sexta-feira, dezembro 15, 2006

Foto de artigo deste Blog na capa do Boletim CPA



O CPA, Clube Portugues de Autocaravanas, http://www.cpa-autocaravanas.com
quiz distinguir-nos elegendo para capa do seu último Boletim de 2006, uma fotografia do aire de Palmyre, em França, e que consta do relato de viagem de férias de verão (Setembro) em autocaravana sob o título Meia Volta a França, publicado neste Blog.


Agradecemos a distinção, e a referência feita pela autoria da fotografia, e bem assim pelas outras reproduções de fotografias deste Blog, incluidas no interior do Boletim, que acaba de ser impresso (5.000 ex.) e que pode ser lido on line, no site do CPA.





Trata-se afinal, de mais uma confirmação do interesse para o movimento autocaravanista deste Blog, iniciado em Março de 2006, e com contador apenas desde Maio, que permite certificar ser o mais lido deste segmento de interesses, a atingir desde aquela data, 9.000 visitas até 31 de Dezembro deste ano...

domingo, dezembro 10, 2006

Descontos em combustiveis


Descontos em Combustiveis


Para o período que se avizinha, de Natal e Fim do Ano, pretexto de maiores deslocações em automóvel e mesmo em autocaravana, tem todo o interesse dispor-se de uma listagem de postos de combustiveis que ofereçam desconto, para se reduzir assim a factura da deslocação...


Um dos sistemas mais favoráveis e que permite descontso combinados até 10 cents é o da promoção GALP/Modelo/Continente, em que o desconto em talões continente dá redução de 5 cents nas bombas GALP, e vice versa, quem atesta Galp tem desconto de 5 cents, por litro em compras naqueles supermercados. Total do desconto 10 centimos, Para nós trata-se da solução que amis beneficia o consumidor, e utilissima para quem planeia os seus itinerários, incluindo laémd os restaurantes, parques de campismo, monumentos, e areas de estacionamento...as bombas para reabastecimento.


É o programa 5+5. Desvantagens...não se tem ainda (não temos): O levantamento da localização das ditas bombas, está feito (ver no forum do CPA clube Portugues de Autocarvanas em www.cpa-autocaravanas.com) e para se atingir o benefício máximo de 10 cents, é preciso condicionar as compras a certos supermercados. Vantagens...não é preciso cartão especial, e assim estrangeiros e emigrantes podem entre nós, se advertidos ter vantagens significativas.

Em especial para os companheiros da margem sul, ou a caminho do Algarve...o Jumbo abriu no Fórum Almada uma bomba de gasolina. Fica junto ao cemitério de Vale Flores na rotunda que dá acesso à Decatlhon. Os preços são cerca de 7-8 cêntimos/litro mais baratos. Não é preciso vale de descontos, compras ou cartões. Em 21 de Dezembro de 2006, por exemplo o gasóleo estava a 93 cêntimos e a gasolina 95 a 1,15 euros.

Veja-se entretanto também o link: http://www.petrogal.pt/ e aqui procure-se a lista de postos com preços diferenciados, onde se encontram listadas as localizações com descontos de vários preços.


Igualmente favorável é o sistema dos socios ACP relativamente a REPSOL: 3 cents de desconto, em regime de cartão de crédito, sem custos de transação. Ou não sendo sócio, 2 cents de desconto com o cartão Repsol. Vantagens...é válido em Portgal e Esapanha, e a REPSOL é a segunda maior rede de postso de combustiveis a seguir a GALP. Desvantagens...não se antevêm.



Outras marcas, TOTAL, CIPOL, ESSO, BP, etc fazem descontos ou com cartão, ou com campanhas pontuais, e ainda há a registar as bombas de preço especial por exemplo existentes no MAKRO, (Lisboa) ou na Cooperativa LUTA (Estoril), mas muito espcialmente as dos supermercados INTERMARCHÉ, que igualemnte apresentam descontos de valor interessante e normalmente superiores a 3 cents/litro.(produtos brancos).



No caso da CEPSA, esta disponibiliza na net as suas promoções que se transcrevem e que atingem neste momento (campanha de NAtal de 2006) o máximo de 7 cents em Aveiro!

domingo, dezembro 03, 2006

da Campisport à Ponte das 3 entradas e a Fatima

Tudo se passou na ponte do 1 º de Dezembro de 2006...



Foi a uma quinta feira véspera de feriado, início de ponte. Dia de partida. depois de um almoço de trabalho de gravata e casaco. Em Alenquer, no camping a já rotineira troca de roupa, para a confortável, e troca de viatura, para a agradável....
Tão agradável que um autocaravanista espanhol até colocou autocolantes na sua AC, em que a porta é a "recepção" a classificação, Hotel de ***** e o aviso "completo" (foto reproduzida com a devida vénia a Duarte do Forum CampingCar de Portugal).



