quinta-feira, maio 15, 2008

Sugestão de viagem para a ponte feriado de 22 de Maio


Comboio a vapor no Douro
Sugestão de viagem do LifeCooler

Andar de comboio pode ser uma emoção, mesmo sem a velocidade do TGV. Da Régua a Tua, vai-se a velocidade de vapor. Reviver o tempo em que ainda existiam passageiros de terceira classe e carruagens com bancos de madeira. Devagar, bem devagarinho, ao ritmo de pouca terra, pouca terra.

Sábado, 15 horas, gare de Peso da Régua. A estação está numa azáfama pegada. Chegam comboios vindos do Pocinho ou partem com destino a Vila Real. Mas na plataforma da linha dois a distracção é outra. Centena e meia de pessoas amontoa-se com câmaras de filmar e máquinas fotográficas, concentrando-se junto da velha máquina a vapor 187, que vai expelindo um fumo preto da chaminé. O fumo é tão opaco que encobre o sol fazendo tanta sombra, como a copa de uma árvore. Os mais curiosos aproveitam para trocar impressões com o maquinista Carlos, que pacientemente explica como funciona o engenho. Gradualmente, as pessoas vão entrando no comboio, um pouco contrariadas, talvez por causa do intenso calor que se faz sentir. As carruagens são dos anos 30, quando ainda não havia ar condicionado. O chefe da estação faz soar o apito. São 15:30 e o comboio parte à tabela. Apesar de ter mais de meio século, parece tão sólido como um actual. A Régua começa a ficar para trás e as afortunadas janelas do lado direito revelam-nos uma paisagem deslumbrante. É o Douro.

À beira-rio. Alguns passageiros mais impacientes preferem fazer a viagem de pé junto ao corrimão da escada de entrada das carruagens. Olhando para o Douro, surge quase imediatamente a barragem da Régua. Uma obra de vulto que chama a atenção pelas comportas, que ajudam os barcos a vencer o desnível das águas. E justamente enquanto os turistas vão distraídos de janela aberta, abate-se a primeira surpresa. O comboio entra num túnel, sem avisar ninguém. O céu fica escuro e o ar bastante pesado, para não dizer irrespirável. As cinzas do carvão flutuam à nossa volta, impregnando-nos com um perfume característico. Felizmente tudo tem um fim, e é tão bom voltar a ver a luz do sol e respirar ar puro. Uns pouco quilómetros mais adiante, fazemos a primeira paragem na estação de Covelinhas. Na plataforma, o chefe de estação, trajado a rigor, de casaco azul escuro com botões dourados, chapéu e apito na boca dá sinal de via desimpedida, empunhando na mão a bandeirinha vermelha enrolada. Só que o comboio, ainda assim, imobiliza-se por dois minutos, o tempo suficiente para que alguns turistas mais ansiosos saltassem para a linha contrária para tirar fotografias. Perigoso? Nem por isso, sendo a linha do Douro de via única, no problem.

Rio acima a velha locomotiva faz sensação por onde passa. Serpenteando vagarosamente o rio ao longo do desfiladeiro, vai despertando o interesse dos marinheiros de água doce que acenam freneticamente para o comboio, enquanto os viajantes, sempre a postos, disparam clics com máquinas fotográficas. De repente mais uma surpresa. Entra em cena um mini rancho folclórico, que vai animando o comboio ao som da concertina, enquanto as meninas dançam. Um excesso. A paisagem natural é suficiente, e não é à procura de folclore que aqui se vem. O melhor é continuar de olhos postos nas janelas.

Os comboios também bebem.Chegados ao Pinhão, outro espectáculo. A máquina abastece-se de água, parando em baixo de uma gigante mangueira de ferro que debita umas centenas de litros por minuto. A estação do Pinhão, ainda que em obras de remodelação, tem um edifício bonito, com alguns painéis de azulejos que merecem um olhar mais atento. Mas o pormenor mais delicioso e arcaico é a sala de espera de passageiros da terceira classe. Uma relíquia abolida nos anos 60. Dois silvados cortam o ar. É hora de partida. Seguimos viagem por entre encostas recortadas em carreiros de socalco. Desde o rio até ao cimo da encosta, o monte foi todo aproveitado para a agricultura, mais exactamente para a vinha. São as inúmeras quintas do vinho que existem na região, como a São Luiz, uns poucos quilómetros antes do Pinhão. Finalmente e sempre à tabela, chegamos chegámos à estação do Tua. End of line. São cerca de quarenta minutos para degustar o vinho do Porto oferecido pela organização, enquanto a máquina faz a inversão do sentido de marcha.

quarta-feira, maio 14, 2008

conversão de coordenadas para GPS...software espanhol on line


oferecido pelo portal Camperpark
basta clicar em

Como se escreve autocaravana, resposta da ciberdúvidas!


