A crítica é bem vinda se com espírito construtivo, sem insultos pessoais nem linguagem imprópria, provocadora ou que prejudique o “bom ambiente” do fórum.

2. No sentido de contribuir para o bom ambiente do fórum, é obrigatória a identificação pública de todos os membros. Assim, ao registar-se cada um poderá escolher o nickname pelo qual prefira ser tratado no fórum, mas os gestores do fórum preencherão o campo “Assinatura” do perfil individual com o nome e apelido verdadeiros, o número de sócio e o concelho de residência. Sugere-se o envio de uma foto para acrescentar como “avatar”.

3. Não serão toleradas no fórum mensagens de carácter comercial, partidário ou religioso, assim como mensagens racistas e conteúdos pornográficos.

4. Todos as mensagens e conteúdos do fórum devem ter relevância para o autocaravanismo, seja por conterem informação útil aos autocaravanistas, seja por exprimirem opiniões pertinentes e construtivas sobre os problemas que preocupam os autocaravanistas.

5. Neste fórum pode falar-se de todos os assuntos, no respeito pelas regras anteriores. Mas deve ficar claro que este fórum não é uma Assembleia Geral permanente, logo no fórum não se tomam decisões de qualquer tipo, fazem-se sugestões que a Direcção é livre de acolher ou não.

6. A Direcção do CPA usará este fórum para se dirigir aos sócios que nele estejam registados, mas cabe exclusivamente à Direcção decidir quando fazê-lo e sobre que assuntos o faz. Os membros dos órgãos sociais do CPA quando participam no fórum fazem-no a título pessoal, pelo que as suas opiniões não veiculam o respectivo órgão social.

7. Em consequência da regra anterior, os sócios que entendam criticar os órgãos sociais e/ou a actuação dos seus membros, ou que se sintam no direito de obter esclarecimentos dos órgãos sociais devem fazê-lo por escrito através de correio convencional ou por e-mail. No fórum não serão toleradas mensagens deste tipo ou interpelações aos membros dos órgãos sociais. Também não serão permitidas interpelações a outros membros do fórum se de tais interpelações puder resultar uma troca de palavras indignas a um serviço de utilidade pública.

8. Sugestões quanto à configuração do fórum e à forma de o gerir serão bem-vindas se enviadas nos termos da regra anterior. Não serão aceites no fórum mensagens reclamando explicações sobre alterações de configurações ou sobre actos de gestão do fórum.Adicionalmente, para a boa gestão do Forum é desejável que cada companheiro adopte as seguintes normas de procedimento:
1. Antes de criar um novo tópico de discussão verifique se o assunto não foi já introduzido.
2. Tenha o cuidado de colocar o seu contributo na secção adequada. Se no entender do Moderador do fórum tal não acontecer este poderá mover a mensagem para outra secção.
3. Use frases curtas e seja sintético. Assim será melhor entendido.
4. Evite escrever em maiúsculas: fica inestético e agressivo.
5. Não reenvie a mesma mensagem.
6. Aguarde algum tempo antes de responder. Alguns dias depois pode responder em conjunto a vários interpelantes, facilitando a leitura-síntese do Forum.
7. Não faça citações de mensagens recentes/próximas da sua.Finalmente, relembra-se que o conteúdo das mensagens é da exclusiva responsabilidade dos seus autores.

NOTAS: Ainda assim, o CPA reserva-se o direito de apagar mensagens, referências e/ou outros conteúdos que não respeitem as regras de utilização aqui enunciadas.Em todo o caso, é aos gestores do fórum que compete decidir as mensagens a apagar. Não serão apagadas mensagens apenas pelo facto de alguém o reclamar, nem mesmo se o pedido for feito pelos próprios autores. O fórum é um espaço público e de participação livre e voluntária. Logo, mesmo que alguém opte por deixar de participar no fórum não terá o direito a ver apagadas as mensagens que entretanto aqui tenha escrito.Finalmente, o CPA reserva-se também o direito de a qualquer momento, mesmo sem aviso prévio, expulsar do fórum quem manifestamente não respeite as regras aqui definidas.

Novidade? tenda de campismo a prova de fogo

Uma tenda para acampar no campo, campings, e dentro de casa e de edificios?
Segundo o seu inventor, esta tenda não serve apenas para campismo, mas sim como uma espécie de cobertor ou chapeu de chuva ignifugo, permitindo um abrigo do fogo, mesmo no interior de edficios...quem sabe... se útil também para o calor de uma discussão! Mais dados em:

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Myguide associa-se ao II aniversario desta Newsletter


O inédito entre nós, I concurso de relatos de viagens em autocaravana, satisfação a 100%, conta com prestigiados apoios na sua divulgação, quer em Portugal quer em Espanha, bem como com patrocinios de valor para os concorrentes que se classificarem nos primeiros três lugares, entre eles, do ACP, da Marcampo e Norticampo, do CCP, da DIF BROKER, da Revista Camping y su Mundo, do portal Camper Park, Web campista, do Blog Viajar em Liberdade e da newsletter MYGUIDE.

O regulamento está na newsletter, aqui:



(http://www.myguide.pt/newsletter/2008_02_18/)









Regulamento

( Banner de divulgaçao do Blog Viajar em Liberdade )

(http://www.viajaremliberdade.blogspot.com/)


ENTREVISTA A RUY FIGUEIREDO; PRESIDENTE DO CPA



Nota: No âmbito das comemorações do II aniversário deste Blog, em que se insere o I concurso de textos e relatos sobre viagens em autocaravana, publica-se hoje a primeira entrevista com o Presidente do CPA.


10 perguntas da Newsletter,

a Ruy de Figueiredo

Presidente do CPA
recém eleito para o mandato 2008/09
da Direcção do
Clube Português de Autocaravanas

Ruy Figueiredo está nos seus sessenta anos, casado tem 5 filhos e 3 netos. Começou a fazer campismo na Costa da Caparica no Inatel com uma caravana há uns trinta anos. Depois comproui uma Trafic que transformou com mais dois amigos, pois cada um tinha uma. Foi quando se fez sócio do C.P.A. em 1991 com o Nº 203. Foi Presidente do Conselho Fiscal durante dois ou três mandatos, e depois foi proposto para Presidente em 2004, é reeleito para novos mandatos sucessivos. Actualmente tem uma autocaravana Renault Master desenhada por si, e com os outros amigos mais uma vez no Norte do País. Foi funcionário da Renault durante 20 anos, estando actualmente retirado.