Uma última vista por mapas e guias, que isto de marear por terra tem sempre que se lhe diga, em especial sem GPS, com mapas nem sempre acertados pela sinalização imaginativa que se encontra espetada pelas estradas. E depois à rota, nós outravez, como no filme velhinho "two for the road", eu e a "ametade" , e a semovente de sótão...isto é de capuccine...



Balanço...3 noites, duas em camping, uma a 3,20, e outra a 10.50€, e uma grátis em AS. refeições sempre em restaurante, desde o mínimo de 12,50€ até 41€ para duas pessoas. Gasto total a uma média de 11l/100Km, para uma volta de cerca de 1000Km em 4 dias...mais ou menos 280 euros...70 euros/dia/casal.



Nem chovia nem fazia sol, antes, já era o lusco fusco...e lá seguimos pelas nacionais, sem pressas. Antes em busca pela net tinha-se encontrado Vermoil, como um local impar de area de serviço para autocaravanas, próximo de Pombal, o indicado para visitar a região, incluindo Fátima, e bla e bla...Na net, procurando em Vermoil lá aparece uma impante Junta de Freguesia, histórica , medieval etc. e com reportagem de uma concentração da inauguração com um campo de futebol transformado em estacionamento de autocaravanas apinhadas, porta com porta, como em qualquer exposição tipo Nauticampo.


Ora, Vermoil na 5F, 30 de Novembro às 17.30h (pelo menos...nesse dia) era um local de dificil acesso, com desvios por motivos de obras nas estradas, deficientemente sinalizada, a mais de 10km da IC 1, com uma area de serviço invisivel na escuridão, apesar dos farois no máximo, ao fim de uma ingreme descida com entrada por um portão estreito, entre um campo de futebol e um cemitério, onde naturalmente não se via vivalma, nem uma única luz, e onde se acedia por uma estrada com uma casa em construção...no meio da via! Foi só fazer meia volta, rogar umas pragas, e desejar que nenhum estrangeiro caia na asneira de tentar estacionar a sua AC em Vermoil...

Nota: haverá autocaravanistas que gostam de Vermoil, cuja AS e estacionamento de AC se devem à iniciativa meritória de emigrantes portugueses, o que naturalmente merece elogio, e não esta em causa. Muitas iniciativas do género eram precisas. O que merece reparo e crítica é o facto da sinalização ser insuficiente, e em termos de agradabilidade do local, ela ser subjectiva e discutivel, até pelo afastamento da povoação, e distanciamento sinuoso ao longo do campo de futebol, fora a falta de sinalização, e iluminação da estação de serviço. No mínimo, se se trata de um local que só deva ser utilizado à luz do dia e por autocaravanas de menor gabarito, que tal se diga, e que à entrada estreita (entre o cemitério e o muro do campo de futebol), que se coloque uma placa explicativa e de sinalização. E que a CM e a Junta resolvam o fenómeno de sinalização, e urbanistico da casa no meio da estrada...Outros AC há que tem opinião similar à que expressamos, ver comentários nº2 e nº3 a este texto.


Para compensar esta expedição frustrada a recompensa chegou na Mealhada, com entrada por saída da autoestrada, logo depois do desvio de Verm....esqueçam, e com saída depois da área de serviço de Cantanhede. Paragem na Meta dos Leitões, mais por causa de bom estacionamento em frente do que por outra razão. E lá vieram as duas doses com guarnição, e o espumoso branco (Sarmentinho) que aditado do café e de uma sobremesa trepou...aos 41 euros.


E dormir? Não na estrada, que isto de inverno, não é em qualquer lado. Rumo então ao Luso, à Orbitur, logo ali por cima da Mealhada. Fácil de encontrar...portas abertas, ninguem na entrada, deu-se a volta, ninguém a estacionar, nem a pernoitar, e saída pela mesma porta sem ver sinal de vida. Não ficámos, não fossem aparecer almas penadas. Seguimos então caminho, já pelas 22.30h...até Aguada de Baixo, e aqui, rumo ao parque de campismo. Portas fechadas mas bar aberto, e assim portas abertas para o relvado sossegado e...ficámos por...3,20€ (três euros e vinte cêntimos, por 1 autocaravana, um casal e electricidade). Claro que é preço do Clube de Campismo local...mas se fosse uma empresa já tinha falido.(ver foto)


Noite descansada, o acordar também, e pelas 9h o regresso ao alcatrão, sempre direitos ao Norte. Entretanto, paragem no Cais de Béstida (foto da semovente) e depois em Espinho. Dia de feira de trapos..em Espinho.

