domingo, setembro 21, 2008

Relato de viagem, 48h no Alentejo e Algarve em autocaravana dos Knausers.

48h ao Alentejo e Algarve na semovente Knaus
Setembro 2008.


Era domingo 14 de Setembro, dia familiar lento, e quase a anoitecer, mas os trabalhos pendentes estavam derrotados, que fazer?
Pois que tal um caderno de encargos que permitisse recolher mais uns dados para um parecer já semi escrito, e já semi testado nos foruns de autocaravanismo?
O relatorio sobre autocaravanismo, em discussao publica, promovido pela CCDRA, e já divulgado na Newsletter merecia esse esforço. Afinal uma parte substancial deste relatorio é o trabalho de campo feito, com fotos dos locais mais apetecidos pelos autocaravanistas que visitam o Algarve...quase um guia de areas de pernoita e estacionamento...

Bora lá?
A consorte anuiu. Tanto basta.
Descer rápido uma maleta tipo saco com os essenciais, e com a viatura, estrada fora, pela A8 e Crel, direitos ao parking da semovente Knaus sport TI 700UFB, em Alenquer.
Troca de volantes, de posição de condutor, meia volta a chave de ignição, após as luzes de controle se apagarem ate so ficar a vermelha do travão. Depois aproar a EN nº 9, e dali a ponte da Leziria. Rumo a sul. Eram já umas 18.45h.
Sempre pela auto-estrada. Rumo a Vila Nova, depois do telefonema confirmativo de gente amiga à espera, e disponivel para um jantarinho na povoação mais mentirosa de Portugal, pois não nem é Vila, nem é Nova nem tem Mil Fontes....

Pelas 19.45h a andar rapidinho, passava-se Alcacer do Sal, depois Sines, depois a rota quase para Porto Covo, e o desvio a esquerda para Vila Nova. Sem GPS, sem mapa, quase de olhos fechados, porque o caminho também é velho conhecido.
Pelas 20.45H já na rotunda da escola, o telefonema reconfirmativo da morada...pois são só mais 4 rotundas....e depois...lá chegamos, e numa lateral à principal, excelente estacionamento da autocaravana num recorte amplo e vazio...Ficou legalmente estacionada. Persianas corridas, e entretanto chegava a nossa Vila Nova Connection. Abraços, beijos, que bom é rever amigos em viagem!

Acertos finais para o jantarinho. Vamos de carro! A escolha tem de ser de quem conhece o local, o convite era nosso. E lá fomos já noite fechada com uma lua cheia medrosa, como aqueles candeeiros solares em que as pilhas se vão desgastando, e a luz baixa de intensidade para os mínimos.
Ora bem, chegamos então a zona do canal, mas antes passamos ao longo do Rio por via marginal, por dois estacionamentos, um logo após o casario, à esquerda, em plataforma de areia, onde se acolhiam varias autocaravanas com um vista decerto excelente....outro, mais adiante , afastado e com painel informativo que as AC so podiam estacionar por 3h, nada que nos interesse, não iamos a praia...ao fundo, junto ao farol, há mais uns lugares de estacionamento, e na duna, ao fundo, frente ao mar, um restaurante...mas não era esse a meta.


Na zona final da estrada para o canal há um restaurante do lado direito com um amplo parque de estacionamento, depois, descendo para a esquerda deixa-se a plataforma e parking, onde aprentemente não se vêem sinais de poribição de estacionamento de AC, e em rampa vilsumbra-se logo a meca do nosso destino dessa noite: o Portinho do Canal.
Restaurante simpático, amadeirado, amplas janelas que de noie e fraca lua pouco mostram do mar em frente, patrão hsopitaleiros e comes...aquela hora reconvertidos em petiscos: salada de polvo, salada de ovas, camarão frito, mais pão torrado e com manteiga, azeitonas, mais vinho, coke zero, café, bolo, a incluir os tês...são 31 euros. Telefone para marcações ou encomendas, (especialidade a cataplana de tamboril, ou de marisco, e o arroz ou açorda de marisco) é o 283996255.

A conversa longa não foi posta só em dia no repasto. Continuou no trajecto back home, e depois prosseguiu ainda na morada hospitaleira. Aqui o dificil foi explicar e resistir ao convite de dormida no quarto dos hóspedes, mas que não, a cama da autocaravana esperava e nos temos hábitos matutinos, de manha acordar cedo, e cedo erguer! Beijos, abraços, despedidas, e quarteirão ao lado, entrar e dormir na autocaravana. O sono dos justos, em silêncio de um domingo de meio Setembro. Como se dormiu fora de um camping, os maximalistas do autocaravanismo de rua, aqui exultam!

Segunda feira de manhã, 15 de Setembro. Alvorada natural as 7h. Pelas 8.15, tudo pronto e após pequeno almoço habitual de café com leite e torradas, move-se a semovente, e volta a estrada principal, passa-se a ponte do rio Mira com brumas para nascente, e o horizonte da foz limpido. Estrada livre e sem grande trânsito, sempre a descer para sul até pegar a A22 Via do Infante, a uma velocidade de passeio, calma.

Era tempo de um telefonema para a Praia da Rocha. Mais um amigo, mais um olá, por cá, e o acerto de um encontro na praia frente ao Hotel Jupiter. Lá entramos na via de saida com a vista do Hoteld e Portimão ao fundo, e depois sempre a direito, sempre para a Praia da Rocha, quando se vê o mar há uma rotunda final, aí vira-se aos ¾ de hora, e sempre com predios do lado direito, vê-se logo a esquerda um parque de estacionamento de autocaravanas bem repleto...mas não era esse o nosso destino...seguimos ate a rotinda seguinte, depois um quarto de volta a direita e numa urbanização agradavel, foi estacionar.







Sem problemas de espaço, lá ficou a Knaus, tambem legalmente parada ao lado de primos automoveis, e não muito longe de outra autocaravana, matricula portuguesa, com um dos rodados a coxear em cima de uns calços de madeira. Correram-se as persianas, em total black out enfiaram-se os fatos de banho, e em minutos já estavamos a descer para a praia, para os braços e abraços do amigo comité de recepção. Bom mesmo o reencontro!

Ala pois para a praia, para os passadiços de madeira longuissimos, mas que o POOC aceita, ao longo de muitos restaurantes estilo palafita, todos militarmente uniformizados com a mesma farda arquitectonica, tipo hangar de aeroporto. Cada um deles tera custado uns 200.000 euros aos antigos concessionarios de barracões de Madeira obsoletos perante a ASAE.

Para conversar nada como um café numa dessas novas esplanadas...e feita a inspeção aos sanitários...irrepreensiveis...e aos chuveiros...igualmente irrepreensiveis, com duche quente temporizado, e tarificado a 1 euro. Ok, parece do melhor, e acessivel, não apenas aos clientes das infra-estruturas, mas de todos os utentes da praia.

Posta em dia a conversa, acerto do programa. Amigo não empata amigo, e assim fomos ate quase a praia do alemão, pelo tunel do comboio, e regressamos pelo tunel rochoso da avó, para o banho do casal Knauseriano, os anfitriões regressaram e acertaram no reencontro para almoçar as 13h junto da autocaravana. Banho excelente em maré montante, muita gente na paria, estarngeiros em quantidade suficiente e portugueses tambem. E animação de motas de agua, kit surf, pedaleiras gaivotas, barcos, canoas, como se estivessemos em pleno Agosto....ficaram nas fotos...

Até que de repente no areal se vislumbra uma autocaravana. Que topete! Face as leis, regulamentos, operaçoes noticiadas da GNR, como tal sera possivel? Quem é o prevaricador ousadao? Um portugues? Uma recolha de abaixo assinados pelo livre estacionamento? Um estrangeiro? Vamos a ver...e é uma empresa de higiene e segurança do trabalho totalmente destemida, desinibida, e ao trabalho...comentários para quê? Fica a foto. Sem delação, isto é, sem matricula.

Dia quente, banho quente, caminhada de regresso para os chuveiros quentes, e portanto tudo a pedir almço frio de salada...em esplanada fresca. Bom agape entre amigos, e depois passeio digestivo até ao forte da Praia da Rocha, vistas sobre a foz, a marina, a praia e o castelo de Ferragudo. Paisagens de eleição. E depois o adeus, um ate breve, qualquer-dia.

Rota retomada pela Via do Infante para outro objectivo do caderno de encargos. Ver o parque de campismo de Cabanas ditod arIa formosa, inaugurado em Maio de 2008 e encontravel na net em:
http://www.campingriaformosa.com/
La fomos. Objectivo: verificar a sua adaptabilidade ao uso de autocaravanas, atentos aos comentariso que constam do relatório da CCDRA sobre autocaravanismo. Resolvemos ficar para a estadia e pernoita. Como nós, varias outras autocaravanas...suecas, belgas, francesas, ingleas, espanholas, holandesas...em maioria, sobre qualquer outro tipo de ocupação, fosse em tendas ou caravanas...poucos portugueses. Notamos, com estranheza, que não pareciam constrangidos, nem exibiam nenhum uniforme de aprisionados, apesar de estarem num parque de campismo.

Aqui fica o nosso veredicto:
Pró:
camping plano e amplo para faceis manobras
limpeza, localização, equipamentos e acessos excelentes
instalaçoes sanitarias gigantescas, area de apoio construida de restaurante e supermecado mais do que suficientes
piscina de adultos mais do que suficiente, e de crianças idem.
Jardim infantil de 5 estrelas
area de serviço para autocaravanas suficiente.
Modernidade do controle electronico de entradas de pessoas
È mesmo assim:
preço para autocaravanas sem tabela propria de forfait (pagou-se 13,50 sem electricidade)
barreira de controle após curva, e não na recta de entrada.
distancia de 1,4km da praia e centro urbano
ausencia de navette (publica ou privada) entre o camping e o centro.
Aluguer de bicicletas apenas aberto da parte de manhã.
Ausencia de sombras
ausencia de bungalows para alugar.