P: Quando começou pelo autocaravanismo? e porquê? e quais foram os seus antecedentes?
R:Comecei no autocaravanismo em 1994 com uma Renault Trafic transformada por mim, depois em 1998 adquiri a que tenho hoje, uma Renault Master transformada em Avintes, o porquê foi o gosto pela liberdade. Os antecedentes foram uma caravana no parque do Inatel na Costa da Caparica.

P: Que balanço faz? o que teria feito que não fez, e o que voltava a fazer outravez? eo que nunca repeitiria?
R: O balanço tem sido extremamente positivo, o que teria feito que não fiz é o que vou fazendo agora, não é fácil voltar a fazer outra vez mas quando se pode repetir normalmente sai melhor. O que eu nunca repetiria foram as coisas que fiz mal feitas.

P: Convenceu algum amigo seu ou outrem, a vir para o autocaravanismo? o que diria a quem se interessa por esta forma de turismo?
De todos os amigos que convenci ainda nenhum se arrependeu, e sempre que falo em autocaravanismo o que acontece várias vezes ao dia, aos mais cépticos eu digo: experimentem.

P: Qual o seu melhor momento ou recordação...e qual a pior?
R: Os melhores momentos são todos aqueles que me junto com outros autcaravanistas em franca camaradagem, a pior é sempre que fico atascado com a autocaravana.

P: Que regras mais importantes acha que os autocaravanistas devem cumprir na estrada, ou quando estacionados, ou ainda em pernoita?
R: Considero que os autocaravanistas não se portam mal nas estradas, e dum modo geral são cuidadosos a conduzir; já estacionados nem sempre cumprem com as normas, fazem um churrasco no passeio, abrem o degrau, põem mesas e cadeiras na via publica e mais. Há que evitar estas situações para não só zelar pelo nosso bom nome nem sermos corridos pela policia. Normalmente a noite é mais calma.

P: Quais as vantagens da utilizaçao de parques de campismo? e das áreas de serviço? e dos parques de estacionamento públicos?
R: A vantagem dos parques de campismo é boa para quem viaja só, ou tem que carregar baterias, ou com outras finalidades; as áreas de serviço e parques de estacionamento públicos são para quando for possível e seguro utilizar.

P: Que acha que as autoridades deviam fazer para apoio ao autocaravanismo? e porquê?
R: É necessário que as autoridades em vez de escorraçar, apoiem os autocaravanistas. Não quero com isto dizer que deixem estacionar em todo o lado, mas devem indicar os locais onde é possível faze-lo. Assim melhorava-se o relacionamento.

P: O CPA quantos autocaravanistas representa? e quais saõ os projectos mais importantes para a direcção eleita?
R: O C.P.A. representa 1.500 autocaravanistas, e a nova direcção vai continuar a trabalhar no sentido de criar as melhores condições possíveis para os seus associados, e proporcionar-lhes o que de facto esperam de nós.

P: Como encara a ideia de uma Federação do sector, ou pelo menos um Observatorio Privado (nao governamental) onde tivessem assento todos os interlocutores privados e até alguns públicos, CCP, ACP, PSP, GNR, clubes de campsimo com secção de autocaravanismo, a Fderação, etc, a convite do CPA?
R: Não posso deixar passar esta oportunidade de tecer um comentário sobre a criação de uma Federação para o autocaravanismo. Como se

costuma dizer, quem não quer? só que as pessoas quanto a mim não estão a pensar no que estão a dizer pois se nem para a direcção se arranja lista, duvido muito que houvessem pessoas para a tal Federação. Respondendo agora à pergunta: sou mais por um Observatório Privado e estou de acordo com os convidados sugeridos, incluindo a Federação (FCMP).


P: Que regras de etiqueta tem o forum do CPA? e quem é o actual moderador?
R: As regras de etiqueta do forum com a entrada do novo moderador devem ser alteradas depois de aprovadas pela direcção. No entanto o que nós queremos, é que o forum seja um sítio onde as pessoas se sintam bem, e se inter ajudem, promovam passeios, convivios, encontros e que para quem de fora veja e não conheça o que é o autocaravanismo, não fique com uma ideia errada. A opinião, as conversas e as criticas, são livres, e serão sempre bem vindas, desde que os intervenientes se respeitem mutuamente. Caso isso não aconteça, serão avisados, e se houver necessidade de outro aviso, corre-se o risco de ser banido do forum. O novo moderador é o companheiro José Ramos membro da direcção.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Sugestões de temas de viagens...



A gazet@ TopRural



Inscreva-se para receber a newsletter espcifica do Top Rural em:
e deixe-se tentar, veja algumas das recentes sugestões:

aldeias do xisto,


Guimaraes,


moinhos na Rota Da Luz, etc...

domingo, fevereiro 24, 2008

Excepcional guia Michelin 2008 para autocaravanistas

A Michelin editou um excelente guia para autocaravanista agora em Fevereiro de 2008, que pode ser encomendao pro via postal, por exempolo através da http://www.fnac.fr/.
Este guia, Escapades en Camping Car contem um mapa das areas de serviço em França, extremamente legível, e ainda 100 circuitos sugeridos, com a indicação de roteiros, indicaçaod e aresa de serviço e de parques de campismo adequados aos camping cars e autocarvanas, além de restaurantes, frequentemente com indicações de preços. Indispensável para quem é mesmo praticante do turismo em França, autotransportado, itinerante e semovente. Classificaçao da Newsletter...*****

ora folheiem lá, connosco, por exemplo a zona da Alsácia...



Posted by Picasa

video

sábado, fevereiro 23, 2008

Bibliografia em inglês sobre autocaravanismo

Mais bibliografia para autocaravanistas viajantes na Europa
http://www.vicarious-shop.co.uk/




Go Motorhoming, Everything you need to Know
The highly recommended, critically acclaimed, no nonsense motorhome book.



novas edições da VICARIUS BOOKS

Já pensou em INVESTIR (não jogar) através do Mercado?

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Não é apenas uma corretora on line...
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sexta-feira, fevereiro 22, 2008

DIRECTIVA ESPANHOLA sobre AUTOCARAVANAS


Instrucción 08/V-74 de la Dirección General de Tráfico relativa a las autocaravanasV.E.A.(só extractos)
veja tambem no blog viajar em liberdade o texto de muito interesse!

