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sábado, dezembro 31, 2011

E de repente numa curva, a autocaravana estacou: A frente, entre Serpa e Brinches, um rebanho de cabras atravessava a estrada acolitado pelo pastor e pelos cães. Adeus 2011! - o elo mais fraco.


(cão vigilante do rebanho de cabras)

E de repente numa curva, a autocaravana estacou: A frente, entre Serpa e Brinches, um rebanho de cabras atravessava a estrada acolitado pelo pastor e pelos cães.

E mais adiante a cena repete-se com um rebanho de ovelhas.

Uma imagem entre outras que ficaram de dois dias, entre Natal e Fim do ano de 2011,numa ultima viagem de voltas e reviravoltas pelo Alentejo com partida do Ribatejo. Para recarregar baterias dum um ano maioritariamente “madastro”.


(Barragem de Serpa)

Tudo começou a 28/12 na 4F de manhã. “She and Me” e a semovente, novamente “back to the road, again”. A “meteo” aconselhava Sul e Sol, e menos km do que uma ida ao Algarve, donde…pretexto ideal para retornar a Pedrógão do Alentejo e arredores.

Eram as 10.30h quando o transbordo de malas se fez no Alenquer Camping, para despertar a bela adormecida da semovente, com a chave na ignição. Sempre pelas nacionais, o primeiro “stop” foi só em Montemor-o-Novo para comprar o Público. Sem trânsito pesado e sem pressas. A gozar a paisagem, a vida, o “relax”, comum dos objectivos em mente: Arraiolos, a Aldeia da Terra.
(caarvanismo e autocaravanismo- 2 bonecos da Aldeia)



Quem quer saber mais? Pois aqui fica a partilha do web: www.aldeiadaterra.pt de Tiago Cabeça, na estrada das Hortas, defronte de Arraiolos, muito premiado pelo seu projecto que esta em pleno desenvolvimento. Segundo se lê no “flyer” ´é a aldeia mais caricata de Portugal, composta por milhares de peças de olaria criativa e contemporânea que recriam ambientes alentejanos rurais e semi-urbanos. Temáticas mais para adultos com humor, embora as crianças possam ver despertados sentimentos pedagógicos na observação daqueles microcosmos. Se vale a pena? -Pelo acesso sim, pela oportunidade lúdica também, pelo preço ficam reticências, pois o bilhete normal custa 5 euros, os seniores pagam 3,50€ e as crianças 2€.

(Ruinas de São Cucufate)



A autocaravana tem espaço comedido para estacionar, se…não houver mais visitantes (havia só mais um, pai com duas crianças na altura). Ficaram fotos feitas de que já divulgamos no facebook em partilha com outros “amigos” da rede social. Resta saber o futuro desta iniciativa a que parece demasiado delimitado para o seu potencial de expansão.


Ora depois, (meia hora é mais do que suficiente) era tempo de afagar estômagos. Assim, pouco depois da Uma, estávamos a desembarcar no Bolas na Azaruja, bem estacionados no amplo parque que rodeia a praça de touros, cumprindo uma sugestão e recomendação do amigo Capitão Haddock destas lides!



Atendidos pelo patrão com a mulher na cozinha, e alguns clientes espalhados pelas mesas. Prato recomendado o do dia. - Ossos! Mesmo ossos que visto no prato do lado desvaneceram as duvidas…era uma sopa, ou ensopado de carne ossada, em caldo de grão com batata, nabo e mais ervas aromáticas. Uma dose a 9.50€ dava para os dois seniores, o que com as entradas, de queijo eco e azeitonas, o melão de sobremesa, aguas e café assomou menos que uma euro-azulinha. Conclusão recomenda-se pela limpeza, pelo acesso, pelos sabores e pelo apuro da cozinheira. Quem quiser lá ir e saber do menu do dia ou marcar mesa aqui fica o número 266977338.