Mais de uma centena de bancas, mais de milhares de milhões de peças de roupa, (foto da Tenda de um Ali Baba) texteis de cama, de casa e de roupa, sapatos também, e um vendedor ambulante de ananazes (ou abacaxis, 5 euros por três unidades) e mais duas peixeiras locais...de resto...texteis e mais texteis.

O percurso de viagem continuou pelo litoral...Paragem no Senhor da Pedra (antigo lugar sagrado pagão) pela praia do Furadouro, frente a Ovar, com estatuetas de peixes em pedra (ver foto). Aqui há dois lugares razoaveis para pernoitar...do lado esquerdo da praia num enorme terreiro, frente ao mar, e do lado direito num estacionamento, onde aliás estavam algumas autocaravanas.

Depois, Granja, Miramar, Praia de Lavadores, junto à foz do Douro, com a vista da margem norte em frente, num panorama incaracterístico de prédios (foto) . Por fim, pelas 13.40h, a Campisport na Exponor, um dos pretextos desta viagem.

Estacionamento fácil frente ao pavilhão nº5 (o da Nauticampo em estilo pré primária no que toca a barcos). Muitas autocaravanas à venda no estacionamento com disticos de telefone...cujos donos se calhar estavam já a negociar dentro da exposição os novos modelos (desde 30 000 euros até 100.000).

Cumprimos o programa à risca, como a Feira só abria as 15h, antes o almoço numa tasca da Feira Gastronómica, no Pavilhão nº 1. Caiu em sorte o restaurante de Caldelas, com cabrito ensopado do Gerês, tudo, incluindo vinho, sobremesa, pão e broa...31 euros para dois.

Depois a Feira, passagem pelo stand do CPA, Clube Português de Autocaravanas, qb, do resto....A parte que mais interessava a do turismo...tal como a dos barcos...iguais em incipiência comparadas com a Nauticampo. A das autocaravanas tambem qb, e com boas ofertas promocionais de autocaravanas por 30.000 e 33.000 eurso em duas marcas diferentes com preços de arrasar, e para quem queira gastar menos do que um automóvel médio, até vale a pena...Não ficam referências aqui a marcas, para não fazer publicidade dada a concorrência.

Digestão feita na feira, retomada a AC, embarque com destino a Viseu. Havia uma hipótese de visita a velha amizade na zona de Seia, mas a escuridão precoce e a ideia de ir ao parque de campismo da Ponte das Tres Entradas prevaleceu...e lá fomos via Tondela, Sta Comba Dão, e Tábua...e Candosa...e Galizes...Lá chegamos cansados da estrada, da noite, mas felizmente sem chuva.


O parque é gerido por holandeses. Que falam dutch...e alguma coisa de inglês e de português, mas sem tradução para algumas palavras que são desconhecidas do vocabulário respectivo, por exemplo...factura..multibanco...De resto, uma simpatia. Jantamos por ali, na sala de convívio bem agradável, com a lareira acesa, TV também acesa, projectada em video gigante, (com um sporting apagado face aos 2-0 sofridos pelo ataque dos benficas) com um publico de alguns portugueses da canoagem, e mais holandeses, de bungalow.

Jantámos um prato indonésio, espécie de arroz chau chau com ovo estrelado a cavalo, e um molho de amendoim com aparência de mousse de chocolate. Isto para dois, mais as bebidas, café, uma sobremesa somou 12.50€, e o camping 10.50€, com electricidade e banho quente. Ainda se desmoeu depois, por uma passeata a pé pelas três pontes da entrada na vila...mais acertado do que a ponte das três entradas. embora tivesse três arcos. O resto ficou para o amanhã.



Mas durante a noite choveu a potes. Não tanto como em semana anterior, em que se viu pelo rio extravasado como deveria ter sido...e com inúmeros sinais de derrocadas e deslizamentos de terras ao longo da estrada, mas que choveu, lá isso choveu, e muito. Nada de problema, mas no dia seguinte as passeatas a pé ainda debaixo de chuva ficaram comprometidas,e assim seguiu-se caminho para Aldeia das Dez, a seguir tenativa de ir ao Piodão, mas com nevoeiro cerrado ficámos por Avô (ver 2 fotos) com a Ilha de Picoto totalmente destruida pela fúria das cheias...e fomos empre serranias acima, e serranias abaixo, Rio Alva ao longe, e ao perto, até Coja, Arganil, Gois, Lousã....até Castanheira de Pera, terra de Bebianos. Ufa....