Pergunta Resposta em

Autocaravana
[Pergunta] Gostaria, por favor, de saber qual a forma correcta de escrever auto-caravanas. Escreve-se com hífen ou sem?Obrigada.
Ana Antunes :: :: Portugal
[Resposta] Nos vocábulos formados pelo prefixo auto, quando se lhe seguem palavras começadas por vogal, h, r ou s, deve-se empregar o hífen. Assim, neste caso, não se escreve com hífen. É autocaravanas.

terça-feira, maio 13, 2008

Reformados americanos de autocaravana e a...trabalhar

Veja estes conselhos:
1) reforme-se
2) compre uma autocaravana e viaje pelos EUA
3) e trabalhe na AC...e seja financeiramente independente
para saber mais veja o blog:
http://retiredpay.com/make-money/blogging/financial-independence-with-a-motorhome-is-this-guy-insane/



Dave’s suggestion? In the words of another famous song of my era, (Percy Mayfield, made famous by Ray Charles), "Hit the Road, Jack". If I had to live in the US right now, I’d give very strong consideration to visiting someone like Cruise America and buying, as a real bargain, a small motor home. here’s the stats on just one of their offerings:~

Comparable New Price: $83,711
Prices Starting from $24,995 Payments as low as $234/mo*
$234 a month?
You can’t rent a clapped out, freezing in the winter, roasting in the summer trailer house for that. And when it’s cold, go down to Big Bend Texas and stay until it gets hot enough to make you want air conditioning in the Spring, then move north along with the sun. Stay at a "campground host" site in Montana in the Summer and follow the changing colors down through Georgia and into Florida when the Winter comes calling again.
When you’re tired of living in something this small, you can sell it for what you paid or more (hold the note if you want to) and, if you read this blog and others that teach you how to make a living online, you should have a nice nest egg put away for the next phase of your empowered retirement.
Go now, for free, and join my friend Jeremy Palmer’s Black Ink Project and learn how to set up your online business as a business. If you use this motorhome as part of your business, such as actively blogging about your travels, making honest good faith efforts to make money with your motor home activities, and (of course) paying the legally required taxes you can make the whole operation tax deductible … find a tax advisor who thinks outside the box, I am not qualified to give tax advice, only to blog and make money about it. (and yes, before you sic the IRS on me, I did pay taxes, everything is on the Schedule C, all neat and tidy and on the up and up. ;-))
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segunda-feira, maio 12, 2008

Madeira, Funchal, fim de semana do dia da Europa, 2008


Sem autocaravana, nos intervalos de reuniões de trabalaho, mais uma deslocação a Ilha da Madeira, ao Funchal ( a comemorar os 5oo anos da fundação) e a São Vicente.

Ida e volta na SATA Internacional. Alojamento na Albergaria da Sé, refeição de assinalar, um jantar no Restaurante Espada Preta à Câmara de Lobos...

Outros apontamentos....o altar da Igreja da Sé, as vendedeiras de flores, as pinturas dos marítimos nas paredes do cais do porto. O mais foi trabalho, e disso não reza esta crónica simples.


O dia da Europa, 9 de Maio, começa com a chegada do maior navio de cruzeiros do mundo ao Porto do Funchal "independence of the Seas". O povo apinhado na pontinha, e nos cais e varandas do passeio marítimo. O rebocador com as saudações de jactos de agua, os jovens (em semana de semi férias, por ser a semana do desporto) em kayaks, a nau turística a navegar, e por todo o lado, o Sol a cumprimentar tudo e todos, entre céus com nuvens passageiras.









Quanto a anotações para futuras viagens ficam as seguintes de forma telegráfica:


- A confirmação de preferência por um alojamento na parte central do Funchal, em especial para quem não dispõe de deslocação em viatura. A Albergaria da Sé ****, junto a dita e propriedade da cadeia Sá (supermercados que incluem o do Campo Pequeno em Lisboa) cumpre a sua função com pessoal simpático, pequeno almoço buffet e um 5º andar e terraço que dá para trabalhar calmamente e ver as vistas...

mais em: http://www.albergariacatedral.com/


- as paisagens abruptas e agrestes, de São Vicente, a capital do norte da Madeira, de um recorte que lembram certas imagens dos filmes dos senhores dos aneis (colhidas na Nova Zelândia). Ver mais em:

http://www.svicente.com/turismo.htm


- As cataplanas de peixe e marisco, a açorda de gambas no pão, os bifes de atum , os filetes de peixe espada preto, o peixe gaiado seco em molho de alho, azeite e salsa, o atum fresco de aperitivo, e o bolo do caco. Não esquecer ainda a banana local (variedades em crescendo) o pão de milho, a batata doce, e os refrigernates locais da Brisa...e para quem fuma, o tabaco a preço de saldo da Micaelense de tabacos, incluindo cigarrilhas e cigarros, desde 1.50€ com filtro...

20% de desconto na Bertrand, hoje, dia 12, 2º, 2ª feira do mês


sábado, maio 10, 2008

travessia a borla de caravanas entre Cherbourg e Portsmouth...