Paragem seguinte na zona industrial de Azaruja para visitar a fábrica local de peças de cortiça em chapéus, vasos, cintos, malas e mais objectos decorativos. Interessante e os preços, de fábrica!


(frescos do tecto de São Cucufate)

A itinerância prosseguiu como delineado…mais para sul…para São Cucufate, quase ao lado de Vila de Frades, ancestral capital do concelho da Vidigueira de que foi donatário Vasco da Gama. Bom estacionamento, bom acesso e sinalização, recepcionistas simpáticas, bilhetes seniores com preço de IVA pré troika, ainda a 1,20€ com direito (ainda) a brochura gratuita. Conclusão: valeu a pena e recomenda-se. E fica uma foto emblemática que faz relembrar em menor escala as mansões de Conímbriga.
(portões abertos do Camping-Car Park de Pedrógão do Alentejo)




O dia estava a chegar ao fim. Mais uma vintena de KM, e chegamos ao Camping-car Park de Pedrógão ao km 38,5 da EM 258 (Estrada Vidigueira-Moura). Por do sol e portões fechados…mas com a chave do autocaravanista foi fácil! (que qualquer um AC pode adquirir) abriu-se o cadeado e os portões abriram-se de par em par, para escolhermos sozinhos, um dos lugares preferidos mesmo de frente para o nascente com a superfície da albufeira do Guadiana formada pela represa das águas da barragem de Pedrógão, em frente.

Pausa técnica antes de jantar. Para ver dissipar no horizonte a poente o halo róseo do sol submerso num horizonte de casario de Pedrógão entalado em montes redondos de chaparros, zambujeiros e azinheiras, que também iam imergindo na escuridão, com uma lua mentirosa minguada, mas em quarto crescente mal iluminava. A natureza no seu esplendor diário pacífico, despoluída de nuvens cinzentas, com uma aragem suave não ventosa, e com uma friagem própria dos tempos, não agressiva.

E depois a decisão, ate Pedrógão…mas de autocaravana, ainda se tentou a Azenha da Aldeia, mas a cozinheira estava doente, e nada para ninguém, e assim a paragem seguinte, no Charrua foi a escolhida. Lá estavam as duas Rosas a mãe e a filha, para nos aconselharem na janta. A opção certa era mesmo o prato do dia - carne de porco à alentejana. Sopa de legumes do panelão fumegante, águas etc…e nem digo o preço Digo? Pois tive que esmolar a minha consorte uma moeda para juntar a minha euro-rosinha…

(Ossos do Restaurante Bolas da Azaruja)

Regresso calmo ao parque de autocaravanas e cumprir o dever de quem tem a chave do autocaravanista, ou seja fechar os portões e recolocar o cadeado na corrente. Depois espreitar a televisão (que tem bom sinal no local, mesmo sem levantar a antena), passar os olhos pela imprensa, fazer um percurso pedestre pelo perímetro vedado do parque, e depois confiramo-nos a Morfeu!

5F amanheceu com a neblina forte, cerrada e densa de nevoeiro vindo do rio, mais a fumaça enrolada do forno de carvão vegetal do Sr. Miguel, com um cheiro a azinho agradável. E às 8h com 8º graus de temperatura hora de alvorada, pequeno-almoço de torradas e café com leite mais os “smarties” dos comprimidos. Depois abrir o cadeado do portão, ida à padaria do Joao Engrola em Pedrógão, passagem pelo mercado e rumo a Orada e depois a Brinches na margem esquerda do Guadiana na procura de uma padaria tradicional, de que havia referência oral.

(Oleiro)


Frustração. Junto ao marcado (espaço amplo de estacionamento) há de facto uma pastelaria padaria, mas só com papos-secos e quanto a padarias há duas, mas têm um pacto fecham as duas 3F e 5F, e assim à data nenhuma estava aberta. Ainda demos uma volta pela igreja e o largo dos cafés, mas a solução só estava em Serpa…e onde? Pois no “Intermarché” que tem pão de duas padarias alentejanas.

