domingo, setembro 06, 2009

Fichas e fotos de viagem em autocaravana de Alenquer a St Tropez e volta por Andorra (2ª Parte)

continuado de:

4 dia, Quarta 26
Revel, St. Ferreol (Museu do Canal do Midi) , Seuil de Narouze, Minerve (Cité) , Lac Salagou, Ponte do Diabo, St. Guilhem-le-Desert e Aniane.



Segundo dia em cheio! Muito interessante a visita ao museu Riquet (3€ cada) na Barragem de St Ferreol e a visita aos Jardins, depois a outra componente do segredo do Canal do Midi: o Seuil de Narouze o lago das partilha das águas (Atlântico e Mediterrâneo). Indispensável esta dupla visita que fecha o triângulo de ouro do turista interessado com o passeio de barco no canal.



Passagem depois por Bram, e ao longo de um percurso tortuoso, a Cité de Minerve, com estacionamento pago, mas desadequado às dimensões de AC. Almoço no parking e na AC. A visita é interessante à cidadela medieval e o enquadramento impressionante de desolação e aspereza.
Depois… de contornar Beziers, o alívio: banho no Lago Salagou, também difícil de encontrar através de estradas sinuosas. Mas valeu a pena por causa da canícula. Tem também area para AC, mas não ficámos, de seguida a meta era St. Guilhem-le-Desert e a Ponte do Diabo. Impossível o estacionamento mesmo em St Guilhem, e o da Ponte do Diabo não interessava pelo preço e pelo isolamento. Assim ficam só as fotos. Sendo de recomendar a praia da Ponte do Diabo!
Jantar e pernoita em Aniane, muito próximo, no Bar des Esplanades, por 20.30€, antes do passeio pelas ruelas. Pernoita gratuita no parque municipal de AC.



5 dia, Quinta 27
Aniane, Pezenas, Arles, Beaucaire, Tarascon, Les Baux en Provence, Fontaine de Vaucluse.
Noite quente, calma, janelas no segundo trinco e clarabóias abertas, acordar sereno e tranquilo pelas 7.45h. pequeno-almoço habitual de café e torradas e ração médica de comprimidos. Saída para Pezenas, muito interessante, e com pequeno museu dentro do Posto de Turismo.




Estacionamento fácil e gratuito, e centro histórico a merecer a visita.. Depois almoço em Arles na cafetaria do Geant Casino, gorada a hipótese de paragem e estacionamento na cidade. Preço 16€, sem sobremesa, mas repasto correto e suficiente.




Paragem seguinte Beaucaire, passeio pelas ruas medievais junto ao Canal e depois visita quase em frente, a Tarascon e ao seu magnifico Castelo, sempre sob sol a pique.




O desafio de turista não acidental seguinte foi Baux….Castelo também a pique, sob Sol inclemente, mas a valer a pena a visita a relembrar algo de visitas a St. Paul de Vence e também, de Minerve.
Para terminar o dia o descanso e o fresco da Fontaine de Vaucluse.




Passeio descansado, cervejas em esplanada, visita a Fonte e gruta, a fábrica do moinho de papel, jantar em varanda sobre o rio (Brasserie Terras por 33€- o mais caro de toda a viagem). Dormida em parque da Fontaine, de AC com AS, e sem pagar, porque a saída as 8.30h (nossa hora habitual) foi antes da chegada do guarda e as barreiras estavam abertas…

6 dia, Sexta 28
Fontaine de Vaucluse ,Carro, La Couronne, Porto de Marselha, Cassis, Ciotat, (passeio de barco nas Calanques), Presqu´íle de Giens, Plage de Bormes- les-Mimosas, Cavaliére.
Mais um dia em que deu satisfação ser turista itinerante e em autocaravana! De Fontaine descida directa para o Mediterrâneo, em Carro a oeste de Marselha. Quase a chegar, em Martigues o pleno de gasóleo por 0,97€ e o calculo da média…9,10L aos 100km -a gratificação da condução suave.
Carros tem excelente localização em porto frente ao mar, mercado de pescadores e boa área de AC., fica ao lado de Couronne, também bem bonita, e a caminho de Ciotat seguimos para Cassis…pequena, estreita, e impossível de estacionar a AC.




Por sorte estacionamento fácil em Ciotat próximo da CM pagou-se 2,50€. Almoço na Marina de mexilhões por 26€, e depois o cruzeiro marítimo às Calanques a 19 euros por 1,30h por cada passageiro. Mas vale a pena e recomenda-se em especial com o dia de Sol, e sem nuvens ou vento. As fotos explicam porquê.
A seguir o tormento da travessia de Toulon em obras e com engarrafamentos, por isso logo que possível…banho nas praias de Hyeres, e depois passagem pela Presqu´il de Giens, sem parar, já com vento. Depois, foi escolher o "stop over" para o "overnight": Impossivel na hipótese de Bormes-les-Mimosas, no Porto, impossível também no Lavandou…ficou-se então no terceiro cenário alternativo…Cavaliére, frente a praia, na área de AC privada com AS (um parque para campismo de autocaravanas, com pernoitas a 15€).Jantar na AC cá fora na mesa e cadeiras para gozar o fresco da noite sob um vento de pré aviso de Mistral…para embalar uma noite tranquila.