Caravans Go FREE - Portsmouth-Cherbourg



A touch of sun and we all go holiday-crazy...If you're looking for cheap ways to hop over the Channel, look no further. Travel on the Condor Ferries Clipper service from Portsmouth to Cherbourg and you'll find our prices start at £103 each way.
Caravans travel FREE OF CHARGE.
The service operates on Sundays only between 25th May and 7th September and offers extraordinary value for money.
The Condor Ferries Clipper is a conventional ferry well suited to carrying motorhomes and caravans. The weekly service (Sundays only) travels out from Portsmouth at 09:30 and arrives in Cherbourg at 16:00 local time. The return crossing leaves Cherbourg at 17:00 and arrives at 21:00 local time. In our opinion, very civilised sailing times at very low prices.
Nota: esta promoção serve especialmente a quem se ecnontre em Inglaterra e nao se aplica a autocaravanas.
What is classed as a motorhome?
A motorhome is defined as a vehicle with integral sleeping/living quarters within the same chassis. Motorhomes can be up to 6.5 metres long but less than 3.1 metres high.
Call us on 01580 214000 for availability and prices - but don't wait too long!
mais informações em:

sexta-feira, maio 09, 2008

Aluguer de autocaravanas nos EUA (RV) Guia Pedagógico

Para quem pensa ir aos EUA
e viajar coast to coast em autocaravana alugada,
ou seja num RV,
o melhor é começar a documentra-se

Aqui vai um guia ...

quinta-feira, maio 08, 2008

Excelente iniciativa destinada a autocaravanistas...em Espanha

Convite de Lucena (Córdoba)
Lido no Blog da Triganinha

inscrições 10 euros por autocaravana

http://www.asandac.org/

curiosidade da Catedral de Salamanca: o astronauta

O autocaravanista que viaja, é muitas vezes ávido de cultura...
assim, em Salamanca, nas colunas da Catedral acha-se inscrito este motivo!
Como o justificar face aos séculos de distância que separam as duas realidades?
ora veja mais abaixo!

O astronauta catedral de Salamanca. Durante o restauro da Porta de Ramos da Catedral Nova de Salamanca realizado em 1992, foram integrados motivos contemporâneos e modernos, entre os quais uma figura esculpida de um astronauta. A inserção deste motivo deve-se à tradição dos antigos restauradores e construtores de catedrais que consistia em utilizar um motivo contemporâneo, dissimulado entre os motivos mais antigos, com o intuito de assinar as suas obras. O responsável pelo restauro, Jerónimo Garcia, escolheu um astronauta como símbolo do século XX.

E o quse diria se numa restauraçao da Batalha, por ex. um dia fosse esculpida uma autocaravana? As nossas autoridades bem pensantes decerto que faleceriam de apoplexia!

Fonte, para saber mais em:

http://www.portaldoastronomo.org/cronica.php?id=67

quarta-feira, maio 07, 2008

Revista Francesa de Autocaravanas: Evasion Camping Car


Editada hoje, 7/05/08, em França por 3.90€

MAXI DOSSIER 30 melhores autocaravanas

MODELES AU TOP DES VENTES

Pour un achat absolument sans risque

PRATIQUE BIEN VOYAGER AVEC VOTRE ANIMALDE COMPAGNIE DECOUVERTE

LES PAYS-BAS

Entre terre et mer. Guia do mediterrâneo: Estacionamentos e Itinerarios

EQUIPEMENTLE PORTE-VELOS

GUIDE D'ACHAT

Amostra de Autocaravanas brasileiras da marca VETTURA

Pode-se ver tudo em:

http://www.vettura.com.br/empresa.htm

Modelo: Clean Chassi:


Chassi Cabine Renault MasterEste veículo possui rodagem simples traseira, capacidade de carga igual a 3500Kg, portanto a habilitação requerida é "B"Dimensões em metros (CAL): 5,8 x 2,9 x 2,26especificação da carroceria: Montagem da carroceria em tubos de metalão galvanizado parede 0,95, mais leve, soldados, acabamento anti-ferruginoso, acabamento de bagageiros em alumínio xadrez, vedação por silicone sikaflex, fechamento de bagageiros em fechadura com chave única, revestimento externo em chapa de fibra de vidro inteiriça, transformano o veículo em um invólucro impermeável, isolação térmica, revestimento interno em chapas laminadas, pintura personalizada.Especificação Interna:


Móveis com quadros e acabamentos em madeira maciça mais leve. Demais peças em laminado, assoalho em compensado naval, revestimento do assoalho em decorflex. Forração interna das paredes em courino, acabamento para o teto em laminado branco., pias e lavatórios com paredes em fórmica.Instalações elétricas: Rede elétrica de alimentação externa primária com conversor de energia principal (12/110/220), abastecimento secundário por inversor de energia com banco de baterias sobressalente, abastecimento terciário não incluso, devido a espaço físico, circuitos com proteção individual por equipamento.Hidráulica:


Tanques para água (potável, servida, detritos) em fibra de vidro projetados de acordo com a carga necessária. Propulsão por bomba d'água automática, água quente para os lavatórios e pias, sistema de
tubulação flexível, monocomandos para controle de temperatura.equipamentos e opcionais: (ver ficha de montagem) instalação de equipamentos com acabamento, facilidade para manutenção, utilização de equipamentos de primeira linha, acoplagem e fixação personalizada para os ambientes, sistemas de vídeo e som interligados aos televisores e aparelhos de DVD. Antena de sinal aberto e SKY importadas, outros.