Lá nos semovemos direitos a Serpa, direito ao “Intermarché”, fácil de localizar pois basta seguir a sinalização de camping sempre pela circular exterior. E lá comprámos o pão e mais isto, e daquilo. Mais voltas não eram necessárias, e por isso, rumo de regresso a Pedrógão pelo mesmo caminho, mas com passagem pela barragem de Serpa. Nova, elegante, de dimensão humana mas com única companhia de mais um estaleiro da EDIA. Mais umas fotos…

Votamos pois à estrada depois do curto desvio, e foi pouco adiante, logo a seguir a fantasmagórica estação de comboios desactivada, que topámos o primeiro rebanho trasumante. De cabras variegadas de cores, e com chibinhos aos saltos, á ilharga com um cão tipo Serra de Aires a controlar fugas e mais um canito expectante no meio da estrada a policiar o trânsito. O pastor, cajado pelo ar á cacetada nas pragas que não se percebiam, mas que revelavam preocupação com as bichezas. Bonito de se ver, genuíno espectáculo rural.

Pouco depois a cena repete-se, outro pastor, outros animais, ovelhas e borreguinhos, mais homogéneos de cor, com menos saltos mas a mesma aflição de se manterem agrupados, com os cães vigilantes e o pastor de atalaia ao cruzamento da estrada, sem movimento. Nós éramos os únicos estacionados numa imaginária passagem de nível, frente ao trilho dos peludos caprinos e ovinos em movimento. Valeu a pena pausa. E seguimos adiante.

Tínhamos fixado como objectivo seguinte, ir ate S.Pedro do Corval. E pelo GPS e pelos mapas havia duas hipóteses…ou por Marmelar e Alqueva povoação e depois, rasando a Marina da Amieira até Reguengos, ou por Moura, e depois pelo paredão da Barragem do Alqueva, seguindo então para Reguengos.

(mesa de pic-nic dos autocaravanistas do Alenquer Camping)

Em boa hora chegamos ao destino escolhido para almoçar. No restaurante O Aloendro na Estrada para Évora, nº 3B, com bons estacionamentos ao longo da EN. Sala ampla de tipo rústico com bom aspecto. Mesas amplas e com lugares vagos junto à janela. Abancamos e logo o funcionário que tem nome que merece ser fixado pela eficiência e cortesia (Sr. Paulo Grilo) trouxe duas iguarias: queijo de cabra fresco, azeitonas verdes novas retalhadas além do pão a contento. E que escolher? O prato do dia Sopa da panela! E dá para dois seniores uma dose? – pois até sobra, esclareceu o simpático Grilo falante…e de beber? - Pois também um jarrinho do da casa…que venha! E que foi tudo bem almoçado.

No final a sericaia com ameixa como é devido, para “She”, tendo o descafeinado sido a sobremesa para o “Me”, com mais um pedacito do queijo de cabra sobrante. E a conta. Pouco trepou da nota de euro-azulinha. Fica o número de telefone (266502109) para quem se interesse em fazer reserva de mesa.

Após almoço ida e volta a S. Pedro do Corval para dar uma vista de olhos nas olarias, que são de facto, porta sim, porta sim e onde sempre se acaba por comprar uma recordação, desta feita, um imã para a porta do frigorífico.

O regresso estava a ser desenhado para dormida da segunda noite desta escapadinha autocaravanista. Coruche? Samouco? Mora, junto ao fluviário? Ou mesmo na Companhia das lezírias no parque do Restaurante? No inverno, com os dias curtos, mas a crescer, She tem preferência, que eu subscrevo, por uma de três soluções: 1) em “campings”, 2) em “parkings” de AC nos centros urbanos, ou 3) onde quer que seja adequado com mais companhia.