7 dia, Sabado 29
Cavaliére, Grimaud, St. Tropez, praia des Salins, Ste Maxime, Frejus, St Rapahel, Port Grimaud , St. Aygulf, Les Issambres, les Gaillardes.
Sétimo dia de viagem, dia de menor percurso, portanto, e de mais praia!
Pequeno-almoço, toilette da AC também, e rota para St Tropez…dia de feira, tudo cheio, e nem um estacionamento para parara! Volta a vila-cidade, visita a paria des Salins, e depois o regresso, para compras no supermercado e banho na excelente praia, próxima, de Guerrevieille, com estacionamento frente ao clube de golf.




Almoço na AC, de mexilhões na praia do Elefante, e de seguida passeio até a corniche, sempre pela costa: St. Raphael. Frejus, e de novo St. Aygulf, regresso a Issambres e aqui a Lagaillarde, onde o único local de estacionamento e pernoita, Chez Marcel estava à nossa espera. Um parque de campismo privado para autocaravanas, por 15€, e com As, frente a praia. Melhor não pode haver, em situação em tudo paralela ao parque anterior de Cavaliére. Será preciso dizer que a agua estava a 27º? No Algarve, na mesma altura, diziam-nos estar a 24º…




Jantar agradável em esplanada, quase ao lado do Chez Marcel e frente ao mar por 28€, no Windy…e com música ao vivo! Até ao adormecer a música entrou pelas janelas da AC. Tudo bem…estamos em férias!

8 dia, Domingo 30
Les Gaillardes, St Maximine (Igreja e cripta de Maria Madalena) , aqueducto de Roquefavour, Mejanes, passeio de comboio da Camarga, Saintes Marie de la Mer.
Mais uma etapa turístico cultural do maior interesse neste turning point da nossa viagem : era tempo de recomeçar o regresso.
Assim de Issambres a Fejus, e depois para St Maximine….porquê? Porque na basílica repousam em cripta, os restos mortais de Maria Madalena…que teria morrido no mosteiro da serra de St Baume depois do desembarque em Saintes Maries de la Mer, após as perseguições seguintes a morte de Jesus…e segundo a ficção do Código Da Vinci de Mr. Brown…acompanhada pelo filho de Cristo. Vale a pena a visita.




A seguir a Aix en Provence e por partidas sucessivas do fantasioso GPS…”vire subitamente a esquerda….vire suavemente á direita…” e também ignorante de inúmeras rotundas, ou de calculo no número de saídas, perdemo-nos e seguimos por estradas secundárias para Salons…a vantagem foi de paisagens imprevistas como por exemplo a passagem por debaixo do majestoso aqueduto de Roquefavour.
E, entretanto, eis-nos em plena Camargue em Mejanes…para um previsto passeio de comboio (com trilhos de linhas) e lá se forma 4€ per capita, incluindo a visão das bordas do Etang de Vacarés, dos flamingos rosa, das manadas de bovídeos negros, cavalos brancos, das libélulas locais, passarada diversa, coelhos, etc etc.




Terminus da etapa em Saintes Maries, na area municipal para AC com AS… a noite por 8,50€. Jantar num dos milhares de restaurantes locais por 22,50€,e com bom tempo passeio pelas ruas pedestres. Sono dos justos em noite calma e de boa temperatura, após ronda policial pelas 22.15h, até mesmo dentro do parque das AC.
9 dia, Segunda 31
Saintes Marie de la Mer, (Igreja e cripta de Santa Sara) , Bac du Sauvage, Aigues Mortes, Grande Motte,Etang de Vic, Cap d´Agde, Vieux Agde, Narbonne Plage.




Acordar com frescor pelas 8.30h, sob azúleo sem nuvens. Visita à feira semanal de Saintes Maries, muito colorida, muito bem fornecida com muita animação; passeio seguinte até ao mar, e pelas ruelas pedestres de ontem, agora desertas. Visita a catedral e a impressionante cripta de Santa Sara, a moura que acompanhara Maria Madalena e Salomé no seu exílio da Palestina, muito venerada pelas gentes ciganas.




Saída para Aigues Mortes, o grande porto de embarque para as cruzadas, com travessia do Rhone pelo Bac do Sauvage. A cidade amuralhada e altaneira tem dois parques para AC, mas caras, 8€ só para quem vai de visita por uma ou 2 horas…pois fica para uma próxima pernoita!






Seguimos viagem pelo “bord de mer”…Grande Motte (com area para AC) idem Palavas les Flots, almoço na AC nos bordos do Etang de Vic, entrada em Frontignan- sem interesse, e depois, Cap d´Agde (cheia a área de AC), revisita a Vieux Agde, com relax pelas suas ruas medievais depois de estacionamento sortudo da AC na margem direita do Rio.
O dia terminou depois de um curto percurso em AE, e com saída em Narbonne, direcção à praia, ao parque de autocaravanas, amplo e funcional, mesmo frente a uma imensa praia. Pernoita 7€, de inconveniente,…nada nas proximidades, nem restaurante, nem mercearia, zero…por isso, jantar na AC, entre muitos alemães e italianos, e passeio depois de banhos a preceito no mar quente. Vista de TV espanhola…e a deita devida em paz com Morfeu.