É de sublinhar: clientes em maioria de autocaravana, e estrangeiros. Como a praia e o centro ficam a 1,4km (ida e volta portanto já a superar a meia légua) há que prever que muitos autocaravanistas não o utilizem, pois nem todos se fazem acompanhar de bicicletas, ou outro meio similar, ou não têm já idade pelo tempo de reforma para o fazerem...e, por outro lado não gostarão de ficar fechados no camping, a menos por uma estadia curta, para repor energias de viagem, abastecimentos, ou apanhar bronze na piscina. Mas, sublinhe-se, não há duas pessoas iguais, e gostos não se discutem, e por isso a apreciação global é bem positiva, e este camping tem de facto condições para apoio activo aos autocaravanistas que também frequentem parques.

Fica a sugestão com boa intenção:
prever aluguer de bicicletas todo o dia
tentar criar uma pequena navette do camping
acordar com o Clube Portugues de Autocaravanas, e ACP Automovel Clube de Portugal um tabela forfait para autocaravanas, eventualmente em zona propria demarcada.
Antecipar a colocação das barreiras para a recta que antecede a recepção (facilita a curva às autocaravanas longas, e aos conjuntos longos de carro e caravana.

Passamos pois uma noite no Camping.
Quanto ao jantar fomos a pé, pois então! Até a praia de Cabanas e regressamos pela mesma via. No problem...
A ideia era ir ao Jerónimo comer a alhada de raia, já referenciada e recomendada em outra crónica da Newsletter...mas correu mal.
Começamos por se escolher uma mesa, na esplanada, livre, para os dois, e só depois da escolha, um empregado vem dizer que não, pois estava reservada....ocupa-se entao, ordeiramente, uma segunda mesa para dois...nao reservada, e pede-se a ementa...alhada de raia esgotada, ok, prossegue a procura na ementa de alternativa, e eis senão quando, a mesa reservada, deixou de o ser, e vai pelos ares juntar-se a um outro bloco de 4 lugares...assim não. Por principio, não ficamos em restaurantes que tratam assim os nacionais...de facto, a estrangeirada é sempre a preferida, por mais gastadora...

Seguiu-se a alternativa quase ao lado, o Restaurante do sr. Desidério Monteiro. Monteiro para a fachada, Desidério para a cozinha, e para os amigos e conhecidos, com a mulher a servir à mesa. Ganhamos com a escolha, Recomendamos o Monteiro. Qualidade de serviço Ok, mesas livres e não encapotadas e reservadas para estrangeiros, na esplanada. Preços Ok. Escolha de ementa ampla (sem a alhada de raia) mas com filtes de polvo fresquissimos..e sardinhas, muitas, boas, e à maneira. Preço tudo incluído, vinho, café, pão, azeitonas, etc foram três merecidas notas rosadas, 30 euros.

A noite enluada tinha grilos por tudo quanto era arvore, durante o caminho ( e de dia tinha cigarras). Mas dormiu-se o sono dos justos autocaravanistas em parque de campismo, para desgosto, escandalo, e espumar de raiva dos caudilhos dos fundamentalistas anti-parques de campismo. Que como sempre, tocam anónimos o sino a rebate, sem ousar dar a cara...

Amanheceu fresco o dia de 16 de Setembo, 3F, pelo raiar do Sol às 7.3oh. Vento fresco a soprar desconselhou a programada ida à praia, e a passagem de barco para a Ilha de Cabanas. Uma pena.

Prossegue então o trabalho de campo de reconfirmação do relatório da CCRDA. Rumo a Manta Rota. Um novo parque de estacionamento espectacular, excelente, amplo, sem parquimetros ou tarificaçao de preços (!) mesmo a sugerir ali o estacionamento, quiça a pernoita da autocaravana. Porém, todavia, contudo...esbarramos num cartaz informativo, e desanimador de proibições, e que aqui fica em foto. E fica também no forum do portal Camping Car Portugal para alargada troca de impressões. Está em:
http://www.campingcarportugal.com/forum/viewtopic.php?t=331

Seguiu-se pois caminho para a auto-estrada, em direcção a Castro Marim, para passar a ponte para Espanha e visitar um dos grandes atractivos turisticos do Alagrve: as bombas de combustivel de Ayamonte, no caso concreto a bomba da BP, logo na primeira rotunda, com gasoleo a 1, 178, quando a GALP em Portugal apregoava 1,309 no mesmo dia. Com um depósito a acender a luz de alerta (tinha sido cheio em Espanha frente a Vilar Formoso, no regresso da ultima viagem) e quase esgotado nos seus 100 litros de capacidade foi mesmo de reabastecer....e depois estacionar, logo ao lado, no amplo parque dos seupernacdso da Mercadona para comprar agua, e outros pequenos viveres, de preços mais pequenos, também porque o IVA em Espanha continua anão, isto é 16%, e não atinge sequer a maioridade, em vez dos 20% nacionais.

Ora, regresso a Portugal, e rumo a norte, desvio da estrada principal para a foz de Odeleite para seguir pela estrada de Guerreiros do Rio, ao longo do Guadiana, ate Alcoutim, viagem sempre de se fazer pela paisagem. Aqui não há problemas de estacionar, logo depois da ponte, há um amplo parque de terar batida onde aliá já estava mais uma autocaravana de turistas ingleses. Lá ficamso gratuitamente, durante o tempo da visita que valeu a pena ao Castelo de Alcoutim, e à exposição dos jogos arabes. Entradas a 2,50 eurso cada adulto. È ver as fotos...




No final um café, aliás dois cafés, um euro, no excelente miradouro sobre barcos e iates, Espanha e o Guadiana, com uma estátua de um GNR marmóreo, a prescrutar horizontes que perderam contrabandistas com a integração na União Europeia, enfim, mais um desmpregado político-tecnologico. Tempo descansativo com temperatura e visibilidade de céus azuis.

E volta a roda do tempo a andar, mais uma voltinha para o menino e para a menina. Ao volante da autocravana coma consorte ao lado a ver GPS e mapas...será que dá para chegar ao Pomarão, já nosso conhecido, mas indo pelo sul? Um atlas espanhol, diz que sim..ha estrada directa de Mouriscas para o Pomarão...e o caminho do GPS, pela Route 66, confirma...ha estrada directa pelo sul para o Pomarão...Só faltou consultar o mapa do ACP, e devia...

Ora bem, não há nenhuma estrada pelo sul para o Pomarão, continua a faltar a ponte...mas isso so se reconfirmou em Mesquitas....quase entalados em ruelas sem saida, com um alentejano, que explicou que só por terra batida se chegava ao rio, e depois para o Pomarão, só de barco, que a autocaravana não passava. Pois lá se atrasou o almoço, então...meia volta, rumo à nacional, passar por Mértola, aqui hesitação...comer em Mertola, ou nas Minas de São Domingos? Pois nas Minas e ver (rever) a praia fluvial.




Lá fomos a São Domingos, almoço no restaurante da Estalagem de São Domingos com atendimento de duas gémeas eslavas...ou quase. Ambiente de estradistas, qualidade de caminheiros, preços por aí...ou seja, o casal 21€ por refeição completa. Sem café, reservado para a esplanda do bard e paoio a paria fluvial. No amplo estacionamento estavam três autocravanas, nós incluidos: a outra portuguesa, e um camper ou auto vivenda, francesa. Parece excelente para estacionar e gozar a praia (aguas certificadas) e ate para pernoita. Nenhum sinal indicativo do contrario naquela praia fluvial da Tapada Grande...Area de serviço de aguas, electricidade e depejos, não se viu. Do que se viu, ficam as fotos. E recomenda-se....

Feito o descanso, que não a sesta, começou o regresso aconselhado entretanto por telefonemas a marcar compromissos de trabalho para o dia seguinte, na grande Lisboa. A estrda foi-se desenrolando...por Serpa, por Beja, Sta Margarida do Sado, e por ai fora para norte, com paragem no Canal Caveira. Um café, umas compras de vinho, um desentorpecer de pernas. Por fim a chegada ao Alenquer Camping - que tem um protocolo com o CPA- Clube Portugues de Autocaravanas, para um mergulho na piscina, e um churrasco de fim de tarde. Foi pois simples, o retorno à base de parqueamento da AC, sempre pelas nacionais, e com travessia do Tejo pela velha ponte de Vila Franca de Xira.

O balanço destes dois dias, ou duas noites de sortida, completaram-se em cerca de 1100Km, a uma média a olhometro de 11L /100 a andar rapidinho, e de 10L/100 em ritmo de passeio.

Seria desejavel mais tempo, mas a vida é o que é, e não aquilo que nós queremos que seja. Basta a certeza de vai haver mais. Logo que, o quando, se transforme em amanhã....

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sábado, setembro 20, 2008

recuperaçao do mercado inglês de caravanas e autocaravanas em 2008

Notícias do Birmigham post
Business booms with caravans a la mode
Aug 19 2008
The credit crunch is making business boom for a West Midland caravan company.
Despite the rainy summer, more people are taking caravan trips as the credit crunch makes it harder to justify expensive breaks abroad.
And Salop Leisure, a caravan sales company with offices in Stourbridge and Shropshire, says it is on course for a record year of sales after a busy start to 2008.
Chairman Tony Bywater said he was delighted with performance, with touring caravans and motorhomes in particular demand.
Mr Bywater said: “After two years of record sales, I am delighted to report that the signs are pointing to an even better year for the company in 2008.
“We have been amazed at the number of touring caravans and motorhomes that have been selling to first time buyers.
There is strong evidence that more families are abandoning package holidays to Europe because of the rising cost of flying and the strength of the euro.
“Our research shows that people, who were taking a week or a fortnight in Spain, France or Greece, are now opting to buy a touring caravan or motorhome because it allows them the freedom to enjoy holidays and weekend breaks anytime and anywhere they please.
“We are also finding that customers are carefully planning what they are going to spend on holidays in the next 10 years and recognise that owning a touring caravan, holiday home or a motorhome offers good value for money. There is no doubt about it, caravans are now considered cool, probably because of the improvements that have been made in recent years to provide home from home luxury.”

sexta-feira, setembro 19, 2008

reformados noruegueses adoptam pela qualidade de vida em autocaravanas

Geração sénior à procura da liberdade opta por autocaravanas na Noruega....