(Plataforma de autocaravanas do Alenquer Camping)

Íamos ver pelo andamento. E desandamos desde logo para Évora, e aqui para uma paragem na Agriloja recentemente inaugurada na zona industrial mesmo por detrás do centro de inspecção de automóveis Controlauto. As mercas foram poucas mas eficientes, uma roseira de trepar, pesticida anti-caracol, e mais dois etc. Para quem tenha varanda, jardim, ou horta uma vista se passar por estas paragens é bem justificada, em preço, qualidade e variedade.

Ora então a partir de Évora ainda havia mais um objectivo a preencher, a visita das Grutas do Escoural. Sem problema com a “lady” do GPS a sussurrar o itinerário lá chegamos. Autocaravana bem estacionada no parque ao lado de viaturas de outros visitantes (ou caçadores?). Porém puro desengano! Portões fechados a corrente e cadeado (aqui nem a chave do autocaravanista entra) e no placard informativo a informação clara: Vistas só com marcação prévia.

(sopa da panela do Aloendro em Reguengos)


Ficou datada a hora do regresso desta viagem…rumo pois, não a Coruche, as referências colhidas são no sentido do local recentemente inaugurado ser afastado do centro urbano e isolado, mas ao Samouco. Chegados, já anoitecia com empenho, e o local afigurou-se ermo e até lúgubre. E a tasca frente ao mini ancoradouro, pouco motivadora. Por isso, sem hesitações seguiu-se à paragem seguinte Alcochete coma intenção de ficarmos a noite voltados para a frente iluminada da Expo. Porem na falta de dados GPS, não se encontrou o local desejado próximo da ponte embarcadouro.

(Moinho de Serpa)




E então? Pois então, naquele sitio e aquela hora, a solução apareceu como incontornável…seguir margem esquerda do Tejo acima, até à ponte de Vila Franca de Xira, jantar no Carregado e depois aportar e dormir na plataforma de autocaravanas do Alenquer Camping.
(Igreja de Serpa)



Assim se fez. Jantar então antes, na ponte da Couraça do Carregado no absurdo nome de Restaurante a Selva de Salsa, nas bombas da BP, cervejaria com balcão e mesas para “routiers” com menus de preço fixo ao almoço e jantar pelos 8€, tudo incluído. Da sopa ao café, com pão azeitonas, com vinho e prato principal. A escolha era variada, mas sem grande imaginação optou-se por dois menus de sopa de ervilhas e entrecosto de vitela. Esta devia ser alcunha de um touro reformado e nevrótico, pois dos dois pedaços de cada dose só um foi desafiar o dente. Abundante, mas…

(Igreja de Brinches)

Chegamos ao final com um saldo positivo de dois dias bem aproveitados. Total de cerca de 670Km,media a “olhómetro” de 11L/100,com preço de gasóleo a 1,309 nas bombas “low cost” do Pingo Doce de Alenquer. Total da factura pouco menos de 100 euros por dia, tudo incluído.
(Escoural...a visita as grutas só com marcação prévia)


(fumaça do carvão vegetal de azinho a sair do forno artesanal)

A noite em Alenquer ligados à electricidade da plataforma das AC permitiu a continuação das leituras da imprensa e a actualização das informações televisivas. E depois o sono. Sexta-feira, dia seguinte havia calendário a cumprir de regresso a pentes, sem porem antes fazer a toilette completa à semovente, com renovação de águas limpas e despejos de sujas. Há que deixar 2011 com vontade de em 2012 haver mais oportunidades de sortidas, de voltas e reviravoltas, pelo menos cá dentro, pelo menos no eixo do Ribatejo ao Alentejo. Que assim seja, porque se assim for, já não será nada mau.
E adeus 2011, que não deixa saudades, a não ser que o Dezembro de 2012 venha a corroborar o ditado…atrás de mim virá, quem de mim bom fará!

Mas assim não foi.
A 1 de Março de 2012 She foi vitimada por um cancro que a ceifou aos 61 anos de idade, deixando-me na memoria 38 anos de vida conjunta, 4 filhos e a ultima viagem autocaravanista, como co-piloto nos ultimos 10 anos de bem mais de 130.00 km, para além da partilha de inúmeros projectos, ideias, e sonhos, realizados e por cumprir.