10 dia, Terça 1 de Setembro
Narbonne plage, Fortaleza de Salses (visita), Igreja de Elne, Mont Louis, Bourgmadame, Tunel de Puymorens, Pas de la Case (Andorra).
Setembro do tempo entrou directo em 1 de Setembro: fresco, cinza no céu, vento…nada de paria portanto. Levantou-se a dupla viajante, restaurou forças e ala directos a um supermercado para pequenos abastecimentos e depois…rumo ao grande ferrolho da Fortaleza de Salses, a praça forte catalã do Russilhão, mandada construir pelos Reis Católicos, e depois só perdida para França por tratado de fixação de fronteiras nos Pirenéus. Estacionamento 2€, visitas, cada adulto 7 €…mas com guia (francesa) …e que guia! durante 1.30h foi uma lição da história da Fortaleza impressionante. A não perder sem dúvida alguma!




Passou-se ainda a seguir por Canet e St. Cyprien, mas quase tudo desolado e desertado de turistas. Almoço em Elne, em restaurante multi-etnico por 19.10€, com mosteiro e igreja (fortificada) dignas de se verem. Seguiu-se a viagem calma, mas sempre, sempre, a subir para Mont Louis, fazendo o caminho inverso do início da viagem. A média nestes últimos 150km, alterou-se, e subiu ate aos 9,8L/100km.




A seguir no GPS e no mapa apareceu Bourgmadame (a irmã francesa contigua, e gémea siamesa da espanhola Puygcerda) e continuamos em direcção a Andorra pelo túnel Puymorens por 12€ (vale a pena a poupança de esforço da AC) para entrarmos finalmente em Pas de la Case, mas debaixo de nevoeiro de visibilidade mínima….Fomos direitos ao parking, logo á direita após as Alfandegas (noite ficou por 1,95€) e próprio para AC com também AS.
Compras as mínimas, pois parece estarmos na rua dos Retroseiros em Lisboa…empregados portugueses, preços portugueses, excepto em tabaco e álcoois. Jantar na AC, leituras, deita e sonos com sonhos.




11 dia, Quarta 2
Pas de la Case –Tunel de Valira, Andorra la Vieja, Mérida)
Caminho para casa sem histórias…
Saídos de Pas de la Case, retrocedemos poucos km, e entrámos no túnel de Valira (para o estrearmos) direcção a Andorra-la-Vella, para cortar o col de Port d´Envalira a mais de 2000m. Foram-se 10€ logo compensados pela poupança do gasóleo a 0,853e como o depósito engoliu 94 litros, sempre vale a pena.
A seguir foi descer todo o vale de Andorra -com muitas rotundas e alargamentos de vias, passagem ao largo de Saragoça, com paragem no hiper Eroski no 2º desvio para o aeroporto para umas tantas recordações de viagem, almoço na AC, e rota batida até Mérida.
Aqui o difícil foi encontrar a área de autocaravanas e de serviço! Ninguém sabia onde eram e mesmo os palpites recebidos a pedido, de Lisboa, chegaram já tarde, quando afinal é fácil: geograficamente, fica num ponto alto de Mérida, por detrás do Coliseu Romano, exactamente no parque do Centro de Recepção ao Turista! isto é trata-se de um estacionamento oficialmente receptivo de AC (custou 10,90€) em:
N 38º´, 55´, 09.36´´
W 06º, 20´´, 3,02´´
Depois de uma longa viagem…com calor, era tempo de umas tapas e “canas” e assim fomos à procura delas na esplanada do Augusta frente ao Museu, logo a seguir, subindo, do parque. Porém desilusão no atendimento, para esquecer de desorganizado, ineficiente e incompetente. De desaconselhar vivamente, e de fugir.
Feliz alternativa bem sucedida, encontrou-se descendo a rua de peões, mo largo do mercado Calatrava, na Casa Benito. Tipicamente estilo taurino-espanhol, atenciosos, eficientes, e com boa cozinha testada ali mesmo na barra…e por 21,70 euros. Recomenda-se vivamente. Mais umas voltas de turista pedestre, e para a AC, na companhia apenas de mais 3 espanholas e uma belga. Foi a ultima noite fora de Portugal.




12 dia, Quinta 3
Mérida- Alenquer
Última etapa, acordar as 8h sob céu azul claro, desempoleirado de nuvens, o pequeno-almoço do costume, e arrumos ensacados de fim de férias. Depois a estrada em auto-pista gratuita, por cerca de 130Km até Portugal, e a seguir a estrada após a ultima saída da AE de Elvas até vendas novas…aí reingresso à auto-estrada paga até à saída da ponte da Lezíria, e de seguida mais auto-estrada paga até Alenquer. Despesas? As de carburante e de portagens. E ponto final aí pelas 11.30h no Alenquer Camping.

Fichas e fotos de viagem de férias em autocaravana verão de 2009: de Alenquer ate St. Tropez e regresso por Andorra.(1ªparte)


Relato da viagem de autocaravana verão de 2009-II

De Alenquer até França (mediterrâneo) e volta
De 23 de Agosto a 3 de Setembro de 2009.

Introdução ao relato…

Cada viagem serve os propósitos do viajante. Viaje sozinho, viaje sozinho consigo mesmo, em grupo, em casal, ou em família. Cada viajante serve-se da sua viagem portanto, como melhor a entende, e como as curvas da estrada o porporcionam.