“ When I’m sixty-six, I’ll do what I want" é um verso retirado de um sucesso musical que atingiu os tops noruegueses há alguns anos atrás. Actualmente, esta máxima faz todo o sentido para uma grande parte dos pensionistas noruegueses, abençoados com uma boa saúde, uma situação financeira estável e um enorme desejo de viajar. O facto de existir um número crescente a adquirir autocaravanas e a traçar a sua própria rota de férias, reflecte esta tendência de procura de liberdade.
Flexibilidade
Muitos adquirem uma autocaravana aquando da emancipação dos seus filhos.Pensionistas activos apreciam a flexibilidade que a autocaravana proporciona; podem visitar uma variedade de destinos e existe uma menor necessidade no que diz respeito à sua manutenção comparativamente com barcos ou casas de férias.Os pensionistas noruegueses também não são tão afectados pelo aumento do custo de vida comparativamente com outros grupos. Desta forma, eles passam a constituir um segmento crescente no mercado do autocaravanismo.

Åse e Alf Vige desfrutam a sua viagem anual a Espanha na sua autocaravana.
Fotografia: Nicolay Prebensen/Scanpix.

As autocaravanas estão a tornar-se mais luxuosas. Bens de conforto, tais como sofás em pele, plasmas, banda larga e máquinas de lavar, há muito que deixaram de ser consideradas raridades. E mais, as autocaravanas na Noruega são bem mais espaçosas, tendo um comprimento médio de sete metros.
Melhores instalações
Prevê-se que, na Noruega, o número de autocaravanas atinja os 25 000 em 2008. Muitos municípios estão a prepara-se para uma forte afluência de caravanistas.Apesar dos regulamentos de parqueamento se aplicarem quer a veículos comuns, quer a autocaravanas, estão a ser criadas áreas de descanso nas vias rápidas, sendo particularmente adequadas a este tipo de veículos de maiores dimensões. Parques de campismo e algumas áreas de serviço já dispõem de instalações para esvaziar os resíduos de água e os detritos e para reabastecer o depósito de água.
Conduzir com precaução
É importante demostrar respeito pelo trânsito quando se conduz uma autocaravana.Como estes veículos gigantescos pesam cerca de 3,5 toneladas, será aconselhável dar passagem a outros veículos de forma a evitar a formação de filas. A largura destes, entre 2,2 e 2,3 metros, torna a precaução na condução essencial em ruas mais estreitas.

A queda de água Låtefoss no município de Odda a situada a ocidente na Noruega.
Fotografia: Arne Nævra/Scanpix.
Vantagens
Se questionar um pensionista, a razão pela qual optou por uma autocaravana, provavelmente irá afirmar que, desta forma, dispõe do seu próprio hotel e restaurante para onde quer que se desloque. E melhor de tudo: antes de se sentar ao volante, não tem que decidir o destino a tomar.

quinta-feira, setembro 18, 2008

MIDAP e CAMPINGCAR PORTUGAL analisam seriamente relatorio da CCR Algarve.

Nota: A newsletter congratula-se com a maturidade do movimento autocaravanista português, que produziu dois excelentes documentos, sérios e não populistas, capazes de favorecerem a tomada de consciencia pelas autoridades da necessidade de se favorecer esta forma emergente de turismo itinerante:
- O MIDAP e o portal CCP.
O Midap enviou hoje ao Presidente da CCDRA um significativo contributo com sugestões de complemento e alteração do Estudo sobre Autocaravanismo elaborado pela CCDRA.





Exmo Senhor Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve.

O MIDAP – Movimento Independente para o Desenvolvimento do Autocaravanismo em Portugal, recentemente constituído, não pode deixar de saudar o estudo agora publicado sobre a actividade do Autocaravanismo no Algarve
Trata-se, sem dúvida, de uma abordagem muito séria, quantificada, que põe em evidencia os aspectos positivos do Turismo Itinerante no Turismo Algarvio e, em simultâneo, as fragilidades para lidar com este tipo de Turismo emergente em Portugal.

Como o estudo se encontra em fase de discussão pública, não queremos deixar de aproveitar a oportunidade para também contribuir com a nossa reflexão:

Consideramos justa a reflexão sobre o impacte económico de um turismo não sazonal e que traz um valor acrescentado importante à economia regional.

A falta de estacionamentos com espaços adequados ao gabarito das autocaravanas e de estruturas de apoio com serviços (águas sujas, limpas e electricidade) é uma falta sentida por todos nós e só podemos concordar e aplaudir com o incentivo feito às Autarquias para promoverem a sua construção.

A localização de estacionamentos especiais ou das Áreas de Serviço deverá reger-se pelas condições básicas para o seu sucesso e efectiva utilização, tal como referido no relatório, entre as quais se destaca a proximidade aos pontos de interesse locais ou com enquadramentos paisagísticos atractivos.

Este reparo é importante, dado que o meio de transporte principal dos turistas em Autocaravana é a própria Autocaravana.

Nada mais nos agrada que ouvir entidades oficiais anunciarem que pretendem promover o Autocaravanismo e não desincentivá-lo.No entanto há um sentimento que trespassa todo o estudo e que aflora de vez em quando, em situações concretas.

É nossa opinião que este sentimento não é mais que a dificuldade em distinguir entre o normal estacionamento de autocaravanas e um acto de campismo abusivo (selvagem) e que está subjacente a todo o estudo e inquina, de forma importante e decisiva, as conclusões.

Não são V.Exas os responsáveis por esta situação! Na verdade, e conforme está documentado em muitas fotografias, são os utilizadores de Autocaravanas os responsáveis por esta imagem negativa e que contraria o código de conduta dos Autocaravanistas.

Destacamos, também, que não é este o comportamento normal dos autocaravanistas quando utilizam os parkings adaptados a autocaravanas ou as áreas de serviço para autocaravanas, nos seus países de origem.

O MIDAP, seguindo os referidos códigos de conduta, é frontal e absolutamente contra toda a atitude de paragem de Autocaravana, em que por abertura do toldo ou de extensões, colocação de equipamento no exterior, ou outras, possa configurar uma atitude de campismo abusivo fora dos locais destinados a este efeito: Parques de Campismo.

O Autocaravanismo é por definição uma forma de Turismo Automóvel Itinerante e como tal deve poder estacionar nos locais em que o gabarito da viatura ou outra legislação não o interditar.Levantam V.Exas a questão da análise da diferença entre estacionar e acampar, na Análise do Quadro Jurídico a páginas 106 do Relatório.

Não podemos concordar com o referido no ponto 5 pois uma Autocaravana, desde que não tenha em contacto com o solo, mais do que os pneumáticos e não tenha no exterior quaisquer pertences e não ocupe mais espaço que o correspondente às suas dimensões, e demarcações no solo a existirem, não oferece quaisquer dúvidas de que se encontra devidamente estacionada e não “acampada”.

O que se passa lá dentro, e guardadas as normas da moral e bons costumes, é indiferente e legítimo, desde que não transpareça para o exterior, incluindo quaisquer líquidos.É evidente que os comentários de rodapé ao referido ponto 5 e referenciados com o nº 12 se nos afiguram inoportunos, infundados e dispensáveis tendo em conta a utilização da Autocaravana como veículo adequado à prática de Turismo Itinerante.

Aliás, V.Exas reconhecem no ponto 6, a ilegalidade de impedir o estacionamento de uma Autocaravana que cumpra com o Código da Estrada, sendo que a coima por esse facto, ou a sua remoção configura um abuso de direito.Assim, sendo para nós clara e inequívoca esta premissa, não se nos afigura necessário o referido no nº 14 das Conclusões, a páginas 128, que nos parece excessivo, abusivo e atentatório das liberdades individuais e que vai contra os objectivos que estão na base deste estudo: incentivar o autocaravanismo, como forma de Turismo Itinerante.

Não existe na Europa legislação que autonomize a figura de Autocaravanas.

Classificam-se, de acordo como o seu Peso Bruto, em viaturas ligeiras ou pesadas.A Autocaravana é pois um veículo completamente legal, que deverá cumprir todas as normas do Código da Estrada!

Em consequência também não podemos concordar com o ponto nº 16 das Conclusões

Quanto ao ponto nº 17, concordamos em absoluto com o disposto na alínea a), desde que a interdição seja genérica a todas as viaturas automóveis.

Consideramos, contudo, que podem ser criadas zonas de acesso controlado, de modo a permitir a todos o usufruto de belezas naturais, o que seria conseguido com uma gestão prudente mas racional dos acessos.Já quanto ao disposto na alínea b), pelas razões invocadas anteriormente, se nos afigura abusivo e anticonstitucional, o seu conteúdo.

É discriminante, que um veículo automóvel perfeitamente legal, seja limitado no seu estacionamento a uma zona determinada, só tendo por base a sua construção ou tipo de utilização, e não o seu gabarito, único critério distintivo possível!

Não podemos pois concordar que o estacionamento das Autocaravanas fique relegado a zonas periféricas dos centros de interesse, que virão a ser aprovadas por decisões ordinárias dos Executivos Municipais e das suas Assembleias, sem ter em conta os interesses dos Autocaravanistas, que podem não ser chamados a intervir em tais processos decisórios, por a lei a tal não obrigar.