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sexta-feira, dezembro 29, 2006

Uma "milada" de km na ultima semana de 2006.

Algumas fotos para começar, tiradas durante a ultima viagem em Ac do ano de 2006. Ao estilo que agora virou moda nos foruns de quizz...ora digam lá se reconhecem...

1) As duas igrejas, unidas por um araco ficam em M____isso mesmo, Mourão, e são do seculo XVIII, a da esquerda do Santo espírito e a da direita da Misericórdia.

2) O casario, e aprocissão com os reis magos, montados em camelos de pasta de papel...a caminho do presépio são de M______ pois, de Monasaraz


3) A muralha do Castelo imponente, sobrepondo-se ao rio alagado...e´em....
e se se disser que o rio é o Guadiana? Nem assim? e se o lado de lá for Espanha? pois o Castelo é o da Juromenha.


4) O Rio é o Guadiana, e lá em baixo o ponto branco, é uma autocaravana, e o ponto preto...se se visse a dar ao rabo...pois é um pastor alemão. (cão, pois claro)

5) Estas ameias que contêm dentro de si a Igreja são do Castelo do ....
A? do B? ou do C? Sem pedir a ajuda do público, sem telefonar para casa, nem a do 50% 50%...pois, sem sequer comprara a resposta, dizemos já que se trata do Castelo do Alandroal


6) Esta fogueira serve para a) assar sardinhas? b) para assar um borrego? c) para saltar por cima? ou d) é o madeiro do povo? Resposta certa a d) que o madeiro fica a arder durante a vespera de Natal até ao fim do ano em grande parte das aldeias raianas.

7) e última....o lago é o do Alqueva, e lá ao fundo? na linha do horizonte? o castelo e a povoação nela contida é....outravez, Monsaraz!











E agora um pouco de prosa, de Alenquer a Armação de Pera e aos castelos do Alentejo.


Depois de Natal, dia 26 de manhã de uma semana desactivada, foi tempo de olhar para o boletim meteorológico (está no link deste blog) e arriscar... saída de casa, rumo a Alenquer buscar a AC, na estação de serviço do Camping, proceder ao rebastecimento de àguas, e a colocar as àguas cinzentas no esgoto respectivo, idem no wc químico, e pelas 11.30h, com algum gasóleo no depósito da ultima sortida, e colaboração com ametade e o co-piloto, (assente que as refeições seriam fora da AC excepto o pequeno almoço) o plano é traçado...quase em prancha, e a régua e esquadro! Com o sol poente pelas 17.30h interessa ver o máximo até esta hora, e depois andar mais cerca de 2 horas a conduzir até ao local de jantar e pernoita. Foi mais ou menos isso que se concretizou, como as fotos "arriba" já o evidencia. Ao todo cerca de mil km, uma milada, a uma media de 12 litros/100, cerca de 100 euros (por causa do gasoleo A espanhol...) Ao todo uma volta de cerca de 200 euros (tanto come a viatura como os passageiros) evitando-se portagens e outros gastos.

- primeira etape, com almoço em Melides, junto à Lagoa, (fotos) e antes, reabastecimento de gasóleo na Galp no iníco da recta de Grandola, à saída de Alcácer do Sal, numa das tais bombas 5+5, e para isso levou-se de casa um talão do Continente para ter o tal desconto de 5 centimos, por litro, e receber outro talão do mesmo valor para deduzir a compras naquele supermercado. Para quem embirra com este sistema , tem antes de Alcacer o supermercado Intermarché com combustivel a 0.97€, ou seja um desconto de 3 centimos.