E cada viagem enriquece. Abre portas e janelas, e deixa entre-abertos caminhos, paisagens, sensações. Se partilhadas essas emoções, contribuímos assim, para que outros se possam também enriquecer…


De facto, se essa viagem é traçada e divulgada a terceiros, e o viajante partilha fraternalmente os seus sentimentos, então a viagem deixa de ser um acto isolado e egoísta, para poder ingressar num património comum, e servir a mais do que um. Passa de grau para, de simples relato em monólogo recitado por um aprendiz, ser passagem para um projecto de programas e experiências partilhadas por companheiros, que por essa via pretendem ascender ao patamar da cidadania e da mestria em Viagens.

Por nós falamos: muito temos apreendido com as notícias e os relatos de viagens de outros, e por isso, gratos estamos, e retribuímos com o relato das nossas também. Assim, a referência a dados objectivos, porque não ficcionados, pois não se trata de exercício meramente literário, antes mais de um prestar de contas. Desta vez inovámos no estilo, na forma e no contéudo...e apresentamos um texto e fotos sob a apresentação de fichas de viagems. A ver vamos da sua receptividade.

Como preparámos a viagem? A que documentação recorremos? Com que objectivos? Porquê as datas? O périplo em concreto? Onde pernoitámos, o que nos interessou mais, e menos? E os custos? E os motivos de satisfação e insatisfação? E como seres humanos não contabilizamos apenas km, horas ou euros, vamos aqui e ali admitindo estados de alma, e as reflexões que a despropósito surgem. Não se trata pois de uma impressão fria de um tacógrafo, ou de colunas de deve e haver.

Não escrevemos portanto, sobre resenhas estatísticas, mas tão-somente damos conta de experiências pessoais de turistas itinerantes em autocaravana. E escrevemos para quem nos lê e crê. E aqui o relato.

Introdução à viagem.

Em 2009 mantiveram-se circunstâncias familiares e profissionais que impediam o afastamento para destinos muito distantes, ou seja, a mais do que 16h (2/3 de um dia) de condução, e por mais do que uma dezena de dias de afastamento da Grande Lisboa. Assim, a solução de férias para 2009 foi reparti-las em dois períodos, e em França. A primeira fase (já publicada) decorreu entre o final de Junho e princípio de Julho-9 noites, e agora a segunda fase entre final de Agosto e início de Setembro.

Deliberadamente evitou-se o período máximo de congestionamento que em França oscila entre os feriados de 14 de Julho e o 15 de Agosto.

Na fase I o destino foi basicamente o sudoeste, com incursões até La Rochelle e descida até a Dordogne, na fase II o objectivo foi a zona do Languedoc e Provence…pois ao fim de vários decénios de férias em França, nestes territórios, há ainda motivos de interesse que merecem uma descoberta, ou então, umas redescobertas.

De facto, agora a dois, o com-sorte, e a consorte, sem juniores, pode-se com mais calma, ver o que antes não interessaria tanto a todos, e que foi apenas local de passagem, e agora justifica mais detença e atenção. Claro que os interesses são os que são, sem ostentação para a galeria, nem misoginias de reserva tímida, procurando conciliar, historia e cultura, com natureza e praia.

Desta feita, como em anteriores o leit motif foi: Villages…património histórico, linhas de água, fluviais, lagunares e costeiras, gastronomia e paisagens naturais. A base das buscas prévias foi a leitura sobre outras viagens, que a internet veio a tornar acessível, através de blogs e fóruns, Web sites, e sempre, a consulta documental de livros, revistas, jornais e folhetos turísticos da nossa biblioteca que é semovente, tal como nós.

Aqui ficam essas pistas mais relevantes:

Da internet:
http://www.campingcar-infos.com/Francais/recherche.php
http://www.i-campingcar.fr/aires/accueil.htm
http://
www.villes-et-villages-fleuris.com
http://www.villagesdefrance.free.fr/
http://www.grandsitedefrance.com/
http://bastides.ifrance.com
http://www.itourisme.net/guide-patrimoine-mondial-unesco-3.html
http://www.fondation-patrimoine.net/
http://www.sites-vauban.org/
http://www.cheminsdememoire.gouv.fr/territoire/index.php?idRegion=23
http://www.monuments-nationaux.fr/
http://www.france-passion.com/documents/CarteFrance07.gif
http://www.bienvenue-a-la-ferme.com/
http://www.plusbeauxdetours.com

Das edições Michelin:
Le Guide Vert- La France des Vignobles
Les 100 Plus Beaux Détours de France
Guide de Tourisme Provence
Guide de Tourisme Gorges du Tran, Cévennes, Languedoc
Guide de Tourisme Côtes d´Azur, Principauté de Monaco
Guide de Tourisme Pyrénées Roussillon
Guide Escapades en Camping-Car (France)
Atlas Michelin France 1:200.000
Mapa Michelin Portugal-Espanha nº 794

Mapa Michelin France nº 792

Outras edições:
Les 1000 Lieux qu´il faut avoir vus en France, edição Flammarion
Villages de Charme de France, edição Rivages
Les plus beaux Villages de France, edição Selection de Reders Digest
Tourisme Fluvial, Les plus belles croisiéres en France, edição Petit Futé
Les plus beaux circuits en camping-car, edição Petit Futé (2009)
Les bons Restaurants pas chers et pour tous, edição Le Guide Les Routiers
Carte Touristique do IGN Monuments Nationaux et Routes Historiques de France
Decouvrir la France, Nos 80 plus beaux Villages, edição Le Monde du Camping-Car,nº 18 (Março 2009)

Edições especializadas de áreas para autocaravanas:
Evasion Camping-Car, edição Guide Bel-Air
Le guide itineraires France-Europe en Camping Car, edição Lariviére
Camperstop Europe, edição Fcaile Media
Guide Officiel Aires de Services Camping-Car, edição Motor Press
All the Aires, France, edição Go Motorhoming, Vicarious books
La Carte de France des aires de Services, edição Le Monde du Camping-Car
200 étapes en bord de mer, edição Suplement de Le Monde du Camping-Car
Guide des Aires de Services gratuites, edição Camping-Car Magazine.