Transcripción literal del texto de la Instrucción, Ministerio del Interior
Asunto: Autocaravanas
Instrucción 08/V-74

El constante crecimiento que ha experimentado en los últimos años el movimiento del autocaravanismo en España y la falta de una regulación específica de algunos aspectos relacionados con esta actividad, motivaron la aprobación en el Pleno del Senado de una Moción instando al Gobierno a tomar medidas necesarias para apoyar el desarrollo de ésta práctica y regular el uso de las autocaravanas.Por este motivo, la Dirección General de Tráfico ha entendido necesario recopilar e interpretar en un único documento todos aquellos aspectos normativos que, relacionados con el autocaravanismo, se recogen en la legislación sobre tráfico y vehículos a motor.

1.- CONCEPTO. El anexo II del Reglamento General de Vehículos, aprobado por Real Decreto 2822/1998, de 23 de diciembre, define a la autocaravana como “vehículo construido con propósito especial, incluyendo alojamiento vivienda, y conteniendo, al menos, el equipo siguiente: asientos y mesa, camas y literas que puedan ser convertidos en asientos, cocina y armarios o similares. Este equipo estará rígidamente fijado al compartimiento vivienda.

...................................................... aunque la Directiva (116/2001/CEE) no lo dice expresamente puede inferirse que al tener capacidad para ocho plazas, como máximo, (excluida la del conductor), nos encontramos ante vehículos de la categoría M1.

.................................................... no refiriéndose a las autocaravanas en el citado punto 1, sino en el punto 5, dentro de otra categoría de vehículos que denomina “vehículos especiales”.(1)Así pues, admitiendo que se trata de vehículos de categoría M1, su carrocería no está incluida en los tipos previstos para los turismos sino en los denominados “vehículos especiales”, lo cual no es de extrañar dado están construidos sobre el chasis de vehículos comerciales utilizados comúnmente para la fabricación de furgones y camiones ligeros, su longitud oscila habitualmente entre los 5,50 m. Y los 8,00, su altura media está en torno a los 3,00 m. y su masa máxima autorizada es muy frecuentemente de 3.500 kg.

....................................................

2.- VELOCIDADES MAXIMAS artículo 48.1 a) del Reglamento General de Circulación, aprobado por Real Decreto 1428/2003, de 21 de noviembre establece para los automóviles las velocidades máximas en vías fuera de poblado conforme al siguiente tenor:“a) Para automóviles:1º En autopistas y autovías: turismos y motocicletas 120 Km/h; autobuses, vehículos derivados de turismo y vehículos mixtos adaptables, 100 Km/h; camiones, vehículos articulados, tractocamiones, furgones y automóviles con remolque de hasta 750 Kg., 90 Km/h; restantes automóviles con remolque: 80 Km/h.2º En carreteras convencionales señalizadas como vías para automóviles y en el resto de carreteras convencionales siempre que estas últimas tengan un arcén pavimentado de 1,50 metros o más de anchura, o más de un carril para alguno de los sentidos de circulación: Turismos y motocicletas 100 Km/h; autobuses, vehículos derivados de turismo y vehículos mixtos adaptables, 90 Km/h; camiones, vehículos articulados, tractocamiones, furgones y automóviles con remolque 80 Km/h.3º En el resto de las vías fuera de poblado: turismos y motocicletas 90 Km/h; autobuses, vehículos derivados de turismo y vehículos mixtosadaptables, 80 Km/h; camiones, vehículos articulados, tractocamiones, furgones y automóviles con remolque, 70 Km/h.4º En cualquier tipo de vía donde esté permitida su circulación: vehículos de tres ruedas y cuadriciclos, 70 Km/h” Siendo las autocaravanasvehículos especiales de categoría M1” distintos de los turismos se considera justificado no aplicarles los mismos límites de velocidad fuera de poblado que a este tipo de vehículos, sino aquellos correspondientes a otros vehículos de categoría M (destinados al transportes de personas), lo que daría lugar a los siguientes límites de velocidad:- En autopistas y autovías, 100 Km/h- En carreteras convencionales señalizadas como vías para automóviles y carreteras con arcén pavimentado de al menos 1,50 m. De anchura o más de un carril para alguno de los sentidos de la circulación, 90 Km/h.

..........................................................................................................

3.- PARADA Y ESTACIONAMIENTO. Bajo el título “Parada y estacionamiento”, el Reglamento General de Circulación regula en su capítulo VIII (artículos 90 a 94), las normas aplicables a estas maniobras, relativas a lugares en que deben efectuarse, modo y forma de ejecución, colocación del vehículo, ordenanzas municipales y lugares prohibidos, que deberán ser observadas por todos los vehículos con carácter general.3.1 vías urbanas En relación con los lugares en que deben efectuarse la parada y el estacionamiento en vías urbanas, al artículo 90.2 del Reglamento General de Circulación indica en su párrafo segundo que deberá observarse al efecto lo dispuesto en las ordenanzas que dicten las autoridades municipales, en relación con las cuales el artículos 93 dice lo siguiente:“1. El régimen de parada y estacionamiento en vías urbanas se regulará por ordenanza municipal, y podrán adoptarse las medidas necesarias para evitar el entorpecimiento del tráfico, entre ellas, limitaciones horarias de duración del estacionamiento, así como las medidas correctoras precisas, incluida la retirada del vehículo o su inmovilización cuando no se halle provisto del título que habilite el estacionamiento en zonas limitadas en tiempo, o excedan de la autorización concedida hasta que se logre la identificación del conductor.2. En ningún caso podrán las ordenanzas municipales oponerse, alterar, desvirtuar, o inducir a confusión con los preceptos de este reglamento.”Una de las quejas que con mayor frecuencia se formulan ante esta Dirección General de Tráfico por los usuarios de autocaravanas es la prohibición de estacionamiento aplicable a estos vehículos en parte o en la totalidad de las vías urbanas que algunos ayuntamientos incorporan a sus ordenanzas.Estas regulaciones se realizan al amparo del artículo 7 del texto articulado de la Ley sobre Tráfico, Circulación de Vehículos a Motor y Seguridad Vial, aprobado por Real Decreto Legislativo 339/1990, de 2 de marzo, que atribuye a los municipios, en el ámbito de esa Ley, una serie de competencias, y entre ellas:“b) La regulación mediante Ordenanza Municipal de Circulación, de los usos de las vías urbanas, haciendo compatible la equitativa distribución de los aparcamientos entre todos los usuarios, con la necesaria fluidez del tráfico rodado, así como el establecimiento de medidas de estacionamiento limitado, con el fin de garantizar la rotación de los aparcamientos, ...”Por ello, a juicio de esta Dirección General de Tráfico es indiscutible que la exclusión de determinados usuarios debe ser necesariamente motivada y fundamentada en razones objetivas como pueden ser las dimensiones exteriores de un vehículos o su masa máxima autorizada, pero no por su criterio de construcción o utilización ni por razones subjetivas como pueden ser los posibles comportamientos incívicos de algunos usuarios tales como ruidos nocturnos, vertido de basura o de aguas usadas a la vía pública, monopolización del espacio público mediante la colocación de estructuras y enseres u otras situaciones de abuso contra las cuales las autoridades locales disponen de herramientas legales eficaces que deben ser utilizadas de forma no discriminatoria contra todos los infractores, ya sean usuarios de autocaravanas o de cualquier otro tipo de vehículo.Las autocaravanas pueden, por tanto, efectuar las maniobras de parada y estacionamiento en las mismas condiciones y con las mismas limitaciones que cualquier otro vehículo.