Contudo, entendemos, até pela essência do Autocaravanismo – Turismo Itinerante – que o estacionamento de Autocaravanas em locais específicos ou na via pública em geral, possa ser limitado temporalmente, e até tarifado ( com parquímetros) de forma proporcional ao espaço ocupado.

Em França, que muito bem vos serviu de referência, é vulgar limitar o estacionamento a períodos de 24, 48 ou no máximo 72 horas.

Esta limitação potencia a rotatividade de utilização dos lugares e evita abusos associados à permanência prolongada. Esta situação afigura-se com toda a importância, em toda a linha do litoral, como está bem patente no caso algarvio.

Podemos e devemos fazer idêntico!Não podemos concordar com a invasão de terrenos públicos ou privados, áreas protegidas, parques nacionais, etc. Estes abusos deverão ser sancionados e as autoridades deverão intervir, tal como o fariam para qualquer outra viatura.

Não abdicamos, contudo, de estacionar as nossas Autocaravanas na via pública e nos parques de estacionamento públicos, desde que não prejudiquem a visibilidade, o comércio, o tráfego, enfim todas as regras que estão previstas no nosso código de conduta e no Código da Estrada.

Por isso, também solicitamos às Autarquias que, ao realizarem estacionamentos públicos, tal como prevêem locais adaptados a viaturas conduzidos por deficientes motores, prevejam uma quota parte de locais com dimensões adequadas a Autocaravanas.

Queremos ser vistos como Turistas bem vindos!Queremos que os abusos sejam punidos!Queremos que Portugal seja uma referência positiva para o estrangeiros que nos visitam, aliando a nossa simpatia e cordialidade à existência de uma rede de Áreas de Serviço!.

Não queremos que Portugal seja conhecido por um País onde, sem qualquer problema, se estaciona e se acampa, onde muito bem lhe aprouver, sem dar satisfação a ninguém!Estes são os nossos propósitos e no MIDAP pretendemos conjugar esforços para que esta realidade possa ser a nossa, num curto espaço de tempo!

Sendo um Movimento transversal da Sociedade aproveitamos o ensejo para vos convidar a formalmente nele participar. Desde já deram um valioso contributo ao Autocaravanismo, não só no Algarve mas em todo o País.

Do mesmo modo disponibilizamos a nossa capacidade de cooperação em qualquer momento futuro deste processo em que tal se revele útil.

Lisboa 18 de Setembro de 2008

A Comissão Instaladora

Seco dos Santos

Nuno Pires

Diogo Ferreira



CampingCar Portugal
O Portal Português de Autocaravanismo
CARACTERIZAÇÃO DO AUTO-CARAVANISMO NA
REGIÃO DO ALGARVE E PROPOSTA PARA
DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉIA DE
ACOLHIMENTO


CCDR Algarve
Julho de 2008
Documento na integra em:


http://www.campingcarportugal.com/diversos/CCDR_analise_CCPortugal.pdf
Objectivo
O presente documento pretende registar a análise efectuada pela equipa gestora do Portal CampingCar Portugal (Portal Português de Autocaravanismo) ao estudo de CARACTERIZAÇÃO DO AUTO-CARAVANISMO NA REGIÃO DO ALGARVE E PROPOSTA PARA DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉIA DE ACOLHIMENTO, elaborado em Julho de 2008 pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve.

Introdução
O Portal CampingCar Portugal tem efectuado diversos contactos com responsáveis autárquicos, incluindo a RTA, na pessoa do seu ex-Presidente Hélder Martins, desde Março de 2006. Estes contactos têm sido sempre efectuados com o objectivo de mostrar a necessidade de serem despoletadas acções que levem a um melhor conhecimento desta actividade turística, as suas potencialidades, bem como a criação de estruturas de acolhimento dedicadas. Nestas reuniões tem sido sempre entregue um dossier dedicado a esta matéria, o qual inclui várias soluções técnicas para implementação destas infra-estruturas. Esta mensagem foi especialmente assimilada nos contactos com a Câmara Municipal de Portimão, a qual tem em previsão a implementação de duas áreas de serviço para autocaravanas. Existem propostas sob análise de outros municípios.

O Portal CampingCar Portugal tomou esta iniciativa, na sequência do seu conhecimento sobre a realidade autocaravanista portuguesa, especialmente na zona do Algarve. Este conhecimento e a larga experiência autocaravanista da equipa dinamizadora do Portal, quer em Portugal quer no estrangeiro, levaram a que se sentissem na obrigação da elaboração desta análise. Optou-se por efectuar uma divisão simples e directa deste parecer, direccionada para uma opinião geral sobre o documento:
• Pela positiva
• Pela negativa
• Propostas de melhoria
Estamos também em condições de apresentar uma análise ponto-a-ponto do relatório em causa, se for entendido com interesse pela CCDRA.

Pela positiva
1. Pela primeira em Portugal vez foi efectuado e divulgado um estudo relacionado com a actividade turística que é o autocaravanismo. Tendo este estudo sido elaborado por uma entidade isenta, isto é, não relacionada com o autocaravanismo, representa um avanço significativo no entendimento da importância que esta actividade turística representa.
2. O autocaravanismo é referenciado como uma actividade turística, com interesse para as regiões que a recebem.
3. É referido explicitamente que o relatório não pretende uma desincentivação da prática do autocaravanismo, mas antes pelo contrário, propor regras e desenvolvimento de soluções ao nível de estruturas compatíveis.
4. Mostrar com base em estatísticas aquilo que as organizações ligadas ao autocaravanismo referem há vários anos, junto das autarquias e outros órgãos com responsabilidades ao nível da gestão local.
5. Considerar o modelo francês como modelo de referência nesta matéria, apesar da zona escolhida não ser a que consideramos como mais representativa. Neste aspecto, a Bretanha é seguramente um modelo mais representativo das melhores praticas, com características territoriais comuns ao Algarve.

Pela negativa
1. Não foi interiorizado pela equipa relatora a definição geral dada ao Turismo Itinerante em Autocaravana, tanto em Portugal como nos países vizinhos, pelas entidades verdadeiramente ligadas ao autocaravanismo e pelos próprios adeptos. Foi entendido que o autocaravanismo é (apenas) uma vertente campista que carece de condições e tratamento específico.
Consideramos que a utilização da autocaravana é constituída por dois ramos distintos, que apenas têm em comum a utilização do mesmo veículo, mas com objectivos e motivações bem diferentes. Nesta perspectiva identificamos:
• Um ramo puramente campista, em que os utilizadores da autocaravana têm como “porto de abrigo” os parques de campismo para a sua estadia, normalmente por períodos relativamente longos, visando um contacto directo com a natureza e o ar livre. Sob esta utilização, pensamos que os Parques de Campismo asseguram minimamente a sua função.
• Um outro ramo, aquele que os autocaravanistas (nacionais e estrangeiros) geralmente designam como Turismo Itinerante. Esta vertente privilegia a viagem e, consequentemente, as paragens breves, sem a utilização do espaço exterior do veículo com qualquer utensílio, inclusive os tradicionalmente associados à actividade campista. Nesta vertente a motivação é a descoberta, a exploração de novas paragens e gentes, isto é, o turismo cultural. Este tipo de entendimento não é particular nem restrito, e como prova disso temos a intervenção da Senadora Ana Maria Chacón (PSOE - Espanha), quando apresentou uma moção na Câmara Alta do Senado, para que o Governo espanhol adoptasse medidas para apoiar o desenvolvimento da actividade autocaravanista:
“(…Cuando hablamos de autocaravana no estamos hablando de campismo --actividad distinta, regulada por leyes y normativa diferente, que cuenta con sus instalaciones y sus usuarios--, sino de un vehículo vivienda diseñado y homologado para viajar habitándolo, con unas obligaciones y derechos establecidos en la Ley de tráfico.…)”.
Reforçamos que esta moção foi aprovada por unanimidade em 9 de Maio de 2006.
A não interiorização supra referida, deverá estar relacionada com o padrão comportamental dos turistas estrangeiros que frequentam o Algarve na época baixa. São pessoas que vêm em busca do sol e do clima ameno, que efectuam paragens prolongadas no mesmo local, utilizando o mesmo, de certa forma como o fariam num parque de campismo. Não apadrinhamos esta situação, pois partindo do princípio em que o turista pretende este tipo visita, deverá dirigir-se aos parques de campismo da região.
Se o objectivo é a circulação e a paragem breve (até 72 horas), utilizando só e apenas o equipamento (extremamente confortável) que a autocaravana disponibiliza no seu interior, então aí entra a filosofia de utilização das áreas de serviço e pernoita para autocaravanas, ou mesmo os espaços reservados ao seu estacionamento.

2. A leitura do relatório conduz o leitor à eventual conclusão de que a partir do momento em que os municípios criem condições dedicadas ao estacionamento das autocaravanas, poderão vedar a circulação ou mesmo o seu estacionamento noutros locais envolventes. Esta situação deverá ser esclarecida, pois não é plausível que se apliquem limitações globais à circulação das autocaravanas, exclusivamente devido à sua construção/utilização como veículo e não à dimensão do mesmo. A interdição ao estacionamento destes veículos, havendo alternativas dedicadas de acolhimento, deve ser sempre analisada tendo em atenção de que o meio de transporte do autocaravanista é a própria autocaravana.
Sabendo desta limitação, e não sendo possível, a título de excepção, a disponibilização de Áreas de Serviço em locais centrais, os municípios devem analisar as hipóteses disponíveis ao nível de transportes públicos. Como exemplo, damos a localidade francesa de Saint Malo que tem à disposição dos autocaravanistas uma AS na periferia da cidade, mas a mesma tem uma navete (diária e gratuita!) que a interliga ao centro da cidade, com saídas de 15 em 15 minutos. É claro que quando estão estabelecidas políticas eficazes de captação de turistas, funcionam sistemas criativos como este, implementados pelos dinamizadores turísticos locais.