A viagem propriamente dita!

Durante as semanas que antecederam a partida, trabalhou-se (a sério) no plano do projecto e cenários dos programas da viagem, em três tempos:

1) Foi traçado o circuito base e testado em mapas do Atlas Michelin de França, (escala 1/200.000) em papel, e na Net no planificador de viagens de Via Michelin.

2) Depois, em quadro no computador, com base nas várias fontes que acima foram enumeradas, foi feito um esquema em que se apontaram as referências a localidades favoráveis, e coincidentes dos vários guias, para assim definir prioridades incontornáveis do itinerário.

3) No fim juntou-se a conexão com as áreas de estacionamento, serviços e pernoita, ou parques de campismo para autocaravanas, em prospectiva, e calendarizaram-se as etapas diárias, e respectiva “kilometragem”, em estilo road book. Par o efeito foi um velho atlas desactualizado tesourado e adaptado ao efeito.

Claro que em tudo isto, tudo ficou sujeito a todos os imponderáveis de caminho…clima, disposição, decepções, portas fechadas, surpresas agradáveis imprevistas, e acima tudo, tudo dependente do critério máximo do comportamento de liberdade itinerante: “o-já-agora!”. Porém as expectativas foram cumpridas a quase 90%, e superadas em 110%!. No total somaram-se pouco menos de 5000Km de viagem, com voltas e reviravoltas.

Pois bem, aqui fica então o resumo do que aconteceu….

Notas:
1) Tudo correu bem, ou não houvesse em França a circular do Primeiro Ministro sobre autocaravanismo em Vigor desde 2004
2) Em Espanha e Andorra também se vive um novo clima pró autocaravanismo confirmado em Pas de la Case e em Mérida
3) Indispensáveis: o bloco notas Moleskine o fantasioso GPS do Nokia Maps em telemóvel Nokia 6210
4) Não nos cruzamos, nem vimos, uma única autocaravana de matrícula portuguesa.

Ora, de forma resumida aqui vai o relato ilustrado, e com legendas nas fotos.

1 dia, Domingo 23 de agosto.
Lisboa-Alenquer- Lagartera

Pouco há a dizer: saída pelas 16.30 de Alenquer após o almoço de domingo em família, em São João do Estoril. Havia em registo 45.672Km à partida. Atestado gasóleo em Espanha a 0,97€. Chegada para pernoita em Lagartera (Oropesa) pelas 21,45 portuguesas.



Só havia mais uma AC na área (gratuita) de autocaravanas. Jantar petiscado no Bar Terraza “Mara” por 21.50€, com espalanada relvada.
2 dia, Segunda 24 Lagartera - Mont Louis (forno solar e cidadela Vauban).
Noite passada em calores e baforadas quentes, janelas entre-abertas e escotilhas de tecto para corrente de ar e entrada da música do vizinho circo. Acordar pelas 7.30h locais, e rota seguida, com travessia por algumas R (auto-estradas radiais pagas) que não valeram a pena. Almoço em Vila Franca del Ebro com bom ar condicionado na “Pepa”, os dois por 22,80€. Depois de atestar gasóleo em Puygcerda, chegada atempada a Mont Louis para escalar muralhas e perímetros militares.



Jantar na AC, e pago de pernoita 4€ na área específica para autocaravanas com AS. Por Junto eram 6 autocaravanas.

3 dia, Terça 25
Mont Louis, Prades, Eus, Homps, (passeio de barco no canal do Midi) Revel.

Primeiro dia propriamente dito de férias. Acordar pelas 7h com ar fresco da montanha pirenaica. Saída pelas 8h após utilização da AS. Primeira paragem em Ville Neuve du Conflent, amuralhada e por mais de uma vez visitada. Estacionamento pago junto ás muralhas 2€. Deambulação pelas ruas desertas e acessos ao Forte Libéria. Excelente paragem inspirada por Vauban.



Seguiu-se paragem em Prades: era dia de mercado popular no largo principal, e logo depois desvio para Eus, para visita ao Castelo Medieval com entrada livre.



Rumo depois para Milas, Tuchan até Thezan, aqui com paragem para almoçar pelas 13.15h por 20.30€…e de seguida para Homps, no Canal do Midi. Às 16.30h estávamos a embarcar no St Ferreol para um cruzeiro de 2h no canal. Excelente viagem por 11,10€ cada. Vista de várias pontes, da ponte-canal, do "egoutoir", das eclusas, dos caminhos de "halage", etc….e a meio forte trovoada e chuva.



Depois a rota sem paragens, por Trébes, Carcassone. Pezenas, Soissac (visto o Castelo da curva da estrada), Ferreol, e Revel. Jantar por 25.50 em La Toscane, depois de vista a praça medieval dos Halles. Dormida gratuita na area de AC com AS Raclet, frente ao camping local.

continua em:

sexta-feira, setembro 04, 2009

cuidado: acidentes também acontecem em autocaravanas- explosão de bilha de gás.