Outros modelos incluem veiculos acima nas fotos....pesados e campers...

terça-feira, maio 06, 2008

autocaravanistas convidados pela Junta de Freguesia de Lorvão

(clicar na imagem para ficar legivel)



a Junta de freguesia de Lorvão
convida os autocaravanistas à visita
de 22 a 25 de maio

fonte: www.campingcarportugal-com

Valerá a pena alugar uma autocaravana em Inglaterra?

Com voos low cost para Inglaterra....e depois alugar por lá uma autocaravana, será solução de férias?

Motorhome and Campervan - Homes on Wheels
modelos: Autoroller capucine, Carioca perfilada.
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Preços em Junho, Julho e Agosto: desde 695 Libras/semana

segunda-feira, maio 05, 2008

Noticias do CPA Clube Portugues de Autocaravanas






O 36º Encontro do Clube
Português
de Autocaravanas




(fonte portal do CPA em

e jornal Linhas de Elvas de 2 de maio de 2008

O Clube,
(CPA) passou pelo concelho de Elvas no sábado, dia 26 de Abril. Parte da comitiva parou, nessa tarde, na Terrugem e o total dos participantes pernoitou, depois, em Vila Fernando. Na freguesia
mais pequena do concelho de Elvas os autocaravanistas usufruíram de um serão com feira de velharias, colóquio e actividade cultural, proporcionada pela Junta de Freguesia. Na manhã eguinte, aquele órgão autárquico ofereceu o pequeno-almoço aos elementos da caravana e lembranças da localidade.

O périplo dos cerca de 250 participantes, distribuídos em 100 autocaravanas, decorreu entre 24 e 27 de Abril e percorreu localidades como Alandroal, Redondo, Vila Viçosa, Juromenha, Vila
Fernando, Santo Aleixo e Borba. O evento terminou com os convivas de mãos dadas, como sempre, a entoar a “Canção da Despedida”.

Perto de 50 veículos de origem francesa, de um clube gaulês com o qual o CPA se relaciona, estiveram com a comitiva no Alandroal, entre os dias 24 e 25. Os franceses regressaram ao seu país nessa altura, após ter realizado uma volta a Portugal durante vários dias.

“Queremos mostrar estas terras com interesse onde as pessoas são muito carinhosas e os sítios são muito bonitos. Passamos assim os nossos fins-de-semana, a conviver”, revelou Rui Figueiredo, presidente do Clube Português de Autocaravanas.

O CPA organiza quatro iniciativas de passeios deste género por ano, nas quais junta sócios do clube, oriundos do País inteiro. A associação proporciona ainda uma ida ao estrangeiro, este ano programada para a Suiça, em Junho. A presidente da Junta de Freguesia de Vila Fernando,
Depois de um ano de interregno, a freguesia de Vila Boim voltou a acolher a Festa do Ganhão, cuja nona edição se realizou entre 25 de Abril e 1 de Maio, no Pavilhão Multiusos. Uma vez mais, o artesanato, as tasquinhas, as actividades lúdicas e a animação cultural estiveram em destaque nos sete dias de certame, o qual culminou com o tradicional desfile rural.


De acordo com Maria Rosa Luz, mais conhecida por D. Biló, o evento teve como objectivo “homenagear o Ganhão” e, tal como há dois anos, decorreu no Pavilhão Multiusos, embora sem a tenda junto ao equipamento. “Como essas estruturas são um bocado caras e os apoios são poucos, decidimos fazer tudo aqui dentro, pelo que não puderam vir tantos artesãos”, explicou.
Do programa, a nossa interlocutora destacou o desfile rural “com carros alegóricos alusivos ao ganhão”, o qual percorreu as principais ruas de Vila Boim no Dia do Trabalhador. “Foi o mais bonito de tudo, já que recordou os tempos antigos”, disse. Maria Rosa Luz referiu ainda que a Festa do Ganhão não se realizou no ano passado porque “não havia dinheiro”.

Para que tal não volte a acontecer, e a fim de permitir que a Câmara Municipal de Elvas disponibilize mais apoios, está-se a proceder à constituição da Associação do Ganhão, entidade sem fins lucrativos. Maria Teresa Galego, disse ter acolhido a comitiva “com muita alegria e muito boa vontade”. “Vila Fernando é a freguesia mais pequena do concelho e muito envelhecida.






Eventos desta natureza, ou outros que por aqui passem, representam uma noite e um resto de dia em que a população anda mais agitada. As pessoas que por aqui passam falam de Vila Fernando e as que cá moram ficam conhecedoras de um evento que nunca teriam visto”.