....................................Respecto al modo y forma de ejecución Todo conductor que pare o estacione su vehículo deberá hacerlo de forma que permita la mejor utilización del restante espacio disponible. .............................. otras condiciones que deban cumplirse al efectuar la parada o el estacionamiento de un vehículo, por lo que esta Dirección General de Tráfico considera que mientras un vehículo cualquiera está correctamente estacionado, sin sobrepasar las marcas viales de delimitación de la zona de estacionamiento, ni la limitación temporal del mismo, si la hubiere, no es relevante el hecho de que sus ocupantes se encuentren en el interior del mismo y la autocaravana no es una excepción, bastando con que la actividad que pueda desarrollarse en su interior no trascienda al exterior mediante el despliegue de elementos que desborden el perímetro del vehículo tales como tenderetes, toldos, dispositivos de nivelación, soportes de estabilización, etc.3.2 vías interurbanas........................................

...........................................Otros conceptos de alguna manera asociados al estacionamiento de autocaravanas como el de acampada y pernocta no tienen acogida en la normativa sobre, circulación de vehículos a motor y seguridad vial, por lo que este organismo no puede pronunciarse sobre su definición ni sobre sus implicaciones.

4.- USO DE CINTURONES DE SEGURIDAD Y DISPOSITIVOS DE RETENCIÓN. Se utilizará el cinturón de seguridad u otros sistemas de retención debidamente homologados, correctamente abrochados, por el conductor y los pasajeros de las autocaravanas tanto en vías urbanas como interurbanas......................................................

3.- En las autocaravanas que no estén provistas de dispositivos de seguridad homologados especialmente adaptados a la talla y peso de sus usuarios no podrán viajar niños menores de tres años de edad y los mayores de tres años que no alcancen los 135 centímetros, no podrán ocupar un asiento delantero. Las normas expuestas excluyen por completo la posibilidad de ocupación de las camas o literas de una autocaravana en circulación, dado además el evidente riesgo para sus ocupantes en el caso de frenada brusca, vuelco o colisión, sin embargo si podrán ocuparse los asientos equipados con sistemas de retención homologados, utilizando dichos sistemas, siempre que el número de personas que viajen en el vehículo, tanto en la cabina como en el habitáculo vivienda, no exceda de las plazas legalmente autorizadas que consten en la documentación de dicho vehículo.

5.- EQUIPAMIENTO.En cuanto a la dotación que como mínimo deben llevar las autocaravanas, será conforme al anexo XII del Reglamento General de Vehículo, la siguiente: Un juego de lámparas de las luces que esté obligado a llevar, en estado de servicio y herramientas indispensables para el cambio de lámparas, dos dispositivos portátiles de preseñalización de peligro, una rueda de repuesto o una rueda temporal con las herramientas necesarias para e cambio de ruedas o sistema alternativo para el cambio de las mismas que ofrezca suficientes garantías para la movilidad del vehículo.Así mismo, cuando sus conductores salgan del vehículo y ocupen la calzada o el arcén en vías interurbanas deberán utilizar un chaleco reflectante de alta visibilidad, certificado según el Real Decreto 1407/1992, de 20 de noviembre.

6.- INSPECCIÓN TÉCNICA. Conforme al Real Decreto 711/2006, de 9 de junio, por el que se modifican determinados reales decretos relativos a la inspección técnica de vehículos y a la homologación de vehículos, sus partes y piezas y se modifica, así mismo, el Reglamento General de Vehículos, aprobado por Real Decreto 2822/1998, de 23 de diciembre, se aplica la siguiente frecuencia de inspección a las autocaravanas y a los vehículos vivienda.“Antigüedad:- Hasta cuatro años: exento.- De más de cuatro años: bienal- De más de diez años: anual”

7.- ÁREAS DE SERVICIO O DE ACOGIDA. Se trata de instalaciones específicamente concebidas para dar servicio o acogida a las autocaravanas facilitando una serie de servicios necesarios para estos vehículos, fundamentalmente: estacionamiento, suministro de agua potable y lugar para el vaciado de depósitos. el vehA diferencia de los campamentos de turismo, las áreas de servicio o acogida proporcionan el espacio físico estrictamente necesario para estacionar el veiculo y pueden ser de titularidad pública o privada. Se tiene conocimiento de la existencia de unas 60 instalaciones de este tipo en España, para las cuales, a través de la Moción por el Pleno del Senado el 9 de mayo de 2006, se insta al Gobierno a la creación de una señal de circulación dentro del apartado de señales de servicio.Esta Dirección General de Tráfico considera que, sin perjuicio del futuro diseño e inclusión en el catálogo oficial de señales de una señal específica que indique la ubicación de un área de servicio o de acogida de autocaravanas, en la actualidad la señal S-122 “otros servicios” del catálogo oficial de señales de circulación incorporado al anexo I del Reglamento General de Circulación permiten, mediante la inclusión de un sencillo pictograma, dar satisfacción a esta necesidad.