18/07/09, à Tourlaville, deux touristes du Nord ont été gravement brûlés suite à l'explosion d'une bouteille de gaz. Ils ont été transférés au Centre des grands brûlés de l'hôpital de Lille.

Il est 18 h samedi lorsqu'un couple de touristes originaires du Nord stationne leur camping-car sur le parking du centre nautique de Tourlaville, aux abords de la plage de Collignon. Les camping-cars sont autorisés à séjourner gratuitement sur cet emplacement pour une nuit. Vers 23 h, l'homme âgé de 33 ans et sa compagne de 31 ans commencent à préparer à manger. Problème, la bouteille de gaz de leur réchaud est vide. Ils décident de la changer mais la plaque est encore incandescente.

Des brûlures au 3e degré
La manoeuvre tourne mal, le gaz s'échappe et provoque une explosion à l'intérieur de l'habitacle. Les vêtements du couple de vacanciers prennent feu. La directrice de la colonie de vacances du centre de Collignon, Emeline Hellé, est alertée par le bruit de l'explosion et par les cris de détresse des victimes. « Je suis sortie sur le parking et j'ai vu les deux personnes en train de se rouler par terre pour éteindre les flammes qui avaient embrasé leurs vêtements. »

Remis sur pieds, le couple se saisit d'un extincteur et réussit à mettre un terme à l'incendie. La femme se met alors en tête de récupérer son chien, bloqué à l'intérieur. « J'ai dû rentrer dans le camping-car pour en sortir la dame. J'y suis retournée pour récupérer le chien. Je crois qu'elle était bouleversée, elle ne se rendait plus compte des risques », poursuit Emeline Hellé. Plus tard, le chihuahua sera conduit chez un vétérinaire pour faire soigner son pelage brûlé.

Les pompiers arrivent vers 23 h 40. Entre-temps, les victimes de l'explosion ont été conduites dans le centre nautique pour prendre une douche et rafraîchir leurs blessures. Devant la gravité de leurs brûlures, allant du premier au troisième degré, les pompiers et le Samu les emmènent au centre hospitalier Louis-Pasteur de Cherbourg. Les médecins ont alors pris la décision de les transférer au Centre des grands brûlés de l'hôpital Salengro de Lille.
Rudy FLOCHIN.

segunda-feira, agosto 31, 2009

As autocaravanas estão cada vez mais na moda, pelo menos em França: Alguns conselhos


Alguns conselhos para saber escollher uma autocaravana (em francês)

Comment choisir son camping-car ?

La fréquence d'utilisation
S'il s'agit de 2 ou 3 semaines par an, il est incontestable qu'il vaudra mieux vous orienter vers la location.

L'utilisation envisagée
climat
conditions de route
longueur des parcours / du voyage
kilométrage
Le nombre de personnes à transporter
la capacité d'accueil des camping-cars est variable

L'espace intérieur / vos attentes de confort
Comme dans l'automobile, les camping-cars sont segmentés en gamme. Pour un même modèle, les fabricants peuvent commercialiser plusieurs finitions. Les équipementiers ou accessoiristes offrent une multitude d'options possibles.

Le confort routier / les performances
Les performances, la polyvalence en conduite (encombrement...), la consommation, la puissance du moteur, la marque du "tracteur", la fiabilité sont autant de critères à prendre compte.

Le budget
Entrée de gamme
Les camping-cars "premiers prix" neufs sont accessibles à partir de 35 000 euros. Pour ce niveau de gamme, ces véhicules de loisirs ont tout l'équipement indispensable pour voyager. La différence se portera principalement sur la puissance du moteur, la qualité des matériaux utilisés, et l'agencement, l'ingéniosité des rangements, la modularité...
Moyenne gamme
Au delà de 40 000€, les camping-cars sont situés dans la moyenne gamme. Vous trouverez des véhicules d'excellentes factures mais des accessoires, des équipements, des détails, des finitions (...) feront toute la différence.
Haut de gamme
A partir de 65 000 euros, les camping-cars sont haut de gamme voire luxueux. Les prix n'ont de limite que l'ingéniosité des fabricants et des équipementiers. Certains modèles dépassent de série 100 000 euros. Pour des réalisations sur mesure, des palaces roulants atteignent plus de 200 000 euros voire même le million !
Les critères de distinctions ne manquent pas : motorisation, capacité et confort de couchage, présentation et équipements de la salle de bain, équipements de la cuisine, design général extérieur comme intérieur,

Les critères à prendre en compte
- le rapport poids / puissance (veiller à prendre en compte les personnes à transporter, les bagages et aussi les accessoires ajoutés porte-vélo, panneau solaire etc....)

- La carrosserie : en aluminium, en polyester ou polyester moulé.
Avantage pour le polyester qui est deux fois plus léger que l'aluminium.

- Veiller à ce que la conduite d'eau et la réserve soient chauffées et que les eaux usagées soient hors gel (certains véhicules offrent un double plancher et offrent une bien meilleure isolation)

- Autonomie : importance des réserves d'eau, d'électricité et de gaz.