Propostas de melhoria
1. Constituição interna da autocaravana
O desconhecimento da constituição interna da autocaravana é um dos motivos que usualmente contribui para a sua menor aceitação. É um veículo ainda muito desconhecido em Portugal, mesmo por parte de indivíduos com competências reconhecidas em muitas áreas do conhecimento.
Propomos que o relatório integre um capítulo que se refira às facilidades que este tipo de veículos comporta, como duche, WC, cozinha, quarto de dormir, etc. É de crucial importância uma referência à total compatibilidade que estes veículos apresentam em termos ambientais, pois estão dotados de depósitos de água potável e de águas residuais (negras e cinzentas). Pelo descrito no relatório tememos que seja (mal) entendido que os despejos das águas residuais se devam à ausência destas facilidades técnicas e não a comportamentos pontuais e irresponsáveis dos seus utilizadores.
2. Veículos “eco-compatíveis”
O relatório refere-se apenas a estes veículos como uma potencial ameaça ambiental. No entanto, foram omitidos factores importantes, que não podem ser escamoteados, como o baixo consumo de recursos que o turismo itinerante em autocaravana pressupõe. Esta é uma mais valia de defesa ambiental inquestionável, em comparação com as formas de turismo tradicionais. Uma família de 3 a 4 pessoas consome em cerca de 3 dias cerca de 120Lt de água potável, fazendo face aos cuidados normais de higiene (duches, etc) e lavagens de louça. Este valor é de 171 Lt por pessoa/dia no consumo doméstico, em que cada duche pressupõe um consumo situado no intervalo de 40 a 80 litros de água
Em termos energéticos, a generalidade das autocaravanas está dotada de painel solar e baterias, pelo que nas suas deslocações/paragens raramente efectua consumos da rede eléctrica, contrastando com as outras formas de turismo/alojamento .

3. Áreas de Serviço e Pernoita em Portugal
O relatório não referencia algumas boas práticas já existentes em Portugal, como a implementação de AS nalguns concelhos ou mesmo a simples reserva de lugares de estacionamento para autocaravanas. Desde o ano de 2000 que tem havido alguma evolução na implementação destas estruturas de acolhimento. A referência a estes locais, mais “próximos” do que a realidade francesa, e totalmente integrados na moldura nacional poderá constituir um catalizador precioso para uma tomada de decisão análoga, por parte dos autarcas algarvios. Como exemplo temos:
• Aldeia da Luz
• Mação
• Batalha
• Abrantes
• Freixo de Numão
• Terrugem (Elvas)
• Izeda
• Etc
4. Analisar a DIRECTIVA 2001/116/CE DA COMISSÃO
A DIRECTIVA 2001/116/CE DA COMISSÃO, de 20 de Dezembro de 2001, que adapta ao progresso técnico a Directiva 70/156/CEE do Conselho relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes à homologação dos veículos a motor e seus reboques.
É nossa convicção que se deverá concluir com esta análise que os aspectos ligados à circulação, paragem e estacionamento das autocaravanas devem reger-se pelas normas aplicáveis aos veículos em geral e não por especificações particulares. Esta Directiva e respectivos objectivos,
contrariam totalmente a posição da equipa relatora, evidenciada no nº 17 da Proposta Final, o qual refere excepções aplicáveis ao estacionamento e circulação das autocaravanas, discriminando-as única e exclusivamente pelo seu tipo de utilização e não pela sua dimensão ou massa. Considerámos este ponto do relatório completamente desadequado e desintegrado do teor global do mesmo.

5. Considerar a Instrucción 08/V-74, de 28 de Janeiro de 2008, da Dirección General de Tráfico (MINISTERIO DEL INTERIOR Espanhol) Propomos que esta instrução seja considerada, no âmbito deste relatório, bem como aquando da definição de directivas a emitir pelas entidades competentes, relativamente à utilização das autocaravanas em Portugal. É nossa perspectiva que através desta instrução, a qual toma em linha de conta a DIRECTIVA 2001/116/CE, são apresentados esclarecimentos como:
• Os aspectos ligados à circulação, paragem e estacionamento das autocaravanas devem reger-se pelas normas aplicáveis aos veículos em geral.
• A indicação de abandono de locais, ou eventual interdição dos mesmos à paragem das autocaravanas, deve ser necessariamente motivada e fundamentada com razões objectivas, como as dimensões exteriores de um veículo, mas não pelas suas características de construção, ou por razões subjectivas como comportamentos repreensíveis e puníveis como ruídos nocturnos, despejo de lixo ou águas residuais em locais impróprios, monopolização do espaço público com objectos, ou outras situações de abuso, contra as quais as autoridades dispõem de
mecanismos legais eficazes, não discriminatórios, contra todos os infractores, sejam eles utilizadores de autocaravanas ou de qualquer outro tipo de veículo.
• Estando um veículo correctamente estacionado, isto é, cumprindo os regulamentos em vigor, não é relevante que os seus ocupantes se encontrem no interior do mesmo, e a autocaravana não constitui excepção, desde que a actividade dos mesmos se restrinja ao interior do veículo e não transborde para o exterior, como por exemplo através da colocação de objectos que ultrapassem o seu perímetro: toldos, mesas, cadeiras, etc.

Reformados franceses vivem (bem) em autocaravanas

Jean-Claude Billet, à 70 ans, passe sa retraite non pas dans un
endroit cossu de la Côte de Lumière, mais dans son camping-car.
http://www.ouestfrance-auto.com/actu_son-camping-car-est-sa-maison_1905.htm

« Bienvenue dans ma niche ! ». Voilà le petit nom que Jean-Claude Billet donne à son camping-car. Retraité de l'enseignement, l'homme a décidé de vivre dans une maison sur roue de 6,50 mètres de long et de 2 mètres de large. « Mon fils m'a connu vivant dans un grand appartement, quand j'étais prof à La Roche. Une fois, il m'a dit si j'avais su qu'un jour mon père terminerait SDF », se souvient Jean-Claude Billet.
« J'ai fait un choix de vie. Je n'ai pas besoin d'une salle de bain toute en marbre. Les futilités ne m'intéressent pas. Je vis en harmonie avec la nature. Et pourtant avec ma retraite de prof, je pourrais me payer une belle maison », explique le retraité en installation plomberie chauffage. L'oeil malicieux et la voix enjouée, cet amoureux de la vie a besoin d'espace et de nature. « Il faut que je puisse voir au loin pour être bien ».
Ce mode de vie en camping-car, il l'a adopté il y a une trentaine d'années. « Passionné de surf et de body-board, je venais le week-end aux Sables-d'Olonne avec mon véhicule aménagé. J'évacuais le fait d'être confiné toute la semaine dans mon appartement. Se loger en camping-car offre énormément de liberté, vous savez », précise Jean-Claude Billet. Libre, mais quand même joignable grâce à son téléphone portable. « Mes petits-enfants viennent régulièrement me voir. Ils adorent venir passer des vacances chez papy ».
Même s'il n'est jamais chez lui dans sa maison en dur, le camping-cariste a quand même une adresse officielle, « pour recevoir son courrier, percevoir sa retraite et payer ses impôts ». Il y passe une fois de temps en temps.
Autonome pendant 4 ou 5 jours
La journée, il stationne son « camion » qui affiche 85 000 kilomètres au compteur, sur les chemins côtiers, du côté de la Pironnière au Château-d'Olonne. A vélo, il va faire ses courses, fait de la randonnée, compte les oiseaux, lit, écoute la musique, va faire sa lessive à la laverie le mercredi... « Je ne m'ennuie jamais ».
Le soir, il quitte son joli point de vue pour venir se stationner en centre-ville aux Sables, histoire de ne pas être isolé. Il y retrouve des copains. « Je regrette qu'il n'y ait pas d'aire aménagée pour les camping-cars aux Sables. Je me bats avec mon association pour qu'une voit le jour. En attendant, je vide mes réservoirs d'eaux usées dans les toilettes publiques. Et mon plein d'eau, je le fais chez des copains ». Eau, gaz, électricité... Jean-Claude Billet est totalement autonome pendant quatre ou cinq jours, dans ses 14 mètres carrés grâce à ses capteurs solaires. L'été il laisse la plage aux romantiques. Le camping-car prend la route de la montagne, pour être au calme.
Pour rien au monde, il ne changerait sa vie. La seule chose qui lui manque, un petit jardin où il pourrait cultiver ses légumes et planter de jolies fleurs...
Elodie SOULARD.
Ouest-France

quarta-feira, setembro 17, 2008

Modernizaçao em curso na produção de autocaravanas AUTOSTAR

Fabrica da AUTOSTAR, Grupo Trigano

Autostar, à Quintin (22), qui fabrique depuis plus de 20 ans des camping-cars. Entrée dans le giron de Trigano en 1998, cette entreprise de 170 salariés livre entre 800 et 1.000 véhicules par an. Elle s’est spécialisée dans le haut de gamme. Ses modèles valent entre 40.000 et75.000 euros.
Les porteurs - pour la plupart des Fiat - arrivent nus à l’usine de Quintin. Après la pose du plancher sous lequel sont dissimulés réservoirs, tuyauteries et cablages, cap sur la chaine d’assemblage. Tout l’aménagement intérieur de la cellule est fabriquée sur place dans la menuiserie de l’usine : meubles de la cuisine, de la salle de bains, couchettes, dinette, placards... Une fois tous les équipements installés, le camping-car prend sa forme finale avec la pose des panneaux extérieurs . Vient l’étape de l’habillage de la carrosserie et de l’installation des baies vitrées . Il faut en moyenne 200heures et 1.500 pièces en tout genre pour fabriquer un camping-car. Autostar sortira en 2008 deux nouveaux modèles : d’abord l’Oxygen que présentent ici Antoine Moreau, directeur du site de Quintin, et Eric Launeau, directeur technique. C’est un camping-car destiné aux sportifs ou à ceux qui s’adonnent à un loisir nécessitant du matériel : planches de surf, vélos... La soute de 8 m³ peut accueillir jusqu’ à 10 bicyclettes. Une sortie d’air est prévue pour faire sécher des vêtements. La seconde nouveauté, c’est un intégral , la rolls du camping-car. Monté sur un nouveau chassis surbaissé, il est équipé d’un double plancher et doté des dernières technologies. En option, la pile à combustible qui prolonge l’autonomie énergétique du véhicule, très recherchée par les amateurs de vacances itinérantes.
Fonte: Le telegramme Economie

terça-feira, setembro 16, 2008

Mr. Garth apoia o autocaravanismo selvagem...e tem orgulho nisso

Melhor do que ao volante da autocaravana....