8.- TRANSPORTE DE VEHÍCULOS AUXILIARES. Es muy frecuente el transporte por las autocaravanas de vehículos auxiliares, normalmente bicicletas, un ciclomotor o una motocicleta de pequeña cilindrada. Esta práctica está autorizada siempre que se utilice un portabicicletas homologado o una plataforma destinada a esta finalidad y, cuando sobresalga de la proyección en planta de la autocaravana, se cumplan los siguientes requisitos conforme a lo dispuesto en el artículos 15 del Reglamento General de Circulación. Que sobresalga de la proyección en planta de la autocaravana, por la parte posterior, hasta un 10% de su longitud y si fuera un solo vehículo (carga indivisible), un 15%. Que se adopten todas las precauciones convenientes para evitar daños o peligros a los demás usuarios de la vía pública, debiendo ir resguardada la extremidad saliente para aminorar los efectos de un roce o choque posibles. Deberá señalizarse por medio de la señal V-20 a que se refiere el artículo 173 y cuyas características se establecen en el anexo XI del Reglamento General de Vehículos. Esta señal se colocará en el extremo posterior de la carga de manera que quede constantemente perpendicular al eje del vehículo. ....................................Sin perjuicio de lo anterior, la circulación de un conjunto de vehículos integrado por una autocaravana y un remolque o semirremolque sobre el cual se transporte otro vehículo, está permitida si el conjunto reúne las condiciones para la circulación por las vías públicas y está homologado conforme a las Directivas 70/156/CEE y 94/20/CEE y además no supere la longitud máxima autorizada para estos conjuntos que es de 18,75 metros para los remolques y 16,50 metros para los semirremolques.

Lo que se hace público para general conocimiento.Madrid, 28 de Enero de 2008

EL DIRECTOR GENERALPere Navarro Olivella

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terça-feira, fevereiro 19, 2008

apoie o ACP nesta petição justissima: Também lhe interessa


Cuidado: se já teve uma autocaravana e a vendeu...se ja teve um veículo e o vendeu...o Fisco pode andar atrás de si...sempre, lhe é mais comodo do que tentar cobrar ao comprador...


Caro(a) Sócio(a),
O Governo precipitou-se ao criar um imposto - o Imposto Único de Circulação - cuja cobrança se baseia em registos que não estão actualizados e há um ano que o ACP vem denunciando o caos no registo automóvel dos “usados”.
O recente IUC, tributa quem está registado como proprietário e não quem compra o automóvel e não o regista. Penaliza os vendedores pois não permite a estes declararem a venda do automóvel caso o comprador não o tenha feito.
A nova lei prevê uma excepção para quem vendeu o automóvel até Outubro de 2005. Mas o ACP defende que todos os casos, até 31 de Janeiro de 2008 (até à entrada em vigor da nova lei), sejam abrangidos por esta excepção.
Se sistema não mudar, você corre o risco, caso tenha vendido um automóvel e o comprador não o tiver registado, de pagar o Imposto Único de Circulação
E se não o fizer os seus bens podem ser penhorados!
Não pague o que não deve!Assine esta petição lançada hoje pelo seu clube e contribua para uma tributação mais justa.
São precisas 4 mil assinaturas para que esta situação possa ser apresentada ao Plenário da Assembleia da República e reapreciada.
Petição dirigida à Assembleia da República para:
(i) permitir que os veículos vendidos até 31 de Janeiro de 2008 - e não apenas até 31 de Outubro de 2005, como prevê a lei actual - possam ser registados pelos vendedores, ficando estes desobrigados do pagamento do IUC a partir dessa data;
(ii) no futuro permitir ao particular registar a venda de um carro, ficando desobrigado do pagamento do IUC a partir dessa data.
Assine aqui esta petição!
Carlos BarbosaPresidente do Automóvel Club de Portugal
Esta informação está de acordo com a legislação Europeia sobre o envio de mensagens comerciais: Qualquer mensagem deverá estar claramente identificada com os dados do emissor e deverá proporcionar ao receptor a hipótese de ser removido da lista. Para ser removido da nossa lista, basta que prima o link respectivo abaixo. (Directiva 2000/31/CE do Parlamento Europeu; Relatório A5-270/2001 do Parlamento Europeu).
Se desejar não receber mais a informação ACP, clique aqui.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Importante carta do CCP para a nova direcção do CPA



uma atitude justa, mas
de se lhe tirar o chapéu !


Pela importância que teve para o movimento do autocaravanismo em Portugal, a carta enviada pela administração do Portal e Forum Camping Car Portugal a direccção recém eleita do CPA Clube Portugues de Autocaravanas, subcrita por Paulo Rosa, merece registo e aqui fica reproduzida:






Faro, 18 de Fevereiro de 2008
Exmo Senhor
Presidente do Clube Português de Autocaravanas
A equipa gestora do Portal CampingCar Portugal, vem por este meio desejar os
maiores sucessos à Direcção do CPA, cujo mandato agora se inicia.
Paralelamente, fazemos votos de que esta nova Direcção inicie um novo ciclo de
relacionamento com as várias organizações, que trabalham para a divulgação e
desenvolvimento do autocaravanismo em Portugal.
Com os melhores cumprimentos,
Pel’ A Equipa CampingCar Portugal
(Paulo Jorge de Oliveira Rosa)
CampingCar Portugal
O Portal Português de Autocaravanismo
Apartado 605
2821-901 Charneca de Caparica
URL : http://www.campingcarportugal.com/




sábado, fevereiro 16, 2008

Nova Direcção eleita do CPA- Clube Portugues de Autocaravanas

Nova Direcção :
Presidente Ruy de Figueiredo
Vice-Presidente Mário Caxias, Tesoureio Emídio Campos
vogais: Jose Ramos, Victor Santos, Odete Sousa (suplente)






Assembleia Geral:
Presidente Jorge Guimarães,
Vice, Delfim Rodrigues
secretario Ilídio Espada
Conselho Fiscal: Presidente Joao Cardoso, secretário Cipriano Gomes, Relator José Garcia.
Ja há pois novos corpos sociais para o biénio 2008-20o9, do CPA Clube Português de Autocaravanas, a única organização associativa de caracter nacional deste sector.