Anuário francês de areas de estacionamento e pernoita de autocaravanas



Atenção...

download de areas de serviço gratuitas para o GPS
através do site da Associação camping Car Liberté

convem ter presente este link:






ideal para a preparação de viagens em França,
e seguindo o conselho de que quantos mais locais melhor, pois assim evita-se a concentração de autocaravanas, e criam-se melhores condições quer as populações locais quer aos autocaravanistas sem riscos excessivos de massificação e pressão demográfica

Crise nas vendas e lucros de autocaravanas nos EUA

A Crise também afecta os EUA nas autocaravanas:
- subida do preço dos combustiveis
- crise do subprime, desvalorização das casas hipotecadas
- diminuição de rendimentos
- desvalorização do dólar face ao euro
- restrições a concessão de crédito
- despedimentos de trabalhadores

VER mais nos links:

May 04th, 2008 Category: RV News
Thor Industries, Inc., a leading manufacturer of motor homes, travel trailers and motorhomes, posted a 10 percent slump as against last year’s in its preliminary sales results for the third quarter.
Sales declined to $707 million

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sábado, maio 03, 2008

Autocaravaneando: memorial Humberto Delgado, e autocaravanas fluviais do Alqueva


Foram cerca de 700Km até Monsaraz,
ao momumento de memória a Humberto Delgado,
ao Alqueva pela Aldeia da Luz, Estrela e Amieira
e a quase terminar em Setúbal.
Partida e regresso de Alenquer.
(segundo sugestão desta Newsletter para a ponte de 1 de Maio...)






Pois é, e foi assim mesmo.
É verdade o aforismo.
O Homem põe, e Deus dispõe.
Tinhamos previsto e até planeado um semana de autocaravanismo entre o 25 de Abril e o 1 de Maio. E desta vez o plural esta correcto, e não se trata de eufemismo. Dois casais em 2 autocaravanas, já tinhamos acertado o percurso base que tinha como pontos de referência Lourdes e Andorra. E o anteplano até ficou público para recolha de críticas e sugestões. Como se trata de atitude inédita entre nós portugueses, ficou sem resposta.
Estava posto. Mas Deus dispõe, e por razões familiares o projecto foi adiado.

Em alternativa surgiu então a hipótese de uma sortida.
Apenas duas noites e três dias. Apenas um casal. E lá fomos nós.
Uma volta a autocaravanear faz sempre bem!

1 de Maio, 5F.
A opção foi não fazer muitos Km e um periplo que como sempre, tivesse o seu QB de repassar por locais conhecidos, e o aditamento de voltas por novas paisagens.
Assim lá seguimos, primeiro até Alenquer, e daqui já montados na semovente, a pilotar a Knaus 700 UFB, já tarde, na tarde de dia 1 de Maio, feriado, dia do trabalhador, e por acumulação 5F de Espiga. Rumo À Ponte da Lezíria, e depois, sem GPS, sempre pelas nacionais, aportar a Monsaraz já quase escurinho, pelas 20.30h para as já conhecidas plataformas acasteladas para autocaravanas.

Já lá estavam 4 autocravanas nacionais. Três em triangulo fechado, como cowboys no faroeste na iminência de um atque indio, e uma delas a debitar agua cinzenta para o solo, talvez com a ideia de construir um fosso aquático, intransponivel pelos intrusos. O certo é que tal obra hidraúlica da noite de 5F, prosseguia logo pela manhã de 6F. Quem sabe porquê?

Optamos por ficar perpendiculares ao espelho de àgua do Alqueva, e em paralelo com outras autocaravanas francesas. Reformados bem simpaticos, uns da Charente, outros de Cognac, fáceis no diáologo e simples nas expectativas...começam por ali, vindos de Badajoz, e seguiam para sul Vila Real de Stº António, depois subiriam para Lisboa e escapuliam-se para a Galiza. Ao todo um mês. Outros mais não os vimos, e ao todo connosco, haveria talvez, umas 14 autocaravanas, e um carro com caravana também franco.



Ora bem, partimos a conquista do jantar sem detença. O alvo era o Lumumba da tradição que nunca apanhamos deserto, antes sempre bem ocupado por legiões de comensais demorados. Mas tinha sido bem gizado o plano, pelas 20.30h de um feriado, e em vesperas de dia de trablaho, a desatenção dos ocupantes tradicionais estava frouxa. Irrompemos pela porta principal, levamos de vencida logo, a sala de espera, nem olhamos as mesas fronteiras ao balcao, fizemos de seguida prisioneiro um dos escudeiros, e exigimos uma mesa para abancar. O Homem rendeu-se pela nossa determinação, e logo ali, arrastado foi, quase ate a esplanada e numa mesa de quatro, senhoris, sentamos-nos dois. Apenas mais tarde se noutou a armadilha montada, em mesas contiguas, anões de idade, com paisinhos, anões mentais, gritavam e corriam e berravam, e guinchavam como se estivessem num jardim infantil. Estrangeiros, franceses e espanhois, se calhar templários, em outras mesas, entreolhavam-se de espanto, mas a fome, cumplice, aconselhou-nos a resistencia passiva e silenciosa.

Excelente janta. Azeitonas bem temperadas, queijo seco de ovelha, óptimo, pão alentejano e à pergunta do interrogatório, -uma dose de ensopado de borrego dá para dois? Resposta: -dá e sobra. E veio o tacho de barro, e mais ao lado, a heresia de batatas fritas, mas a pedido. E foram-se bocado a bocado, pão ensopado à colherada, batata cozida, e caldo. No fim, bolo de gila e amendoa, dito bolo rançoso. Podre de bom, com duas colheres a dividr por dois. E a rematar, descafeinados. Ah!...a molhar goelas, meia de tinto de 2006 Monsaraz, e duas aguas com gas. Tudo junto, soma-se, e dá 20.75 maravedis, dos quais 10 deles para o ensopado de borrego. Foi-lhe tirada a foto e tudo!