sempre fica melhor no cadeirão da sala....




segunda-feira, setembro 15, 2008

Já se nota a retoma francesa de compras de autocaravanas em 2ª mão

Mercado de autocaravanas usadas em França...recupera

Alors que les ventes de camping-cars neufs ont baissé de 3,6 % au premier semestre 2008, victimes de la conjoncture morose, les ventes de véhicules d'occasion ont poursuivi leur hausse, en progressant de 7,6 % sur les cinq premiers mois de l'année.Le camping-car est touché par la hausse du prix du carburant et la crise du pouvoir d'achat. Mais les professionnels - très nombreux dans l'Ouest, à l'image de Pilote en Loire-Atlantique, de Rapido en Mayenne, de Fleurette en Vendée, d'Esterel et Le Voyageur en Maine-et-Loire ou d'Autostar (groupe Trigano) dans les Côtes-d'Armor - espèrent que le Salon des véhicules de loisirs, du 4 au 12 octobre, au Bourget, à Paris, redynamisera le marché.

domingo, setembro 14, 2008

4 de Outubro, Paço de Arcos Grande Real Regata de Canoas

saida as 15h da praia de Pedrouços...chegada ao Montijo as 17h


sábado, setembro 13, 2008

II ENCONTRO DO GRUPO AUTOCARAVANISTA SALOIO



II ENCONTRO GAS
26 a 28 de Setembro de 2008
GOIS
Programa
26Set,Sexta-Feira
19h Início do Encontro no Parque Estacionamento ( N 40º09’17’’ W 08º06’73’’ ) 20h Jantar livre.
27Set,Sábado
10h Campeonato do jogo da Malha.13h Almoço em Restaurante da vila..16h Visita às Aldeias de Xisto ( Pena, Aigra Velha, Aigra Nova e Comareira)
20h Jantar livre.
28Set,Domingo
10h Visita ao património cultural da vila de Góis.
13h Almoço em Restaurante da vila.
15h Despedida aos Companheiros do Norte e regresso à região Saloia.
Nota : O programa está sujeito a alterações.

sexta-feira, setembro 12, 2008

Portugal Tradicional e Autocaravanismo apoiam-se mutuamente

Excelente iniciativa do Portal Camping Car Portugal !
leia-se em http://www.campingcarportugal.com/:
Na sequência de um desafio do nosso companheiro Vitor Andrade, um apaixonado pelas actividades associadas ao Desenvolvimento Local, o Portal CampingCar Portugal em parceria com a ANIMAR (Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local), iniciou em Agosto de 2008 o Projecto Portugal Tradicional.

Objectivos e Estratégia do Projecto Portugal Tradicional:

Implementar acções que:

- aproximem os autocaravanistas do que mais intrínseco tem Portugal - as raízes culturais- divulguem lugares e pontos de interesse cultural e etnográfico em risco de esquecimento- atraia um novo tipo de turismo, em franco crescimento na Europa- habilitem pontos de interesse que ajudem ao desenvolvimento local

- desenvolvam uma forma de turismo local, complementar e alternativa, o turismo itinerante baseado no autocaravanismoEstratégia- envolver as associações ligadas ao desenvolvimento local- mostrar como o autocaravanismo pode ser um aliado precioso, não sujeito à sazonalidade, nem carente de infra-estruturas especiais

- aumentar a dinâmica do desenvolvimento local pela partilha do que "de bom há para ver e visitar", através da internet, dos contactos pessoais, de revistas e outras publicações- aproveitar o dinamismo e a grande afluência de visitas ao Portal CampingCar Portugal para dinamizar o projectoAutocaravanismo

- Portugal TradicionalPortugal Tradicional é um projecto de promoção do autocaravanismo e de desenvolvimento do turismo local, permitindo a descoberta daquele Portugal que não consta dos roteiros turísticos nem está acessível devido à não existência de serviços de hospedagem e hotelaria.

À semelhança da base de dados sobre parques e locais de estacionamento existente em www.campingcarportugal.com (Áreas de Serviço) o projecto Portugal Tradicional pretende criar uma outra, com informações de quintas ou associações com projectos viáveis a este tipo de turismo.

Mais em:

http://www.animar-dl.pt/ver_noticia.php?id=40

quinta-feira, setembro 11, 2008

Grande empresario das novas tecnologias é autocaravanista. Governante portugues tambem



Noticia Portuguesa.... (Revista Visão)
o Secretario de Estado das Comunidades, e militante do PS, Antonio Braga...é autocaravanista! (tem bom gosto)
E ainda bem...trata-se de uma vez mais registar a notoriedade pela positiva do autocaravanismo,
e registar o facto adicional de Antonio Braga, autoacaravanista, ter aderido oa MIDAP
Movimento Independente para Desenvolvimento
do Autocaravanismo em Portugal....


Aqui fica também uma notícia francesa (Figaro) sobre Jack Malone

Affable dans la conversation, simple et discret dans son style de vie qui le voit faire des haltes dans les truck stops (restaurants routiers) avec son camping-car, il fuit la gloire qui le rattrape malgré lui.

foto da associated Press, fonte Le Figaro

E quem é Jack Malone?

simplesmente: Architecte du plus grand système de câblodistribution aux États-Unis, l'ancien président de TCI et actuel patron de Liberty Media inspire autant de crainte que d'admiration.

quarta-feira, setembro 10, 2008

tempestades afectam fabricante de autocaravanas TRIGANO


En Ardèche, les orages intempéries ont inondé des entreprises, dont le fabricant de camping-car Trigano. Près de 300 véhicules ainsi que la chaîne de montage ont baigné dans l'eau plusieurs heures. Conséquence : 750 ouvriers environ vont se retrouver au chômage technique pendant au moins une semaine.
Le député et président du conseil général de l'Ardèche, Pascal Terrasse (PS), ainsi que le député-maire d'Annonay, Olivier Dussopt (PS), ont demandé lundi à la ministre de l'Intérieur Michèle Alliot-Marie que l'état de catastrophe naturelle soit déclaré pour leur département.

Fontes:
http://s.tf1.fr/mmdia/i/98/2/inondations-ardeche-drome-2636982_1378.jpg?v=1
<http://tf1.lci.fr/infos/france/faits-divers/0,,4077710,00-la-procedure-de-catastrophe-naturelle-engagee-.html>


terça-feira, setembro 09, 2008

Observatório: Relatorio da CCR do Algarve sobre Autocaravanismo

Disponibilizado no site do CPA aqui fica também o link


Trata-se de um documento oficial sobre autocaravanismo (que aparece grafado sempre como auto-caravanismo) e em que se enumeram as localidades algarvias em especial do litoral, onde mais frequentemente se verificam concentrações de autocaravanas, ilustradas inclusive com fotografias.O documento reconhece a inexistencia de legislaçao para o autocaravanismo e daqui conclui (precipitadamente) que a utilizaçao de autocaravanas fora dos parques de campismo é ilegal.


Não é sustentavel ao abrigo dos principios constitucionais de direitos e garantias fundamentais, entender que quando estas nao estao regualementadas, são ipso facto impedidas legalmente de serem exercidas.A ausencia de lei nao pode, num Estado de Direito democratico ser equivalente a exclusão e proibição do exercicio de direitos elementares, como sejam os do uso da propridade privada (dos veiculos) e de liberdade e segurança. Por outro lado, as medidas de policia tem de ser proporcionais as finalidades de interesse publico a proteger, e por isso, a violaçao deste principio determina a inconstitucionalidade de tais actos ou disposições excessivas. Determina o artº 18º nº 2 da Constituição que as leis so podem restringir direitos fundamentais nos casos previstso na Constituição e mesmo assim as restrições devem reduzir-se ao ncessario (proporcionalidade).

Muitas outras disposições Constitucionais e legais protegem os cidadãos-autocaravanistas, que por o serem, não podem ser discriminados, como a jurisprudencia e decisões administrativas em França e em Espanha ja estabeleceram, face a principios similares e incluidos na Declaraçao Universal dos Direitos do Homem. Entre nós tenha-se presente o artº 44º nº 1. da Constituição que determina:A todos os cidadãos e garantido o direito de se deslocarem e fixarem livremente em qualquer parte do territorio nacional.

Um desafio pois esta na mesa do CPA, CCP, MIDAP e demais organizações que se inserem no dominio da representaçao dos interesses legitimos dos autocaravanistas: a elaboração urgente de um contra-relatório sobre estes aspectos!



Entre os aspectso positivos do relatorio contam-se entre outros os seguintes:

- levantamento da situaçao economica do autocaravanismo no Algarve
- proposta de criação de areas de estacionamento e serviço para autocaravanas
- necessidade de integraçao da legislaçao de turismo daquelas areas
- necessidade de alteração do codigo da estrada para inclusao de autocaravanas

Recorde-se entretanto que neste blog Newsletter ja tinhamos feito referencia ao Inquerito lançado pela CCR Algarve de que agora é proveniente este relatorio.