Aqui as fotos da praxe ao complexo de superioridade de piscinas oceânicas, com ondas mecânicas, palmeiras etc......Não havia necessidade...algo de parecido não tão sumptuário teria decerto sido possível, e a CM não ficaria endividada tão gravemente. Claro que em Dezembro não há clientes, mas nem o restaurante do complexo funcionava, e assim fomos ao restaurante Gil, do mesmo dono do posto da BP, o Jorge Gil Bebiano. Excelente...leitão, cabrito, vinho, sobremesa, acompanhamentos fartos de arroz de miúdos, batata frita, salada, tudo 23,50€...desde a Mealhada tem vindo a descer a factura das refeições, e a qualidade senão a subir, pelo menos a igualar...



Breve vista de olhos pelo Expresso, ao café, e depois direcção a Figueiró, mas entorse para Ansião e daí para Tomar...estacionamento fácil no terreiro da Feira, junto ao Mercado, e passeio pelas ruas pedestres na ponte do Nabão (foto) e outras, vistas ao Castelo Templário (ver foto).... e de seguida só parámos em Fátima. Aqui rota para a Cova de Iria, seguindo depois sempre, as indicações dos parques de estacionamento do Santuário. Rumo ao parque nº1 dos ligeiros e neste, na zona assinalada por um símbolo de caravana...excelente é pouco. Um maravilha de apoios aos autocaravanistas, como já escrevemos no Forum do CPA, é de dez estrelas, pelo espaço, pela luz, pelas instalações sanitárias...etc...e ainda há quem diga que a Igreja é retrógada? Não para os autocaravanistas! (ver foto).



Tempo para leitura na AC da imprensa do dia, visita a Igreja do Santuário, à Capela das Aparições, a zona das promessas de velas, e depois à povoação e suas lojas de artigos religiosos, entre outros. Jantar no Panorama, 1º andar sobranceiro à rua de peões...Bacalhau, vinho, refrigerante, café, doce...tudo 19€, quase um milagre. Depois de jantar concluimos a peregrinação pelos lugares de culto, com missas rezadas em espanhol e inglês, na capela das Aparições, e por fim pelas 22h recolha à semovente, para mais umas leituras, e logo que os sinos cessaram as badaladas, o sono no sótão da autocaravana....até de novo os sinos (ding dang dong, sonnez les matines)...não só acordaram o Frére Jacques, como nós também...eram 7h.


Fim da ponte...domingo...Pequeno almoço habitual de café, nuvem de leite, torradas a gás, manteiga, passeio matinal, lixo no lixo, foto da área de serviço que é uma BTS a assinalar e recomendar para todos os autocaravanistas...e ao caminho.

Direcção Alcobaça, para pararmos em Porto de Mós. Objectivo...visita ao imponente Castelo. Parada a AC o mais perto possível...estava uma a pernoitar ainda no largo da CM, lá fomos a pé ao alto.

Tudo fechado, assim volta de repérage, foto e regresso à semovente. direcção agora Batalha...com vista ao Campo da Batalha de Aljubarrota, o Campo Militar de São Jorge...mas a primeira derrota foi logo ali inflingida....pois não era dia de estar fechado o Museu Militar? Ou está sempre fechado? Valeu a Capela de D. Nuno, aberta, e a lápide explicativa, para se fazer o percurso do fosso e dos archeiros...até às covas do lobo. E foi o que fizemos...



Fim de viagem a seguir...de São Jorge pela velha N1 até Alequer, ao Alenquer Camping para inverter a transformação de 5F a tarde, pelo menos parcialmente...isto é, ficou-se pela destroca de viaturas, mas não de roupas...lá ficou estacionada a autocaravana até a próxima sortida, e de carro o regresso a casa pela Crel, e ao almoço em família.



quarta-feira, novembro 29, 2006

Olá Holanda!


Olá Holanda,

Outravez uma deslocação profissional, curta. saída 5F de manha, melhor ainda de madrugada, pelas 5.30 para estar no aeroporto a tempo de "aviar" o voo da KLM para Amesterdam. Taxi de São João até lá, ao aeroporto, 32€. Melhor do que em carro próprio mais estacionamento de 4 dias, apesar do regresso custar outro tanto. Regresso domingo, avião da KLM das 8.50 e chegada a penates só mesmo lá para as 24h. Como de costume ao trabalho diz-se nada, aqui. Senão que foi intensivo e produtivo, até para o País.
Quanto à dita Holanda...pouco ha a dizer porque as circunstâncias não forma de passeio turístico e a localidade de referência Soestberg, a caminho de Utrecht, só tem a caracteriza-la um aeroporto militar (de helicopteros), e uma floresta bonita de varias arvores de folhas caducas de todos os cambiantes de cores (como já visto no Canada).
As fotos são parcas e em conformidade. Janela holandesa tipica de rendas expostas, o comboio pontualissimo (embora haja atrasos ao que se soube motivado pelas folhas caídas nos carris que provocam redução de velocidade!?) e os edifícios de missões e conventos reconvertidos a instalações de alojamentos e salas de reuniões, onde uma noite apareceu o barbudo e de báculo bispado, St Claus, o pai Natal cá do sítio, embora nas origens proveniente da Anatólia no século III AD (anno domini, ou seja depois de Cristo).
Dois apontamentos mais, nestas datas de 2006, Novembro no fim, temperatura razoavel, pelos 10 graus, quase sem chuva, e sem aspecto invernoso, ou seja melhor do que em Portugal na mesma altura sem tempestades ou chuvas e inundações...e na pacífica povoação muitos estacionamentos pacatos para quem ali se desloque de autocaravana...mas nenhuma foi avistada.