- Dimensions et confort des lits (accessibilité, rangements disponibles)

- Salle de bain : confort d'utilisation

- Habitabilité : imaginez-vous vivre à bord, analyser la circulation intérieure, la fonctionnalité de la cuisine, la polyvalence des lieux

- Accès facile aux mécanismes et équipements de maintenance
Les frais annexes du camping-car

Les péages autoroutiers sont environ 30 % plus chers en camping-car qu'en voiture car ils sont classés en catégorie 2 (contre la catégorie 1 pour les automobiles)
Un camping-car consomme plus de carburant qu'une voiture, compter entre 8 et 12 litres en carburant au minimum.
Le prix du camping-car est un poste de dépenses importants mais il ne faut pas négliger le prix des accessoires indispensables. Parmi ces derniers on peut inclure :
l'antenne satellite
le groupe électrogène
le GPS
un panneau solaire
un porte-vélos
un store

Faut-il un permis poids-lourds pour conduire un camping-car ?
Non, il ne faut pas un permis poids-lourds pour conduire un camping-car. La très grande majorité des modèles ont un poids à vide inférieur à 3,5 tonnes, le permis B suffit donc pour les conduire.

La conduite d'un camping-car est-elle complexe ?
Les camping-cars modernes sont équipés de la direction assistée et de nombreuses aides pour le conducteur. Certains sont même dotés d'un radar de recul voire d'une caméra de recul. Le rayon de braquage est plus réduit que sur une automobile. La conduite d'un camping-car nécessite de la prudence principalement concernant les angles morts, les manœuvres à basse vitesse et en reculant.

Quelles sont les limitations de vitesse pour camping-car ?
Les limitations de vitesse concernant un camping-car sont identiques à celles concernant les automobiles. Attention toutefois au poids de l'engin et à ses capacités de freinage : augmenter les distances de sécurité par rapport à vos habitudes d'automobilistes.

Trouve-t-on facilement des endroits pour passer la nuit ?
Il est toujours possible de trouver des lieux au calme, en pleine nature où garer son camping-car. Il suffit d'un peu de courtoisie et de savoir-vivre pour être guidé vers un endroit adéquat par les habitants de la région visitée.Sinon, de nombreux guides répertorient l'ensemble des aires d'accueil et des points de stationnement dédiés aux les camping-cars.

Où peut-on se garer avec un camping-car ?
Sur la voie publique, le stationnement des camping-cars relève du code de la route. On ne peut interdire à un véhicule de demeurer de jour à un endroit que dans les cas suivants : arrêt ou stationnement dangereux, gênant ou abusif. Il en va aussi du civisme et du bon sens du conducteur qui déplacera son engin dès lors que la vue d'un monument ou d'un paysage est gâchée par sa présence. Il est par contre interdit de camper dans les bois, forêts et parcs classés, sur les rivages de la mer, dans un rayon de 200 m autour d'un point d'eau capté pour la consommation, dans un site classé ou inscrit dans les zones de protection du patrimoine de la nature et des sites, à moins de 500 m d'un monument historique classé ou inscrit et dans certaines zones déterminées par les autorités municipales ou préfectorales.

Où vider les eaux usagées de mon camping-car ?
La vidange des eaux grises (eau de vaisselle ou de douche) et noires (toilettes) doivent être faite dans des lieux prévus à cet effet : aires des services, campings, emplacements spéciaux dans les communes.
Para saber mais ver:

segunda-feira, agosto 24, 2009

Mais um filme que inclui o tema de uma autocaravana



Manhunt
Durée : 74min.Genre : Film - ThrillerOrigine : Nor. 2008. . Réalisation : Patrik Syversen. Scénario : Nini Bull Robsahm et Patrik SyversenDistribution : Kristina Leganger Aaserud (Jenta), Janne Beate Bones (Renate), Henriette Bruusgaard (Camilla), Jorn Bjorn Fuller Gee (Jorgen). Musique : Simon Boswell.


RÉSUMÉ
Durant l'été 1974 en Norvège, quatre jeunes citadins partent en voyage à travers la campagne norvégienne. Mais l'ambiance se dégrade au fur et à mesure que le camping-car avance. Entre l'hostilité des autochtones et la nervosité d'une auto-stoppeuse, les mauvais présages s'accumulent. Quand, à la lisière d'une forêt inquiétante, un pneu crève, les jeunes sont assommés et enlevés par des chasseurs. Ils se réveillent au beau milieu des bois. Un cor de chasse retentit. Les jeunes gens comprennent qu'ils vont devoir courir vite s'ils veulent survivre...

sexta-feira, agosto 21, 2009

O Blog Newsletter aderiu ao Newsgroup de Webmaters de Autocaravanismo.


O Blog Newsletter continua a sua actividade pioneira em Portugal e no estrangeiro, e desta vez fica registada a adesão ao Webmestres Camping Caristes ! Votos de que tendo sido os primeiros a fazê-lo, não continuemos todavia, a ser os únicos registados em língua portuguesa...

quarta-feira, agosto 19, 2009

PARABÉNS AO MIDAP NO SEU PRIMEIRO ANIVERSÁRIO a 20 de AGOSTO de 2009!





Nunca tão poucos, fizeram tanto, dentro do espírito do movimento dos autocravanistas itinerantes, e em tão pouco tempo, e de forma criativa e positiva pelo Desenvolvimento do Autocaravanismo em Portugal !