A Assembleia decorreu de forma rápida, eficiente e disciplinada.
Verificaram-se as seguintes expressoes de votos:
96 a favor
2 brancos
1 contra.
Varios associados usaram ainda da palavra sobre temas gerais da actividade, e sobre a associação, e o Vice Presidente anunciou a inauguraçao de uma area de serviço na Solvitur, a 1 de Março entre Fatima e Leiria, confirmou a inauguraçao da AS de Moncorvo a 15 de Março e uma concentraçao passeio de 24 a 27 de Abril ao Alentejo , Alandroal.
Os trabalhos encerraram pelas 16.30h com palavras finais do Presidente da mesa da AG de apreço sobre os elementos da direcção anterior que cessaram as suas actividades. Entre os numerosos presentes viram-se além dos eleitos, entre outros, os companheiros Decas, Vasco e mulher, Raul Lopes, Lau Correia, JoseVieira, Teresa Paiva, Carlos Bugalho, além do autor destas linhas, e fotos.

Agora na FIL, em 16 de Fevereiro ultrapassou-se o impasse da assembleia geral eleitoral convocada para 12 de Janeiro, em Abrantes, perante o facto de os anteriores eleitos, que chegaram ao fim de mandato, se terem recusado a concorrer para a sua renovação, e perante a ausência de apresentação de listas candidatas às eleições, fora decidido adiar o processo eleitoral.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Agora, Limite de velocidade de AC em Espanha são 120KM/H

Agora é de 120KM/H...................................
o limite em autopistas e autoestradas
enquanto no ano passado ainda era a 100km, como aqui noticiado em Outubro...ora veja-se a evolução desde essa altura...
ANTES:
apenas 100KM/H La P.A.C.A.

FONTE LAPACA
La revista de la D.G.T. en su número 186 de Septiembre-Octubre de 2007 publica un artículo en el que se habla de las autocaravanas como un fenómeno en expansión.

Éste artículo aparece después de la reunión de la Mesa de Tráfico el pasado 20 de Junio en la que se comentó que era necesaria una mayor toma de conciencia o un incremento de la “cultura autocaravanista o del turismo itinerante” por parte de las Administraciones locales.

La D.G.T. contribuye de este modo a la extensión del conocimiento sobre estos vehículos, su conducción y algunas características de su uso, así como de los límites de áreas de servicio que conviene desarrollar en nuestro país para ampliar y garantizar el correcto vertido de aguas residuales y el pleno disfrute de dichos vehículos.

Uno de los aspectos más controvertidos del artículo es, no obstante, la determinación de la D.G.T. de considerar a las autocaravanas como vehículos “derivados de turismos”, por lo que, según dice el artículo: “debe circular a una velocidad máxima de 100Km/h en autopistas y autovías”. Tras consulta ésta mañana (16-10-2007), se descarta un error editorial, como algunos habían podido creer.



En Septiembre de 2006 se reformó el Reglamento General de Tráfico, suprimiendo el término “autocaravana” de la lista de vehículos que tenían que circular a 90 Km/h en autopista y autovía. Eso fue una decisión que daba salida al primero de los puntos de la moción del Senado sobre la homologación de la velocidad como el resto de vehículos de su categoría. Esta decisión se dio por alcanzada por la propia reunión de la Mesa de Tráfico del 18 de enero de 2007 (primera convocatoria).

Si hoy, la D.G.T. ha decidido tomar esta determinación, desconocemos los motivos pero debe responder a unos criterios técnicos o legales, y estamos seguros que responden a elementos de juicio sustentados en estudios de máxima solvencia. Desconocemos por otro lado, si habrá un plazo de aplicación de esta norma, si será firme en la próxima convocatoria de la Mesa. Intuimos las repercusiones para todo el sector, y en especial para los usuarios que hemos pagado un 12% de impuesto suplementario por disponer de una autocaravana pensando haber comprado un vehículo turismo, tal y como lo clasifica la UE, y pensando que lo íbamos a disfrutar en unas condiciones que ya habían sido aprobadas por la Mesa.


Hoje,


Posição recente 14 de Fevereiro da LAPACA:

COMUNICADO DE LA P. A. C. A. 4/08 RELATIVO A VELOCIDAD PERMITIDA A AUTOCARAVANAS
La Plataforma de Autocaravanas Autónoma ( P.A.C.A.) quiere salir al paso de lo publicado ayer 13/2/08 en el periódico, eleconomista.es respecto a la velocidad máxima permitida a autocaravanas, entendiendo que no refleja con exactitud la postura que adopta la Asociación en este tema.
En dicho artículo se hace referencia al artículo 48 del RGC indicando que en la actualidad la velocidad para AC está limitada a 90 Km/h en autovía y autopistas; queremos resaltar que dicho artículo correspondiente al RD 1428/2003 está actualmente modificado por el RD 965/2006.
En ese sentido no compartimos la decisión adoptada por la DGT en su Instrucción 08V-74 de 28 de Enero, en donde unilateralmente recomienda la circulación para este tipo de vehículos a 100 Km/h como velocidad máxima permitida en vías rápidas.
Desde una postura de perfecta sintonía con la DGT, La P. A. C. A. como parte integrante de la Mesa de Tráfico, GT-53 AC, manifiesta públicamente que esta Instrucción se aparta del Documento Borrador elaborado en la misma con su participación, en dicho documento se recoge una equiparación similar a turismos. Resaltar también las palabras del Sr. Pere Navarro sobre la necesidad de elaborar una normativa convergente con la mayoría de los países integrantes de la C.E., postura que obviamente La P.A.C.A. comparte.
El texto que a continuación reproducimos recoge íntegramente la redacción de este apartado Velocidad en el citado Borrador :
El límite de Velocidad
El R. G. C., antes de la aprobación del Real Decreto 965/2006, imponía a las autocaravanas el límite de velocidad establecido para los remolques y las caravanas.

Tras la modificación realizada mediante este Real Decreto, se suprimió el término autocaravanas del texto legal, de manera que estos vehículos se acogen a los límites establecidos para los turismos, que deben circular a una velocidad máxima de 120 Km/h en autopistas y autovías, de 100 Km/h en carreteras convencionales y de 90 Km/h en el resto de vías fuera de población.