Ora confirme-se em:


Escrevemos nessa altura:
Sugerimos e recomendamos a todos os nosso leitores que respondam seriamente ao inquerito que se encontra no link abaixo e cujo conteudo é explicado pela CCR do Algarve.Nao esquecer na ultima questão de apresentar sugestões, que pela nossa parte foram as seguintes:

1) Desenvolvimento de areas adequadas para autocaravanas nos actuais e futuros parques de campismo do Algarve
2) Criação de lugares nos parkings com gabarito adequado a autocaravanas para estacionamentos de curta duração (até meio dia) para visita de povoções, praia e monumentos.
3) Criação de areas de serviço para autocaravanas, com serviço de electricidade, àgua, e de saneamento (despejo de aguas negras e cinzentas), quer nas auto-estradas (via do infante) quer nas povoações.
4) Criação de parques de pernoita para autocaravanas, ainda que pagos, e limitados a 48h, junto do litoral e povoações.

QUESTIONÁRIO CCDR Algarve
Estudo da dinâmica do sector do auto-caravanismo na região do Algarve
Este questionário é dirigido unicamente a auto-caravanistas nacionais e visa obter informações acerca do desenvolvimento desta modalidade na Região do Algarve, com o objectivo de criar melhores condições para a prática desta actividade.Este questionário enquadra-se num estudo que está actualmente a ser desenvolvido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, com o objectivo de estudar a dinâmica da actividade de turismo itinerante designada por auto-caravanismo no contexto da Região.
É nosso intuito aferir o perfil dos utilizadores desta modalidade de turismo (idade, profissão e grau de escolaridade), a sua opinião sobre as condições existentes na região para o desenvolvimento desta actividade (dentro e fora dos Parques de Campismo), os lugares preferenciais para aparcar e/ou estacionar quando se deslocam à Região e os gastos médios efectuados durante as suas deslocações.Por final, destacamos um quadro onde procuramos perceber quais os aspectos a melhorar e a promover na região, mediante as necessidades sentidas pelos auto-caravanistas nas suas jornadas ao Algarve.
Obrigado pela sua colaboração!

segunda-feira, setembro 08, 2008

Clube de autocaravanistas de furgons campers Mercedes

O fórum "Tribo das Estrelas" é um local onde o respeito pelas opiniões das outras pessoas impera. Todos nós gostamos de ter direito à nossa opinião, e aceitamos de bom grado tudo o que nos possam dizer, desde que seja feito com bom senso.

O fórum não é um chat. Apenas devem ser colocadas mensagens no fórum, quando as mesmas possam ter interesse e conteúdo útil para todos os membros, e para a questão em causa. No caso de existir alguma dúvida particular sobre algo dito no fórum, que não seja relevante para a discussão, é favor usar as Mensagens Privadas (pequeno botão MP junto dos dados dos outros membros). Nunca colocar a mesma mensagem em mais do que uma área O título do tópico colocado deve ser claro e não deve levantar qualquer tipo de dúvidas sobre o seu conteúdo. Mensagens com títulos como Socorro!!!!, Ajuda urgente! ou outros do género, em nada contribuem para uma fácil identificação do assunto e devem, por isso, ser evitados Deve-se evitar sempre abrir novos tópicos referentes a um tema que já foi aberto, isso apenas vai dispersar a informação e criar confusão.

Por exemplo no caso de um encontro, toda a informação referente ao mesmo deverá ficar concentrada num mesmo tópico. Perguntas ou conversas pessoais NUNCA devem ser feitas no fórum, para tal utilizem também as mensagens privadas. Mensagens contendo apenas algo do tipo "ok", "" e outras do género, ou seja, mensagens sem conteúdo útil, não devem ser colocadas. Quando se pede aos membros que preencham os dados do perfil na totalidade não é para dar trabalho adicional, nem para vender a base de dados por milhões de euros ... É sim, para facilitar a identificação de todos, quanto mais não seja a nível regional. Desta forma evitam-se questões como: "olha lá, és de onde???", "não és primo de fulano?", etc... Quando no registo vos é pedida uma senha, após o campo "endereço de e-mail", não é a vossa senha pessoal/secreta do vosso e-mail que vos está a ser pedida. Para preencher esse campo deverão colocar uma qualquer senha à escolha, que será a vossa senha de acesso ao fórum "Tribo das Estrelas". No caso de se esquecerem da password/senha pessoal, basta clicar no link "esqueci-me da minha senha" que aparece por baixo no painel de login e depois preencher os campos que vos são requeridos.

As apresentações são para ser feitas com bom senso, indicando o nome, zona em que vive, Mercedes que possui e outros dados que ache relevantes para uma correcta apresentação ao grupo. Sempre que possível colocar fotos dos furgões/Estrelas, de forma a que o grupo se conheça melhor. Apresentações sem conteúdo, tais como "olá pessoal ! (e acabou)" serão apagadas. As fotografias e vídeos que possam querer partilhar com os restantes membros do fórum, devem ser colocadas apenas no fórum respectivo! Podem-se colocar fotos nas outras áreas do fórum, desde que tal se justifique. Por exemplo: gostariamos de pedir ajuda na identificação de uma peça do diferencial; mostrar o sistema de filtros que usamos; anúncio de venda ou compra.

Se possuirem um conjunto de fotos, as mesmas deverão ser colocadas na mesma mensagem. Jamais editar sequências de mensagens com uma fotografia apenas quando as mesmas fotos poderiam ter sido colocadas numa única mensagem. Excepção a esta regra são as fotos colocadas em datas diferentes.

Este é um fórum onde se fala português ! Não se fala (escreve) aqui brasuca, tuguês, sms, nem outros estranhos dialéctos... Por respeito para com todos os membros, devemos expressar-nos em português corrente, e na medida do possível, sem erros ortográficos! Um fórum com uma idealogia didáctica, e que depois nas mensagens é só pontapés na gramática e no português, não vale de muito... O uso de abreviaturas típicas de mensagens SMS e do mIRC, é altamente condenável e deve ser evitado a todo o custo Mensagens que não preencham os requisitos em cima indicados, podem ser apagadas ou bloqueadas.

O uso sistemático do fórum fora das normas aqui definidas, irá resultar num primeiro aviso ao membro em causa do seu incorrecto comportamento, sendo que no caso de o mesmo persistir, será analisada pelos Administradores e pela Equipa de Moderação, a medida a tomar. Só os membros registados é que poderão postar novas mensagens no fórum. Ou seja, todas as pessoas podem aceder às páginas do fórum, mas apenas os membros que estiverem logados (e logo que se tenham registado anteriormente) é que poderão consultar e participar nos diversos sub-fóruns.

Os membros irão dispôr de um prazo máximo de 30 dias após a data de registo para fazerem devidamente a sua apresentação. Caso tal não aconteça o registo será eliminado. Os registos que se verifiquem terem sido efectuados unicamente com o objectivo de colocar menções ou anúncios puramente comerciais serão eliminados. Nome, Assinatura e Avatar Todos os dados relativos ao registo de cada membro, estão acessíveis através do link Perfil (no topo da página) O Nome do utilizador deve ser curto (não mais do que 20 caracteres, com espaços incluídos). A Assinatura, que é a mensagem que irá aparecer no final de todas as mensagens que o membro colocar no fórum (caso essa opção seja activada), não deverá ser muito extensa (no máximo 4 linhas), pois isso pode contribuir para uma maior confusão na visualização das mensagens. Podem ser colocadas frases com as quais o membro se identifique, ou não, bem como mais informações sobre o mesmo, ou endereços de Internet.

Não devem ainda existir menções a religiões, partidos, sexo ou algo que possa ser ofensivo aos bons costumes. Além disso, se a assinatura não for a mais adequada, os moderadores avisarão o membro em questão. Na Assinatura, é proibida qualquer referência comercial. Caso queira colocar uma imagem na assinatura, ela não deverá ter mais do que 100 pixels de altura O Avatar é uma pequena imagem que pode ser associada ao registo de cada membro.

O Avatar também não poderá conter mensagens ou conotações comerciais. Para mais informações sobre como colocar avatar: http://tribotuga.freeforums.org/viewtopic.php?t=69 É expressamente proibido, qualquer membro possuir dois users a não ser que seja devidamente autorizado para o efeito. Qualquer situação detectada levará à eliminação imediata da BD do user mais recente.

VII encontro Camping Car Portugal de 19 a 21 de Setembro em Setúbal


19 a 21 de Setembro de 2008
Programa

Dia 19 de Setembro – Sexta-Feira
19h00 – Início da recepção dos participantes em Setúbal
Estacionamento e pernoita

Dia 20 de Setembro – Sábado
09h15 - (Grupo A) Saída pedestre para visita guiada à Galeria Quinhentista (Museu de Setúbal) e Centro Histórico / (Grupo B) Saída em autocarro para visita guiada ao Convento da Arrábida
12:00 – Almoço livre
14h15 - (Grupo B) Saída pedestre para visita guiada à Galeria Quinhentista (Museu de Setúbal) e Centro Histórico / (Grupo A) Saída em autocarro para visita guiada ao Convento da Arrábida
19h30 - Jantar de grupo no restaurante “O Manel”

Dia 21 de Setembro
– Domingo
09h15 – Saída em AC com destino a Vila Nogueira de Azeitão.
Visita guiada à Adega de José Maria da Fonseca (Grupo A: 10h30 / Grupo B: 11h00)
12:00 – Almoço livre. Despedidas.