De facto,


foi um punhado de pessoas dedicadas, que em boa hora:


- fundaram o MIDAP,


- emitiram um parecer oportuno sobre o relatório da CCRDA


- promoveram o I encontro de bloguistas autocaravanistas


- fundaram o CAB- Circulo de autocaravanistas da Blogo-esfera


- desenvolveram contactos com o Presidente da Subcomissão de Turismo da AR (Assembleia da Republica)


- participaram na audição parlamentar sobre Autocaravanismo


- colaboraram com sugestões para o PJL nº 778 sobre autocaravanismo


- realizaram o I Encontro Nacional de Autocaravanismo


- Propuseram a criação do ONGA- Observatorio Não Governamental


- contactaram inúmeras CM e outras entidades oficiais e particulares, entre elas o Turismo de Portugal, Câmaras Muncipais, a GNR e o ACP.


- Mantiveram sempre o diálogo com outros sectores do Autocaravanismo


- divulgaram públicamente em web site próprio, as suas actividades


- Mantiveram acções pro bono (e sem custos para os autocaravanistas)


- etc.


Para saber mais ver em:


segunda-feira, agosto 17, 2009

para preparar umas férias culturais em França de autocaravana

por 19 euros na Amazon

Pour chaque région, le lecteur découvre les plus beaux sites naturels, les plus belles villes, les ports, les plages, mais aussi les monuments (abbayes, cathédrales, ponts, châteaux, maisons-musées), les restaurants et
cafés célèbres, les hôtels de charme... Le livre comprend également les trente sites français classés au patrimoine mondial de l' UNESCO.
Quanto a areas de estacionamento e pernoita, e incluindo estações de serviço para autocaravanas também em parques de campismo...a melhor listagem da Net para a França, está em:
e também em:
E para preparar itinerários, nada como o Via Michelin! Ora vejam:

sexta-feira, agosto 14, 2009

Autocaravanista português bricoleur e autor de Blog explicativo de transformação de um furgão


e muito mais em.....http://ivecovan.wordpress.com/


… lá furámos e serrámos até conseguirmos retirar o painel que serve de divisória entre o espaço de carga e o dos passageiros.

segunda-feira, agosto 10, 2009

Este verão, ultima oportunidade de estacionar a AC no cais de Perigueux



Para quem gosta se ser autocaravanista
Para quem gosta de França
Para quem gosta de Perigueux.... (buscar relatos neste blog)
e para quem leia francês leia ainda mais no editorial da Revista Camping CAr Magazine deste mês...a referência ao baixo assinado de 300 comerciantes que querem que as autocaravanas permaneçam estacionadas no local do cais fluvial....(onde já existe uma estação de serviço para AC)

este ano talvez seja o ultimo para pernoitar junto ao cais....
ao ler a noticia é disso que se trata, e de conhecer uma corrente de opinião sensata:
- mais vale pagar alguma coisa e ter um local adequado e seguro, do que nada, e sentir-se inseguro, ou pelo menos indesejado:
Pour le moment, les camping-cars cohabitent avec les voitures sur les quais de l'Isle. (photo Jean-Christophe sounalet)
Lorsqu'on arrive à Périgueux, on ne peut pas rater l'aire de service qui accueille gratuitement les camping-cars sur les quais de l'Isle. Mais dès l'automne, les vacanciers nomades devront se diriger rue des Prés, dans le quartier des Mondoux, vers un nouvel emplacement de 4 000 m2 qui leur sera entièrement réservé.
« Les travaux débuteront cet été et s'achèveront à l'automne », indique le maire Michel Moyrand. « On a choisi cet endroit afin que les camping-caristes puissent rejoindre le centre-ville, à pieds ou à vélo, en empruntant la Voie verte. »
C'est en effet un des atouts majeurs de l'aire de service actuelle auquel tiennent particulièrement les touristes. Colette Legret, 62 ans, visite la France en camping-car avec son mari Jean-Bernard depuis un an. Ils rentrent toutes les six semaines à Montluçon afin de relever leur courrier. Ces habitués des aires de service confirment : « À Périgueux, on profite d'une belle vue sur la cathédrale et sur l'Isle, tout en étant au coeur de la ville. Mais il y a un vrai manque de places à cause des voitures qui stationnent. On a même l'impression de gêner les Périgourdins qui se garent ici. Ce serait donc bien d'avoir un endroit réservé aux mobile-homes. Au moins, on aurait un emplacement bien délimité, sans être obligé d'aller au camping de Boulazac. »
Des touristes ravis de l'idée
Erik et Birgitta Oman, des retraités suisses allemands, ont visité l'Espagne et le Portugal pendant six mois avant de parcourir la France. Ils ont dû attendre près de deux heures avant de pouvoir stationner sur les quais de Périgueux : « Il y avait tellement de voitures que l'on a fait un tour avant de revenir », racontent-ils. Et ajoutent qu'ils préféreraient « payer un petit quelque chose et être dans un endroit réservé aux camping-caristes. On se sentirait d'ailleurs plus en sécurité. »
De son côté, la municipalité n'a pas encore pris de décision à propos de la gratuité du nouveau site. « Nous sommes en pleine discussion, explique Michel Moyrand. Plusieurs possibilités sont examinées. Nous pourrions faire payer le stationnement et/ou la consommation d'électricité. Nous y verrons plus clair lorsque les travaux commenceront. »
Pour Anne-Laure et Angélique, deux Limougeaudes de 25 ans qui ont loué un camping-car pour quatre jours, « si la nouvelle aire était payante, on ne s'arrêterait plus ici car on a un petit budget. On reste aussi dormir à Périgueux parce que c'est gratuit », reconnaissent-elles.