La normativa anterior (Real Decreto 1428/2003, de 21 de noviembre), reducía este límite hasta los 90 Km/h en autopista.
Esta es la posición defendida por La P. A. C. A. en el GT-53 AC, posición viene fundamentada por :
TENDENCIA A LA CONVERGENCIA EN ESTA MATERIA CON LA MAYORÍA DE PAÍSES DE LA C. E.
LA CADA VEZ MAYOR INCORPORACIÓN DE ELEMENTOS DE SEGURIDAD A ESTOS VEHÍCULOS, SIMILAR Y EN OCASIONES SUPERIOR A MUCHOS TURISMOS.
LA DEMOSTRADA PRUDENCIA DE LOS CONDUCTORES DE AC Y SU BAJO ÍNDICE DE SINIESTRABILIDAD.
De las consultas pendientes de realizar por el Sr. Pere Navarro acerca de los límites de velocidad en la C. E. y con el resto de entidades implicadas en el Sector y presentes en la Mesa de Tráfico, es de desear por parte de esta Asociación que se llegue a un pronto acuerdo en la línea de lo ya preacordado durante meses de trabajo conjunto que no dificulte la firma definitiva del Documento de Acuerdo por parte de La P. A. C. A.
A 14 de Febrero de 2008.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Stand CPA, e Presidente CPA na Nauticampo

Nauticampo 2008
Em cima, O Presidente do CPA, Ruy de Figueiredo com Laura Madureira da Marcampo.
À direita, o stand do CPA, o primeiro a entrada do lado diereito do pavilhão 4.


segunda-feira, fevereiro 11, 2008

Mais uma area de serviço para autocaravanas: Moncorvo


Inauguraçao da AS de Moncorvo dias 15 e 16 de Março de 2008
(informaçao retirada do web site da CMM)
outras informaçoes sobre as amendoeiras em flor, ver no forum do CPA-Clube Portugues d Autocaravanas este post:


Torre de Moncorvo teria nascido de uma remota Vila da Alta Idade Média, que em antigos documentos vem designada Vila Velha de Santa Cruz da Vilariça, situada no topo da margem direita do Rio Sabor e nas proximidades do núcleo de vida pré-histórica do Baldoeiro.

Segundo a tradição, os habitantes desta povoação, devido à insalubridade do local muito sujeito às emanações palustres e, talvez, também, em consequência dos estragos sofridos com as Razias Mouriscas tão frequentes na época abandonaram-na deslocando-se para o ponto mais arejado no sopé da Serra do Roboredo. De qualquer maneira, a ter-se dado o abandono da Vila de Santa Cruz da Vilariça, este ter-se-ia processado nos fins do séc. XIII. No principio desse século existia ainda a Vila de Santa Cruz da Vilariça e dava sinais de relativa vitalidade, pois recebeu de D. Sancho II, em 1225, uma carta foral que lhe concedia importantes isenções e regalias fiscais e penais.

Quanto à origem do topónimo de Torre de Moncorvo, segundo as Memórias Paroquiais de 1978, " hé tradição que se mudava da Villa de Santa Cruz pela multidão de formigas, que não só faziam dano considerável em todos os viveres, mas aos mesmos viventes lhe cauzavão notável opressão, e resolvendo-se a evitar estes incomodos forão para o pé do Monte Reboredo aonde havia uns cazaes de que era senhor um homem chamado Mendo, o qual dizem que na sua casa tinha uma torre e domesticando nela um corvo. Crescendo depois a povoação e tendo o foral de Villa lhe chamarão de Villa de Mendo do Corvo, que com fácil corrupção se continuou a chamar a Villa de Moncorvo".

Seja como for, o certo é que só a partir do tempo de D. Dinis, no pensar do erudito padre Francisco Manuel Alves, Moncorvo adquire "o seu incremento". Este Rei concede-lhe foral em 12 de Abril de 1285 passando então o concelho a ter nova sede e nova designação que seria o Concelho de TORRE DE MONCORVO.

Em 1372 D. Fernando considera Moncorvo como uma vila das melhores de "Tralus Montes" e atendendo à valentia dos seus moradores, demonstrada nas guerras com os castelhanos, dá-lhe como termo as vilas de Vilarinho da Castanheira e a de Mós.
D. Manuel I, a 4 de Maio de 1512, concede a Moncorvo novo foral depois de visto o foral da dita vila dado por el-rei D. Dinis. Entretanto ao mesmo tempo do foral começa a erguer-se o padrão manuelino da Igreja Matriz, já extra-muros, dominadora e acolhedora e o casario acantoa-se à sua volta.
Segundo Duarte Nunes de Leão em 1609, Torre de Moncorvo era uma das grandes correições em que se dividia judicialmente o País. Estava a par de correições tais como Miranda, Vila Real e Coimbra de grande extensão e relevo.
(Padre Joaquim M. Rebelo )

Castelo de São Jorge nos Top 10 europeus!

Programação dos almoços debate da Tertúlia do Bar do Além



Proximas tertúlias de almoços debate
no Bar do Além 2008,
em Alenquer
(sempre a um sábado, as 12h)

- 19 de janeiro, Vera Xavier... Tarot e previsões para 2008........
- 23 de fevereiro, Candida Loureiro.....a transmigração das almas...
- 29 de março, Abel de Lacerda Botelho, Ordens Medievais e Ordens Modernas
- 19 de Abril, Joao Fernandes,.....numerologia, misterios e certezas....
- 17 de maio, Vitor Azevedo Duarte....os altos graus em Maçonaria.....
- 21 de Junho , Eduardo Monteiro...o espiritualismo africano e o animismo
- Setembro... Pinharanda Gomes....a canonizaçao de D. Nuno Alvares Pereira
- Outubro.... Maria...o espiritualismo de uma monja beniditina
- Novembro...Maria Helena Reynaud..as runas de predição do futuro
- Dezembro...Direito Humano, ordem universal da maçonaria mista
.......................2009.........................
- Janeiro.... Previsoes astrologicas para 2009
- Fevereiro...a maçonaria no feminino
- Março......a fé Bahai.....

mais informações em http://www.bardoalem.blogspot.com/
sugestoes de temas e oradores, pedidos de informação e inscrições exclusivamente por e-mail bar.do.alem@gmail.com

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Oferta de bilhetes da newsletter para a Nauticampo (2008)

FIL recebe de 9 a 17 de Fevereiro de 2008, no Parque das Nações, o Nauticampo - Salão Internacional de Navegação de Recreio, Campismo, Caravanismo, Desporto e Piscinas.