sexta-feira, novembro 24, 2006

auto-campismo nao é AUTOCARAVANISMO

Os autocaravanistas que utilizam correctamente as regras de ouro do autocaravanismo, os principios da cartilha do autocaravanista, o codigo RESPECT frances, e até o codigo deontológico do campista...nao acampam fora dos parques, senao em acampamentos legalmente autorizados e organizados.
Ou seja:
Ou acampam em parques de campismo, em acampamentos, ou ainda em areas de servico especialmente concebidas para esse efeito, ou entao so se limitam a estacionar, inclusive a pernoitar em estacioanmentso e parkings, ou terrenos livres adequados para esse efeito.
STOP, isto nao é autocaravanismo é um excelente texto pedagógico, ilustrado com fotografias publicado no site www.campingcarportugal.com que merece uma visita.
Boas leituras...

domingo, novembro 19, 2006

Quem passa por Alcobaça....dorme em Peniche?



Alcobaça, e overnight por Peniche.

Neste mundo globalizado (para quem tem cultura inglesa) de gloge, globo) ou mundializado (para quem ainda tem cultura francesa de monde, mundo), é evidente a dianteira que leva o inglês, e que se impõe desde sempre. Primeiro a tecnologia, que disputam ao alemão, depois a música ligeira que o inglês disputou aos franceses e italianos, depois ainda no cinema, e mais recentemente na informática e Internet e no quarto poder a comunicação social.

Curiosamente o meu spelling nem aceita a palavra mundialização, só mundanização, o que não é de modo nenhum o mesmo.

Fiquemos pois pelo overnight, para a nossa portuguesíssima expressão, uma noite fora, ou por uma noite…

À laia de contador de histórias, então foi assim, era uma vez, em Portugal:

Uma notícia do telejornal….o meu amigo Gonçalves Sapinho, presidente da Câmara de Alcobaça, ex-deputado da Assembleia da República, perante as câmaras de televisão, nos claustros do Mosteiro de Alcobaça, promovia a mostra de Doçaria Conventual…e adiante, na reportagem, um quidam, deixem-me lá usar esta expressão em latim para significar um tipo qualquer, porque fica bem no ambiente medievo do mosteiro, discursou sobre alguns produtos franceses, que comparados aos portugueses levariam menos ovos…

Ora, logo aqui estava um pretexto para uma sortida. Bem perto de penates, isto é de casa, com um caminho fácil pelo oeste, era só aguardar o dia azado para sair, tanto mais que já se desperdiçara a expedição a Óbidos por ocasião da festa do chocolate.

Assim foi. Sábado dia 18, Novembro de 2006, manhã outonal, ligeiramente cinza, fracamente chorona, com ligeiros pingos, temperatura suave e melhor do que o habitual para a época, pelas 11h horas no parque de campismo de Alenquer (www.dosdin.pt/agirdin) a recuperar a semovente (ou seja a autocaravana) e a lá deixar por troca temporária, o carro de todos os dias.
Vamos à estrada, sem grande história, da estada nacional nº 9, à nº1º, e na primeira rotunda de Alenquer, rumo à Ota e por aí fora, (na recta do Restaurante das Marés, Bomba Repsol, gasóleo a menos de 0,98€) sempre direito às Caldas, com travessia desta em dia de mercado semanal no largo principal, e depois rumo a Alcobaça. Aqui chegados, a surpresa de quem por lá há muito não passa, por Alcobaça, de encontrar todo o largo fronteiro ao Mosteiro empedrado, e praticamente vedado à circulação, com um polícia de suplemento a confirmar. Tudo tal e qual encontrámos este ano em Clermont Ferrand. È pois dar a volta, subir, seguir setas de desvio, e placas de Parque de Estacionamento. Sem problema, seguimos a orientação e já na saída para Lisboa, nas costas do Mosteiro (sempre fica melhor costas, que traseiras…) do lado direito, sinalização para parque de ligeiros e autocarros de turismo.