Pré-inscrições
As pré-inscrições para o VII Encontro devem ser formalizadas por correio electrónico para o endereço
info@campingcarportugal.com

Não esquecer:
Depósito(s) de água limpa cheio(s)
Depósito(s) de águas sujas vazio(s)
Depósito de combustível cheio
Cumprir e divulgar os conselhos do «Saber Viajar em Autocaravana»

domingo, setembro 07, 2008

5 anos em autocaravana, família de 4, à volta do Mundo

Aventura para 4 membros da família Gomez

Ils ont tout vendu et presque tout laissé. La boutique, la maison, la télévision, le micro-onde... À partir du 1er octobre, ils vont confier leur quatre vies aux quatre roues de leur Iveco flambant neuf, repeint en bleu ciel et bleu nuit. « Il symbolise les deux faces de la terre, l'une éclairée, l'autre plongée dans l'obscurité », explique Jean-Philippe Gomez.Un jour, avec son épouse Angélique, ils en ont eu « assez de ne pas profiter de la vie » avec leurs deux enfants, Jessy, 10 ans, et Manon, 8 ans. En avril 2007, ils liquident leur épicerie de Saint-Hilaire-du-Rosier. Direction le reste du monde. En famille. « Au départ, nous voulions partir en bateau, mais c'est toujours le même circuit ». L'idée du camping-car, véritable cocon permetant de sortir des sentiers battus, s'impose. Angélique, qui a un faible pour les motifs zébrés, se charge de l'aménagement intérieur. À l'extérieur, la déco et l'adresse du site Internet des Gomez ne passent pas inaperçu. « Cela va attirer l'oeil et susciter des rencontres », se félicite Jean-Philippe. Un choix d'être repérable de loin qui s'explique aussi par la dimension humanitaire de leur périple :
« Notre but est aussi d'aider les écoles, avec des stylos, des cahiers, des jouets, des peluches... » Pour Jessy et Manon, qui effectuent leur scolarité à distance depuis un an, c'est un rêve qui se réalise. Jessy est impatient de découvrir la Chine et l'Australie. Manon y songe aussi, « surtout pour voir des kangourous ». Un rêve qui aura nécessité plus d'un an de préparation, entre les différentes formalités administratives et les vaccins. Une patience que les Gomez espèrent récompensée. Leur tour du monde devrait durer cinq ans... voire même plus. « Notre objectif est de trouver l'endroit idéal pour repartir de zéro, reconstruire ailleurs ». Avec leur formation dans l'alimentation et la cuisine, Jean-Philippe et Angélique pensent en effet ne pas avoir trop de mal à y arriver

sábado, setembro 06, 2008

OBSERVATÒRIO: Comportamentos desviantes e concentrações prejudicam autocaravanistas

L'été, les camping-caristes envahissent les sites touristiques. Excédées par les nuisances liées à ces rassemblements, de plus en plus de communes du littoral pondent des arrêtés interdisant le stationnement aux camping-cars.

Fonte: region@lavoixdunord.fr

Quand Fernand Dormont a su un matin que la ville de Dunkerque avait pris un arrêté municipal interdisant aux camping-caristes de stationner au bout de la digue des Alliés, il a soupiré, pesté et tranché : « C'est malheureux, pour nous, mais aussi pour les commerçants. Il ne faut pas oublier que quatre-vingts camping-caristes, c'est cent baguettes de pain achetées chaque matin pour le boulanger.

» De plus en plus indésirables, les camping-caristes. La ville de Dunkerque vient d'installer un portique sur la digue des Alliés pour leur interdire l'accès (lire ci-contre). Idem à Tardinghen, près du site des Deux-Caps : depuis quelques semaines, un panneau rédigé en plusieurs langues prohibe de jour comme de nuit le stationnement dans le village. Il y a un an, c'était le maire de Berck-sur-Mer qui prenait un arrêté municipal interdisant le séjour sur un parking.


Rencontrée à Malo-les-Bains, la famille Vandamme voyage en camping-car depuis de longues années. Avec désormais trimballée cette sale impression « d'être parquée » dans des aires d'accueil bétonnées et bruyantes, « souvent situées à trois ou quatre kilomètres de la ville , trop loin des commerces », maudit Christian, le père de famille. Il est loin, l'esprit de liberté d'antan.


Mieux il y a dix ans
Du coup, sauf quand ils trouvent « des aires à taille humaine comme il y a quelques jours à Bergues », les Vandamme préfèrent chercher un quartier pavillonnaire pour se poser et passer la nuit. « Comme ça, on n'est pas isolé, c'est plus sûr. Mais on a toujours peur de gêner. Alors, on arrive tard, sans faire de bruit. » Fernand et Josiane Dormont, eux, préfèrent dormir dans les aires d'accueil qui proposent, contre quelques euros, bornes de vidange et d'approvisionnement en eau et en électricité. Selon eux, il y a dix ans, « c'était beaucoup plus facile de se garer et d'aller où l'on voulait.
On était mieux accueillis aussi. À Perros-Guirec (Côtes-d'Armor), par exemple, on pouvait stationner en ville. On allait aussi à la falaise, on était bien. Souvent, aujourd'hui, on nous parque à trois quarts d'heure à pied du centre. »

Comment en est-on arrivé là ? Pour Gilbert Coudre, vice-président de l'Association des usagers du camping-car et habitant de Wizernes (Audomarois), « il y a eu une inflation du nombre de camping-cars et, en même temps, une réaction des municipalités côtières qui les considèrent comme un envahissement. Du coup, elles pondent des arrêtés totalement illégaux car les camping-cars sont des véhicules comme les autres et ils ont le même droit au stationnement que les voitures (1). »

L'Association contacte parfois le Comité de liaison du camping-car qui attaque de temps à autre les communes devant le tribunal administratif. « Mais vu la lenteur des procédures, cette situation va devenir problématique, déplore M. Coudre. Ceci dit, dans la région, il n'y pas de gros points de tension. » Juste quelques désagréments. Beaucoup plus nombreux qu'il y dix ou quinze ans, les camping-caristes adoptent parfois des comportements « beaufs ». Fernand Dormont : « Des gens ne prennent pas la peine de ramasser leurs déchets. » Gilbert Coudre reconnaît « des comportements déviants mais vraiment minoritaires ». •

- La réglementation en vigueur s'appuie sur la circulaire du 19 octobre 2004. Selon ce texte, on ne peut pas édicter à l'encontre du camping-car une interdiction générale de stationner sur l'ensemble de la commune. « Il est suffisant pour prévenir les risques de limiter les interdictions à certaines zones particulièrement sensibles tout en préservant le droit à une halte nocturne en quelques endroits de la commune. »

sexta-feira, setembro 05, 2008

OBSERVATÓRIO:Mercado de autocaravanas recupera e estabiliza-se na crise...

Le marché garde une bonne carburation
vendredi 01.08.2008, 05:24 - La Voix du Nord (fonte)

Hausse du prix du diesel, tendance à enfreindre la liberté des camping-caristes. On aurait pu penser l'autocaravane - pour les puristes, la traduction française du camping-car - menacée. Or, pour l'instant, son marché tient la route.

« On a bien subi un recul des ventes de 3,6 % au premier semestre en France. Mais ce n'est pas plus que l'an dernier, où on s'était ensuite rattrapé en deuxième partie d'année », assure Caroline Nagiel, déléguée générale de l'Union des industries du véhicule de loisir. À Seclin, que ce soit chez Opale Évasion ou chez JPG Loisirs, on a le sourire. Chacun de ces concessionnaires vend, cette année encore, un camping-car par jour.

Le Français aime ces maisons ambulantes. Sur les quelque 500 000 immatriculées en Europe, 200 000 l'ont été dans l'Hexagone. Depuis dix ans, porté par une croissance à deux chiffres, le marché a quadruplé. En 2007, près de 24 000 de ces « engins » ont été vendus.

« Engin », tel n'est justement plus le mot. « Sur de nombreux modèles il faut désormais faire attention à ne pas dépasser les 130 km/h », vante Thierry Glorieux, dirigeant de JPG Loisirs. « Leur puissance a été multipliée par trois en trente ans », renchérit de son côté Jacques Puchois, de chez Opale Évasion. Sous le capot, les moteurs turbo diesel consomment, selon les concessionnaires, de huit-neuf à quinze litres aux cent kilomètres. Tandis que le GPL a fait son apparition mais reste marginal.

Les constructeurs ont récemment mené campagne sur la question du pouvoir d'achat. Un camping-car coûte entre 35 000 et 100 000 E, pour les plus luxueux. « Avec parfois deux télés », raconte, anecdotique, Jacques Puchois. Qui ajoute : « Les possibilités sont sans limites, d'autant que les châssis se sont allongés et font plus de sept mètres. » Évidemment, il faut l'utiliser un minimum.

En moyenne, un camping-cariste parcourt 10 300 km par an.
De toute façon, réplique-t-on, on ne mesure pas la rentabilité du camping-car. C'est du loisir. Le prix de la liberté. Mais aussi, aujourd'hui, du confort. « Il y a trente ans, quand j'ai commencé dans le métier, nos clients étaient plutôt des aventuriers », se souvient Jacques Puchois. Désormais, on se fait ainsi son « p'tit chez soi ». Thierry Glorieux : « La moitié de mes clients sont des retraités. » •

quarta-feira, setembro 03, 2008

Atenção a estas autocaravanas roubadas....

Fonte da Informação:
Viajar en autocaravana
http://www.viajarenautocaravana.com/articulos_detall.php?idg=26043


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Autocaravana roubada em Roma: Ford Transit matricula MA 0908 CJ (Espanha)
Aurora Francisco aurorafrancisco.21@hotmail.com 31 de agosto de 2008
LUGAR DEL ROBO :EN EL CENTRO DE ROMA, DIA 24/08/08
TELEFONOS DE CONTACTO: 954717528 /655574906/ 657868248


Autocaravana roubada em Barcelona : Moncayo 360 SL FIATRui Pinto ruipinto09@hotmail.com 22 de julio de 2008

Sou Português e no passado dia 20/7/20008 em barcelona roubaram a minha autocaravana (fiat, moncayo 360sl 2002) é branca tem umas borrachas azuis no para-choques traseiro e o parachoques dianteiro picado no lado esquerdo...levaram na e nunca mais a vi..ja apresentamos queixa na policia local....Peço ás varias federações que se souberem de algo me contactem para o +351914827340
Rui Pinto