Não se pode perder, nesta 41ª edição, as novidades da Náutica, do Campismo, do Caravanismo, do Desporto e das Piscinas, representadas pelos mais de 500 expositores, num espaço com mais de 45.000 m2.
Bilhete Individual - 5,00€ Bilhete Sénior/Jovem - 2,50€
Novo Horário:Domingos das 10h00 às 20h00 Sábados e Dias Úteis das 15h00 às 23h00 .

ver tambem a promoçao Newsletter com Norticampo e a Marcampo em:
http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/2008/01/promoo-nauticampo-norticampo-alenquer.html Nota: a Newsletter Autocaravanas & campingcars oferece ainda, ate ao limite do seu stock, 2 bilhetes por cada concorrente inscrito no concurso de relatos de viagens em autocaravana. Basta enviarem um envelope selado, e endereçado aos interessados para o Concurso, Alenquer Camping, EN nº 9, Km 94, Porto da Luz, 2580 Alenquer.

( regulamento do concurso em:
http://camping-caravanismo-e-autocaravanismo.blogspot.com/2007/12/concurso-de-textos-de-viagens-de.html )

terça-feira, fevereiro 05, 2008

carta de autocaravanista e sócio do CPA dá descontos

A aquisição da qualidade de sócio do CPA, ou a renovaçao das quotas para 2008, permite ao seu titular receber a carta de autocaravanista, como documento de identificação e que é simultaneamente o cartão de sócio. Este cartão proporciona uma serie de descontos significativos nomeadamente em seguros, parques de campismo, acesso pleno ao forum da net do CPA, etc.
Custos: jóia de inscrição no valor de 35€. A quota do ano de 2008 será de 20€ .
Fonte

cartao de descontos em campings ORBITUR

Atenção : preço 15€, mas gratuito para reformados
Dá descontos de 10% dos 22 parques da rede Orbitur e em outros que aceitam o cartão como é o caso do alenquer camping www.dosdin.pt/camping
Fonte:

Obtenha o seu camping card international através do ACP



Os autocaravanistas não são necessariamente, nem sempre, campistas.
Os autocaravanistas são automobilistas e turistas especiais, semoventes e itinerantes, que dispõe não somente de veiculo, mas tambem de alojamento próprio, em simultaneo.

Por isso os autocaravanistas tanto utilizam parques de campismo, como zonas especiais de estacionamento e pernoita, as denominadas areas de serviço, e ainda simples estacionamentos adequados ao gabarit das suas viaturas especiais, as autocaravanas - de capucine, perfiladas ou integrais, , as van ou camper, as autovivendas, etc.

Quando os autocaravanistas circulam forma dos parques de campismo não necessitam nenhum documento espcial de identificaçao ou qualificaçao, para além da carta de condução. Quando utilizam parques de campismo, há os que exigem carta de campista, nacional ou internacional, ou apenas um documento de identificaçao oficial, passaporte ou bilhete de identidade, muitas vezes dispensavel no espaço Shengen.

Porém, não é necessário ser sócio de um clube de campismo para obter aqueles documentos, ou outros similares. Por exemplo o CPA, Clube Portugues de Autocaravanas confere aos seus socios o respectivo cartão de autocaravanista, e no Automovel Clube de Portugal é possivel obter tanto o cartão de campista nacional, como o cartão internacional de campista CCI, independentemente do outro.

Aqui ficam as informações e detalhes do cartão do CCI, que também não é obrigatorio em geral, mas que constitui um cartão e credencial de conforto, acompanhada por um seguro de alguma utilidade para quem, com mais frequência sendo autocaravanista, não dispensa a utilizaçao de parques de campismo no Pais ou o estrangeiro, e até procura alguns descontos...


Em Portugal contactar o ACP


Carta Internacional: Para obter, exclusivamente, a carta Internacional de Campista, deverá dirigir-se a uma Delegação ACP ou contactar 21 318 01 28 ou campismo@acp.pt que a mesma lhe será enviada para a residência. O pagamento neste caso poderá ser feito por transferência bancária ou envio de cheque. Custa 19,50€ a inicial e 17,50€ a revalidaçao.


http://www.acp.pt/index.php?MIT=3794&template_id=2475&xpto=1&a[]=0,,148,


Fonte Internacional:


http://www.campingcardinternational.com/published/cci/content/pagina/engels/voorwaarden-engels.nl.html



Conditions of the CCI
The CCI is only valid if
the date stated on the card (expiry date) has not been exceeded
the holder of the CCI is a member of a club affiliated with the AIT, FIA or FICC
the CCI has been signed
As the holder of a CCI you are expected to
respect the rules for using the grounds at a campsite
request prior permission to stay on grounds that are not officially registered as a campsite
request permission for making a campfire
not damage the green areas and not leave litter behind
help to maintain good hygienic conditions at the campsite
respect the privacy of others and observe the quiet times
adhere to the camping regulations of the campsite
You can use the CCI as substitute proof of identity when registering upon arrival at a campsite. This prevents you from having to hand in your passport proof of third-party liability during your stay at a campsite, in a rented accommodation or at a hotel proof that your are entitled to the discounts described .
Proof of identity. The CCI is accepted as proof of identity at almost all campsites. Campsite owners, however, are not required to accept the card as such.
Third-party liability insurance
The conditions for third-party liability insurance are discussed under third-party liability insurance. You must send a written report of any damage to your club within one month after your return home. You should include as many details as possible, preferably with testimony from a witness. Never give a statement of guilt without previous written permission from your club.
Third-party liability insurance
Discounts
The CCI entitles the cardholder to discounts given on the website. If you would like to be eligible, you must state this in advance. Discounts are given only for a stay of a maximum of 21 consecutive days. Discounts do not apply to a season or annual pitch. No discounts will be given after the fact.Discounts can usually not be given in combination with other discounts.The discounts listed are valid throughout 2008 unless otherwise specified.By high season is usually meant July/August and weekends with a special holiday (Easter, Ascension). This rule may differ per country and campsite. Always inquire beforehand. Discounts are given only at the campsite by the campsite owner. If a discount or special offer that is mentioned on this page is not given at the campsite, report this to your club upon your return home. You will need to hand in the original bill and a copy of the CCI. Always save these documents. Your club will then take the matter up with the campsite in question. The discounts listed here have been selected with care. If a discount on this website has been changed because of circumstances beyond your club’s control, your club cannot be held liable. You club can also not be held bound to obvious errors. In addition to the discounts listed on this website, other discounts may be given. Some campsite owners give the holders of a CCI a discount that can very per period and in amount.
Loss of the card
Keep you CCI in a safe place. Loss or theft of the card can cause damage. Should you lose the card, please report this to your club immediately. Your club is always willing to answer any questions you might have about the Camping Card International.