Depois de almoço foi rumar à Lagoa de Santo André, contornar Sines, passar por San Torpes ( A irmã de St Tropez), cruzar Porto Covo, e descer pela Zambujeira, direitos a Sagres, e depois já pelo lusco fusco, parar em Lagos, passear pelas ruas iluminadas do Natal, (ver foto) beber um café, e decidir o local de pernoita e jantar. Previsão confirmada de pernoita em Armação de Pera em BTS, logo À entrada e do lado direito, sobre o Mar, em companhia de mais AC estrangeiras. Jantar acabou por ser na Hera, junto a lota, um robalo escalado para dois e os acessórios, tudo por cerca de 27 euros.


- Para o dia seguinte o plano era bordejar a zona de Albufeira (marina) e depois seguir até Tavira, com o guia das tascas em punho. Jogando com os dias de folga evitou-se o Jerónimo da Praia de Cabanas por estar fechado, e antes ficámos por Luz de Tavira, junto à ria, no sitio que no Mapa do ACP se refere com terra estreita, junto a Torre de Aires.

De seguida era objectivo dar um pulo a Ayamonte, pela pomte, fazer umas mercas com menos de 5% de preço devido ao IVA, incluindo o rebastecimento de gasósoleo na BP ( na Galp é mais caro) e que fica, por menos 10 centimos por litro, o que no caso, para um total de cerca de 50 litros deu uma poupança de 5 euros. Cada um que julgue por si se vale a pena ou não.

O objectivo seguinte era subir até Serpa, pelas Minas de São Domingos, e ficar pelo parque de campismo municipal....preço, uma noite duas pessoas, e uma AC foram 6.49€. Preço impossível se fosse em gestão privada, com àgua, gaz e electricidade a pagar, salários de pessoal, amortização de terreno e investimentos etc...


De noite, depois de estacionados no camping, entrámos dentro do perímetro da cidade histórica, imponente nas suas muralhas bem conservadas e iluminadas, inclusive com a decoraçao da estrela de Natal, à procura do restauramte o Zé ou o Molha o bico...ambos fechados,e assim a escolha recaiu na Lebrinha, já sem a fama de outrora, mas com petiscos decentes, e por preço aceitável .



No dia seguinte, pequeno almoço, banho nas instalações sanitárias do camping (irrepreensiveis) e depois a pé, passada a ermida branca da foto, as compras de pão alentejano no intermarché local.

Para o terceiro dia estava gizado (mesmo sem giz) um linha de progressão por mais castelos do Alentejo: Mora, Mourão, Monsaraz, Terenas, Alandroal, Juromenha, e dormir logo se veria...na AS de Terrugem, ou algures, mesmo já em Alenquer. Passagem ainda pela aldeia da Luz (nova) cujo único apontamento fotográfico fica a ser neste Blog a arvore seca com três ninhos de cegonha (still life). de notar ainda a barragem de Lucefecit (Feita Luz) ainda antes de Mourão no sentido norte sul.

Sendo a previsão o que mais ou menos aconteceu, e assim, aqui ficam mais alguns apontamentos de viagem, dicas e mais fotografias.
Assim temos, locais para BTS, isto é pernoitas, sem AS, confirmadas com utilizadores no local, a registar os seguintes:
- Alcacer do Sal, ao lado do restaurante Gino, depois de atravessar a ponte velha. - Lagoa de Melides, nos amplos terrenos, junto à praia
- Lagoa de St André, idem


- San Torpes (possível, mas na altura da passagem não se avistou nenhuma AC)

- Porto Covo à entrada no sentido norte sul, antes da povoação)
- Sagres, nos imensos estacionamentos antes da Fortaleza

- Armação de Pera, sobre a arriba da primeira praia, logo à entrada.

- Luz de Tavira, no caminho para Torre de Aires, entrada pela estrada do cemitério, junto à ria, no campo de futebol.

- Tavira, estilo Far West, no descampado junto ao supermercado Pingo Doce e nas 4 aguas. As AC estão no meio de relva alta tendo ao fundo os prédios de apartamentos, visveis na foto. Clicar para aumentar.