Escolha feita sem hesitar…parque de ligeiros, porque para autocarros de turismo, uma autocaravana com dois passageiros parece pretensioso. Lá estava mais uma, também capucine (desculpem lá os clássicos não usar a expressão capuchinha, mas esta deixa-me nervoso só de pensar no lobo mau (pedófilo dir-se-ia hoje) com fome para comer o (que era uma a) capuchinho(a) vermelho(a). Lá deixámos a nossa semovente Fiat Knaus, e debaixo de uma chuvada de boas vindas, seguiu-se a busca do restaurante.

Com entrada pela rua pedestre lateral, e com outra pelo largo, que é a Praça Afonso Henriques, também rearranjada e sem estacionamento, a escolha recaiu no Café Restaurante Trindade. Mesmo ali no terreiro, representado no azulejo do traçado do Mosteiro, ao tempo com Afonso Henriques e os monges de Cister. Muitas mesas, todas cheias, muito pessoal de mesas atabalhoado, uma cozinha congestionada, com idas e vindas. Um chefe meio atarantado, até com família a ajudar. Enfim, um caos aparente que fez temer pelo sucesso do almoço. Ao lado, uns reclamavam com um peixe-espada pisado, e outros com a desespera de uma açorda de gambas.
Mas resistimos, com umas entradas facturadas com desconto (?) a 2 euros com pão, manteiga com alho, e queijinho aux fines herbes, tipo boursin, azeitonas, queijo fresco e queijinho seco, e claro um tinto da dita adega cooperativa de Alcobaça, a 2.75€. E mais meia hora de espera.

Mas valeu a pena. Veio o bacalhau a dividir por dois, e foi-se num ápice, de gostoso que estava o assado, e o paladar, e depois, mais um compasso de espera, o borrego ensopado, também a dividir por dois, excelente e farto, e por 7.50€ sem perder nada para o bacalhau, senão no preço, pois este chegou aos 10€. No fim, dois cafés e um pudim de amêndoa, modelo casa de família, por 2.75€, em gosto e tamanho redimiu qualquer reserva. Total 26,50€…para dois, e recomenda-se…tel 262582397 para reservas.

Parara entretanto a chuva. Reconfortados, seguiu-se um passeio digestivo pelas duas salas de exposição da Mostra. Não há palavras que descrevam. Nem fotos, mas elas aqui estão. Doces e mais doces, ovos e mais ovos, gente e mais gentes, quase parecia a sala de máquinas de um qualquer casino, tal o entusiasmo em despejar carteiras e porta-moedas, em troca de fichas, perdão, de bolos e bolinhos, ou provas de licores também conventuais. Um reboliço, e um sucesso!

E café de borla, na sala das cozinhas, ao lado das enormes chaminés e da água corrente. Para o ano, não perca…

Entrada pela lateral, e saída sem vergonha, pela porta principal, com descida pelas escadarias principais, com as provas de rendição (aos caramujos de ovos moles de Aveiro, e aos pasteis de Tentúgal) dentro do saco.

Retomada a semovente no parque, lá estava mais uma autocaravana. Seguiu-se o périplo, sempre pelas nacionais, logo a seguir à saída de Alcobaça, frente ao supermercado Modelo, promoção de gasóleo na Galp, (com o desconto de 0.10€ combinado com a Galp/Modelo/Continente) direcção oeste, e depois em direcção a Peniche, passando pela Nazaré, (algumas AC) pelo Portinho de São Martinho do Porto, (mais AC) pela Foz do Arelho (mais AC, 2 alemãs) para um café e uma cerveja, pelo castelo de Óbidos, sem parar, sempre em direcção ao Baleal.

Aqui, nova pausa já noite caída. No estacionamento do lado do continente, algumas AC, e alguns furgons estes maioritariamente de windsurfers. Ver foto. Foi o tempo para uma volta pedestre. Claro que se podia percorrer o istmo até ao Baleal de autocaravana, pois o trânsito era nulo, e no Baleal reinava o quase deserto de pessoas e carros. Mas a opção foi pedestre, com camisolão, por causa do vento que varre o istmo. Animação, só na ponta na Guest House Marés, talvez classificada como turismo de habitação com alguns estrangeiros faladores. Dos restaurantes, só um ou outro piscava as luzes. Solução? Ficar por ali, ou rumar a Peniche?