Passeio digestivo após a comezaina. Por debaixo de uma noite magnífica. Uma espreita ainda pela Televisão, mas sem demoras nem cerimónias, seguiu-se o vale de lençóis.

2 de Maio, 6F.
Acordar radioso.
Eram 7 da matina. Estores levantados, àguas de Alqueva no horizonte, promissoras. As torradas, a manteiga, o café com leite, e os franceses em grupo de meia dúzia a palrarem. Subimos ao ataque da Torre de menagem em manobra envolvente, nós pela porta lateral que conduz a igreja, eles pela porta principal orientada a leste para terras de Espanha. Encontramo-nos já adentro de muralhas, à procura do tesouro – o pão alentejano fresco, da manhã. Mas nada, só um vilão andava por ali a mourejar, mas não era mouro, nem portugês, era um castelhano pedreiro, e pintor de reconstrução civil, e interrogado lá confessou: pão só pelas 9h, e ainda eram meia depois das oito. Desistimos, os franceses continuaram à busca de ameias. Ao regressar à semovente, um reboque já empinava um outro carro de assalto francês com avaria imobilizante. Não lhe pudemos valer.

Arrancamos então, descendo do alto de Monsaraz (O monte de estevas? Ou de Xarás, cavalos?) direcção Mourão, travessia da ponte sobre um braço das represadas àgaus de Alqueva, e depois, Espanha à vista e, travessia da Fronteira, para Vila Nueva Del Fresno. Ring a bell? Sim, essa mesma, referência de onde foi encontrado o corpo do General Humberto Delgado assassinado pela Pide. Fomos à busca, fica a cerca de 8Km da povoação na estrada em direcção a Valença, a cerca de 400 metros da estrada principal. Está assinalado e sinalizado.

O Monumento de honra, funerário, dito megalítico, tem suficiente dignidade. Ficam as fotos que recordam um momento da História portuguesa contemporânea, e os epitáfios que servem de legenda. E que merecem uma pausa de recolhimento. Especialmente no ano, e no mês, em que se comemoram 50 anos da sua morte. Requiem !
Para saber mais veja o site da Fundação Humberto Delgado em:
http://www.humbertodelgado.pt/WebFHD/index.jsp

Regresso à Vila, e oportunidade de atestar de combustivel, a 1,189 €. Em Portugal 1,324 €, diferença de 13,5 centimos, seja por litro uns antigos 27$00 escudos, pode pois o depósito de 100 litros da semovente, se cheio, poupar então, em Espanha 13,5 euros...

Atravessada a linha imaginária divisória secular, travessia de Mourão e direcção a Aldeia da Luz (claro, a nova, que a outra ficou submersa). Rumo a dois pontos de interesse:
- a recém inaugurada area de serviço e de pernoita promovida pela Junta de Freguesia local, e pelo portal Camping Car Portugal (em boa hora) ampla, com o único senão da falta de vista sobre o plano de àgua, mas a cavalo dado, nem se olha se tem dentes,
- o museu, escorreito e simples, bem localizado, com entradas favoraveis para reformados a 50% de desconto, e ainda com a inteligente promoção de recuperação de 10% do bilhete de entrada, em 10% de desconto nas compras da lojinha do museu. È de reter a atenção pelo menos, na ara ou altar megalíco retirada do Castelo de Lousa, que ficou submerso. Uma peça histórica de inexcedivel significado cultural.
Ainda tentamos visitar a Igreja, mas portões fechados. Também se fez uma tentativa frustrada para comprar pão. Não estava ninguem por detrás das portas fechadas.
Sobre a AS de autocaravanas ver, nesta Newsletter:

Seguimos para Estrela, outra Aldeia Ribeirinha. Não deixa de ser curiosa a toponímica. Luz....Estrela...a sugestionar uma luz nocturna. Milenar. Algo muito anterior às lendas medievas do aparecimento de uma virgem mariana, e decerto cristã...mas em terras mouras? Como Mourão e Moura o evidenciam de forma tão explícita. Claro que poderiam ser aparições anteriores à ocupação arabe, mas antes mesmo dos romanos, não havia por aqui outros povos, outras crenças?

Estrela não impressiona. Pequena, ruas estreitas e tortuosoas, poucas casas e um restaurante de referência..os Sabores da Estrela. Mas era cedo, e seguimos caminho. Era tempo de seguir, pois um telefonema para a empresa de barcos fluviais confirmou, o que ontem era incerto...sim senhores, há passeio a partir das 14.30h a partir da Marina da Amieira.