- Mértola, na base da Vila à esquerda na estrada sul norte depois da ponte. (ver fotos do link da APANAT Associação Portuguesa de Autocaravanistas Naturistas em http://apanat.fpn.pt/album.html

- Serpa, no largo fronteiro ao Camping, e nas demais praças (vimos uma AC quase na praça de taxis!)

Mourão, por detrás do posto de turismo, ou no terreiro do Castelo, mesmo ao lado -da Basílica (ver fotos)










-Barragem Lucefecit (depois do desvio para a aldeia da Luz e antes de Mourão) grande estacionamento.

- Juromenha, há espaço para AC junto á margem do Guadiana (ver foto com AC. logo no iníco desta arónica)

- Monsaraz, ha um terraço com indicação de caravanas e vista para a barragem do Alqueva, ...excelente (ver foto) e no embarcadouro( foto no início da crónica).












- Terrugem, na zona de serviço, sem sinalizaçao, junto ao mercado e praça de touros.

DICAS, onde comer e onde não comer:
Não Comer de maneira nenhuma no Restaurante de Santiago em Monsaraz. Vivamente desconselhado a quem tenha horas de se aliementar, e não seja masoquista. O livro de reclamações que só aparece depois das mais elaboradas manobras dilatórias já tem, nos últimos tempos três registos e basicamente pela mesma razão: demora excessiva (quase 2h horas para almoçar, pão, azeitonas e o prato do dia...pois a desitência da sobremesa e do café torna-se imperativa).

A qualidade do serviço é pois péssima, e abaixo de artesanal. A qualidade gastronómica é apenas sofrivel, e os preços em conta, ate baratos (2 pessoas 25,20€ dos quais, queijinho 2.50, pão e azeitonas 0.60, jarra de vinho 2.50, 2 cocas colas 1.60 e carne de porco com migas 8.00€ e cabrito assado 10.00). A Dona dá pelo nome de Cândida Segurado.
Em Monsaraz, tinha sido recomendado o Ze Lumumba, mas estava cheio a deitar por fora, e a lista de espra já se agigantava...erro fatal ter encontardo mesa no tal Santiago que deixa mal o nome de Monsaraz e até do turismo português, pois nas outras mesas havia mais duas de espanhois e outra de franceses, que saíram desesperados com tanta espera...mais 12 recomendações negativas.


Onde comer:


Em Luz de Tavira, na Marisqueira Fialho, tel 28196122, no Sítio do Pinheiro, com placa na EN 125 direcção a Tavira, ou vindo de Tavira, na estrada no cemitério, que conduz em estradão junto à ria taé ao Restaurante. estacionamento fácil do Campo de Futebold e Terra batida mesmo em frente, e depois da Torre d´Aires (idêntica à da Medronhiera e outras similares às que se encontram na Linha de costa de Espanha). Preços: Anchova escalada 8€, bife de atum de cebolada 7€, vinho de juarro 2.00€, cafés (2) 1.20€, cerveja 1€, total 24.20 duas pessoas.

Em Serpa, no Lebrinha, duas pessoas comendo o habitual só 20 euros, com excelente pão e azeitonas. Uma dose de ovos mechidos com espargos verdes, carne de porco preto com maijoas, doses duplas de cerveja e um parto de queijo de serpa amateigado (4€)

Na Lagoa de Melides, no Restaurante Trimar, pela garantia da Dourada pescada no Mar, para dois 15€, e pela possibilidade de almoçar as 14h...vinho JP, meia garrafa a 4€, total, 2 pessoas 28.30€

Em Armação de Pera, no Restaurante Hera, junto a praia da Lota, funcional e agradável, por preços razoáveis, o casla 26.80€, dos quais 20€ popr um robalo escalado para dois, descafeinados (2) a 1.40, couvert 2.20, e cervejas e aguas 3,20.

Outras notas:

- Usar mais do que um mapa das estradas, sendo o do ACP apesar de tudo, bem mais eficente que o Michelin disponível na Net em