Sem risco de encontrar amigos de Peniche, entrámos pela estrada da direita (norte) e logo junto à muralha do lado esquerdo, uma boa meia dúzia de AC, perfiladas verticalmente, e alinhadas esteticamente. Seguimos em frente, em direcção ao farol, e depois direitos ao centro, e ao porto de abrigo. Estacionamento fácil ao lado de um furgon, no parque do cais junto às muralhas do Forte de Peniche, que estava iluminado (ver foto).

Visita aos portões do Forte, abertos, progressão pelo pontão de acesso à barbacã, franqueado, até que surge o guarda. Alto e para o baile…sim, estavam iluminados e abertos, mas era para um evento….pois, meia volta e percurso à procura de restaurante para jantar. Há vários, e o critério de escolha foi o de optar por um dos mais cheios, pelo menos este critério dá algumas garantias…

E o preço certo foi…o da escolha acertada…do Restaurante do Pedro, na Av. do Mar (tel 919263471). Entradas de azeitonas, camarão e ovas e pãozinho (10.40€) e depois, dois sargos grelhados, para os dois, uma dose a 8.20€, mais vinho branco em jarro da região 0,5L (2.50€) café, cerveja sem álcool e maça assada. No fim, tudo 24.50€, para dois.

Estava feita a festa. E para pernoitar?

Pois bem, há pelo menos duas alternativas BTS, e sempre junto ao resguardo das muralhas de Peniche, ou mais a norte ou mais a sul, a norte do lado esquerdo de quem como nós entrou, e a sul do lado esquerdo de quem sai, como saímos, vindos do porto de abrigo, pelo que não há engano para um canhoto…mais AC no local sul, uma dúzia, do que no ponto norte, uma meia dúzia, …mais cómodo talvez o local sul, pois fica mais próximo da avenida do mar, dos restaurantes, e do passeio até ao cais e fortaleza….Além disso há dois parques de campismo em Peniche para quem precise de água, electricidade e sanitários.

Depois é o regresso a Alenquer, deixar a AC guardada no camping, com os preços especiais para sócios do CPA, e retomar a viatura de todos os dias para o regresso a casa, até nova escapadela.

Boas voltas, boas estradas, e bons…overnights!
Resumo do orçamento:
Cerca de 350km, cerca de 40litros de gasóleo, duas refeições cerca de 50 euros, cafés, e cerveja, 2,7€ de portagens, tudo cerca de 100 euros. Não se somam os doces conventuais de Alcobaça, senão upa, upa…inclusive a nível do stress do colesterol e associados…

terça-feira, novembro 14, 2006

Que tem Chipre a ver com Amesterdão ?











Que tem Chipre a ver com Amesterdão?

Nada, a não ser…uma escala técnica. A vida tem destas coisas. Estas são, o que são.
Do lado do Mar Mediterrâneo foto do Hotel Mediterraneo em Limassol, Chipre, e do lado do Mar Atlantico, foto de Central Station de Amesterdão!
Razões profissionais levaram-me a escolher a ligação mais em conta numa deslocação de trabalho para Limassol, Chipre, assim, saída 5F de Lisboa, regresso a um domingo…e a solução encontrada foi a KLM Lisboa Amsterdam, e daqui pela Cyprus, para Larnaca, o aeroporto internacional mais próximo de Limassol.

Dos trabalhos, não trata este blog, dos tempos livres sim. De facto há sempre uma parcela turística nas reuniões e deslocações de trabalho, e foi também o caso, embora de forma mitigada, pela intensidade de reuniões obrigatórias e oficiais, e pelo pouco tempo de estadia aliado aos horários dos aviões, que muitas vezes são a parte mais dura das deslocações, em especial o tempo de espera nos aeroportos a aguardar as conexões, e se está em trânsito como foi o caso, de 6 horas em Schipol, na Holanda…

Ora em primeiro lugar vem o QUIZZ das FAQ…Sabe que canal é este? pois é o das sete pontes...em Amesterdão.

Porque é que não havia ligações aéreas para Nicosia? Era lógico haver um aeroporto na capital da Republica de Chipre….pois há, mas não pode ser utilizado porque fica muito próximo da linha divisória dos territórios ocupados pela Turquia desde 1974, e estes ameaçam deitar abaixo qualquer avião que levante voo ou queira aterrar…As fotos de Nicósia, dividida ao meio pela linha verde da demarcação, com arame farpado e casas de janelas entaipadas, por turcos e cipriotas lembra Berlim antes de 1989..

Qual a melhor ligação para Portugal? Eventualmente é mesmo a da KLM ou em alternativa a Lufthansa a através de Frankfurt, dependendo do dia da semana e das horas…e depois a tal filhota da KLM, a Cyprus Airways.