Antes de Moura, na Póvoa, paragem para comprar pão, finalmente. Stock feito, e prosseguimos para a Barragem criadora do Lago, e sem parar, foi o tempo apenas de mais uma vez lamentar que as lojas e cafés do Alqueva estejam enterrados, e não tenham vista para a Agua. Rumo portanto a Amieira, mas antes com paragem no Restaurante Avestruz , também conhecido por Mundo Rural, tambem reconhecido pela Herdade Baronigg. Ora vejam lá em http://avestruz.com.sapo.pt/



O almoço foi simpático.
Aqui uma dose não dá para dois, a menos que se enverede pelos aperitivos...e mais pelas azeitonas, pelo queijo, e pelo pãozinho. Não era o caso, e depois de um pequeno almoço pelas 7.00h...era conveniente escolher as duas doses e evitar os petiscos. Foi essa a estratégia, e vieram uma dose de ensopado de borrego, para comparar com a do Lumunba, e o veredicto...foi...melhor de caldo, mas inferior em carne! E uma dose de bifinhos de avestruz com cogumelos, arroz e batata frita às bolinhas...excelente! Além disso, doce da casa de gelado para dois, as tais duas colheres são faceis de manejar, jarro de vinho de Borba, e agua com gás. Tudo...29.10€, dos quais 7.90€ de cada prato.

A passagem pela exposição venda de artesanato de avestruz ainda deu despesa, lá se foram 2.95€ de uma lata de fois gras, ou patê? de avestruz. Para quem quiser ainda pode comprar carne quer de avestruz, quer de porco preto, e quem for mais amigo dos animais e vegetariano, então pode mesmo comprar vivos...pintos de avestruz a 65€, e leitões de porcos, vietnamitas a 50€. As curiosidades continuaram com as tentativas de dar restos de pão às avestruzes do cercado fronteiro ao restaurante. Não se mostraram interessadas.

Próxima paragem, Marina da Amieira em obras, mas com muito de realizado, já operacional. Um restaurante sobrepujante da baia de àgua, um edificio misto de recepção, esplanada e café, com loja de recordações, bem encostado ao terreno e em materais de aparência xistosa, e uma marina flutuante com barcos para alugar sem condutor, autênticas autocaravanas fluviais, portanto com capacidade de pernoita in board, para 4, 6 ou mesmo mais pessoas...é ver em http://www.amieiramarina.com/


Lá compramos os bilhetes para uma volta de 1h. Os dois 17.19€, com desconto para quem tem mais de 60 anos. E pelas 14.35 H, lá partimos com mais uns turistas de ocasião. A volta não foi espectacular porque apenas entre margens monótonas, e ainda mais pelo tom monocordico do lucutor da gravação. Valeram dois apontamentos...os patos bravos a levantarem voo rasante debaixo dos olhos, e duas antas claramente observaveis, quanto aos peixes...evoluíam a cerca de 50/75 metros de profundidade, e não se dignaram aparecer!

Feito o passeio, bebida uma agua na esplanda, regresso à semovente, e da Amieira seguiu-se para Portel, depois para Torrão, daqui para Alcacer do Sal....e depois para a Comporta com uma paragem e visita as provas do Concurso Nacional Hipico de saltos. Fica a foto de uma autocaravana mista de pessoas e de cavalos, matricula alemã, de um competidor português. Bravo !

Sobrou ainda tempo para ir ver a frente de Mar da Comporta. Tempo a acinzentar e a esfriar e daí passamos ao estaleiro de Troia. A evitar. Só betão, dumpers e construtores e operarios da construção civil. Parece a Reboleira em fase de construção desenfreada. Fugimos pelo ferry boat em direcção a Setúbal. A autocaravana, expressamente mencionada no texto do bilhete, paga 11.30€, com direito ao condutor, e a co-piloto, paga mais 1,15€. Se tivessemos desistido, o bilhete sempre seria válido até 15 de Maio...



Chegamos já noite fechada a Setúbal. Daí a decisão, jantar e dormir em Setúbal. Onde? Estacionamos junto a mais tres autocaravanas francesas, no final do passeio marítimo, mesmo ao lado do edificio onde os pescadores guardam os seus artefactos de pesca, e mesmo de frente para o estuário do Sado. Para não destoar o jantar foi no restaurante Estuário do Sado, logo a seguir, na mesma frente marítima, e em frente à marina dos barcos de faina pesqueira.

Classificação? O restaurante merece 4 estrelas.
Hesitaçao na escolha incial. A co-piloto opta pelos almontes tradiconais de Setúbal, e o condutor hesita?! Umas patas de caranguejo do Alaska? E as conquilhas? Estão exclentes garante a empregada, que acrescenta ufana, e o meu marido é pescador...Pois que seja. Vieram as conquilhas e os salmonetes, e azeitonas e pão, e torradas de pão com manteiga, salada extra, e um jarro d e meio litro de vinho branco à pressão....pois sim senhor, recomenda-se, e claro, paga-se em conformidade, isto é ficamos os dois ligeiramente abaixo do 20 € por pessoa. Natural, com a dose de salmonetes a 15€, e as conquilhas a 11€, mas aqueles fresquissimos, e estas também, e sem areia. Nem uma ficou por abrir!

Antes da deita, mais um passeio quase até a Lota, e depois uma espreita ao noticiário da televisão, e a deita. Porém, a dormida não foi tão pacifica quanto poderia parecer, pois o local, pelo menos naquela noite, foi frequentado por meninos aceleras, algazarrentos, tipo tunning, com autofalantes de muitos decibeis e no máximo. Um tormento, mas o facto é que eles só a nós (autocaravanistas ) é que incomodavam...Aguentou-se apé firme, ou de corpo deitado, e depois lá após a uma, as coisas foram serenando e dormiu-se o sono dos justos. De manhã no dia seguinte, ficaram visiveis as assinaturas dos “jovens”...beatas, garrafas de cerveja, vazias e partidas...

3 de Maio, Sábado.
Pequeno almoço pelas 7.30h. Recolha de fotos da estátua ao pescador setubalense. E depois regresso pelas nacionais até Alenquer...Palmela, Azeitão, Coina, Moita, Montijo, Alcochete, Porto Alto, Vila Franca de Xira, Alenquer.
Parqueamento no Camping, desligar gás, desligar interruptpor de electricidade, fechar persianas, correr cortinas, retirar o saco de lixo, e o saco de roupas e pertences da viagem, (sem esquecer os cinco pães alentejanos comprados) trancar as portas e já está. Retoma da viatura do quotidiano, e saudação ao guarda do Camping www.dosdin.pt/camping
Espreitadas as obras de melhoramento do Bar do Além, e regresso a penates, já a cogitar na próxima sortida. Só não se sabe nem quando, nem para onde....De resto sabe-se já tudo!

quinta-feira, maio 01, 2008

Sugestão para a ponte de 1 de Maio ....Alqueva.





BARCO DEGEBE
O barco Degebe efectua percursos com duração de 1 hora às 15h30m aos fins de semana e feriados a partir do paredão da Albufeira de Alqueva. A venda de bilhetes é feita na Loja 2 do Miralagos, junto ao paredão, ou na Amieira Marina. A embarcação está também disponível para realizar passeios a partir de outras bases, tais como: Amieira Marina, aldeia da Amieira, aldeia da Estrela, Aldeia da Luz, Mourão ou Monsaraz.

Area de Serviço e Pernoita para Autocaravanas: inaugurada pelo CCP em Aldeia da Luz, alternativa Monsaraz, e Terrugem.

Viagens organizadas em autocaravana...Marrocos...Rússia...

palavras para quê?
cada vez mais o paradigma franco-espanhol dá cartas em matéria de autocaravanismo.
E nós portugueses, a ver....
França e Espanha têm, cada uma delas, uma Federação de Autocaravanismo.
Têm cada uma delas, vários clubes de autocaravanistas.
Têm políticos, no Senado ou no Governo que se interessam positivamente pelo autocaravanismo.
Têm autoridades locais, e regionais e autarcas que apoiam o Autocaravanismo.
Têm agencias de viagens especializadas em viagens de autocaravana.
Revistas on line e em papel sobre o Tema autocaravanismo.
Nós, autores desta Newsletter,

temos esperança de um dia vir a ter o mesmo!

Isto tudo a propósito, ou a despropósito, da organização
BUENA RUTA (agencia de viagens espanhola)
http://www.buenaruta.com/






Boas viagens
Boas voltas e reviravoltas !

Guia Espanhol de 30 itinerarios para viagens em autocaravana



O número 6 de «RUTAS EN AUTOCARAVANA»,
à venda a partir de 8 de Maio.


Por sexto año consecutivo, Peldaño presentará proximamente el libro Rutas en autocaravana, perteneciente a la colección «En marcha con El Camping y su Mundo».
En esta edición se proponen 15 itinerarios por el extranjero. Entre otros, algunos tan sugerentes como los paisajes helados de Islandia, el este de Canadá, o destinos más cercanos como Croacia, Irlanda, Rumanía o la República Checa.
En España las rutas que se incluyen van desde las cuevas prehistóricas de Cantabria o la ruta de las cascadas en Asturias, hasta las cumbres nevadas de Huesca o las tranquilas playas del Mediterráneo, entre otras propuestas que recorren toda la geografía peninsular.
30 rotas em autocaravana por España e todo o mundo.
En cada una de las rutas se incluyen mapa de situación, fotos de cada zona, resumen de los recorridos, consejos y datos de interés, gastronomía e información sobre los campings donde pernoctar en los itinerarios descritos.La idea de Peldaño con la edición de esta colección es dotar de un nuevo servicio de información al lector, que podrá confeccionar una auténtica «enciclopedia» de rutas para autocaravanistas y demás viajeros interesados.
El libro cuenta con más de 200 páginas a todo color en las que, además de las rutas viajeras, se incluyen —entre otros datos— consejos y recomendaciones para los autocaravanistas, datos de interés para circular por el extranjero, áreas de servicio para autocaravanas, etc.
Los ejemplares, a un precio de 11 euros, pueden adquirirse directamente en puntos de venta autorizados, o bien solicitándolos por teléfono, fax, correo electrónico o postal a la editorial. Para más información y/o solicitud de ejemplares:
Tienda Online de Campingsalon
PELDAÑO Avenida del Manzanares, 196 • 28026 Madrid
Tel.: 902 35 40 45Correo-e: suscripciones@epeldano.com

BELGICA: lista das areas de serviço e parkings de autocaravanas actualizados



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