E há parques de campismo AS e BTS em Chipre? Parques há, 3 ou 4, mas interrogados os locais e alguns motoristas de táxi…são só para acampamentos e juventude…os estrangeiros aqui fazem turismo de hotel, e os cipriotas também, ou então voam para fora, pois o estado de saúde económica…é boa, com um crescimento de mais de 4% ao ano. Quanto a autocaravanas parece que não são vistas por lá….também não admira, pois não se afigura que haja um interesse especifico na ilha cipriota face as dificuldades e custos de acesso…e ás alternativas mais evidentes da Grécia e da Turquia…Fica aqui até a foto do Restaurante o Moinho, junto a uma torrente de trutas salmonadas, em Kakopetria, nas montanhas de Troodos, e com uma perspectiva que até faz lembrar as casas colgadas de Espanha, em Cuenca...só faltam os icones dos interiores das capelas ortodoxas, proibidas de fotografar!
Assim, a solução para ir-se a Chipre fazer campismo, na falta de ferry boats será a da imagem anexa? uma boat-caravan? Será que a moda pega e chega à....Madeira? Claro que a foto...é para sorrir!

E quanto a gastronomia? Pouco a dizer e não muito bem…não há o habito de comer peixe (só se for truta…como nos aconteceu) nem marisco, nem polvo, lulas, amêijoas, camarão, santola ou sapateira, sequer mexilhão…estranhíssimo num território ilhéu mediterrânico. De resto carne sim…de toda a espécie, frequentemente picada. Fruta razoável, melão, uvas, tangerinas, bananas, e legumes também muitos, especialmente beringela, quiabos e similares. Porém nada de muito diferente da experiência grega e turca…e café, se não for de filtro, vale a pena um curto café…cipriota, bem como aliás o queijo, o vinho, o mel e o iogurte…e algum pão.

Estradas? Boas, mas vigiadas pela policia que bem controla o excesso de velocidade, quer com radares fixos, mas mutáveis, quer com radares móveis a laser…Ficamos todos com uma ideia do eixo Larnaka-Limassol (Lemesos)- Nicosia (Lefkosia)- Kakopetria-Limassol-Lanraka. Mesmo sem ir ao norte ocupado pelo turscos , nem ás duas pontas a sul ocupadas pelas bases inglesas, para se ficar com uma ideia mais completa de Chipre, teria sido necessario ir até à vista de Famagusta (ocupada também pelos turcos) e a Pafos,a oeste.

Turismo? Paisagens, similares às da Grécia sem nada de especial, urbanismo idem, a deslocar-se para o incaracterístico, restaurantes desde os cosmopolitas aos típicos, as Tabernas, com espectáculos de música tipo zorba, e artesanato a condizer com cesteiras, bordadeiras e…compositoras de quadros de mosaicos tipo…bizantino.

Acolhimento simpático, sem fanatismos, mas incompreensível a quem não domine o inglês….e as libras locais, a valerem quase o dobro dos euros.
Foram apenas 3 noites em Limassol.


Amesterdão….à ida, vindo de Lisboa, o compasso de espera para o avião da Cyprus airways, apesar de longo e incomodo lá se passou, com um almoço num dos snacks de ocasião. Já no regresso, vindo de Larnaka, seis horas de stand by…à espera do avião da KLM, nem pensar. Solução…compra de bilhete ida e volta de comboio do aeroporto à cidade, depois uma volta de 1 hora de barco vidrado, nos canais, as fotos da praxe, ao museu marítimo, o novo Nemo, edificio tecnológico em forma de quilha de navio, pintado a verde, às pontes, aos canais, passagem pela casa de Anne Frank, cuja vizinha foi comprada ao que consta por Spilberg para um museu…e depois uma passeata pela rua pedestre, por entre montes de gentes, montras de sex shops…lojas de roupas e de curiosidades com cigarros de muita e variada erva...e venda de cogumelos alucinogéneos, em semente, e em kit para se cultivar em casa….

Depois mais um jantarinho de pizza, no Sbarro, já no aeroporto outravez, é a longa leitura e espera até ao avião para Lisboa…e depois até casa, sem passar pelo free shop, cada vez menos interessante em preços, já quase na véspera de meia noite em ponto….
A croniqueta para o blog, a extracção das fotos da maquina de fotografias digital e a sua transposição para o blogspot, sempre à luta com o publish photo do Explorer e a desistir para o Firefox, entre o browser e a url das ditas, ficou para depois.

domingo, novembro 05, 2006

Senado Espanhol estuda o autocaravanismo...


Jornadas de trabajo del Grupo en Madrid.

A lo largo de los días 18 y 19 de Octubre se han mantenido reuniones con responsables del Ministerio del Interior, junto con la Senadora Doña Ana Maria Chacón Carretero.

Tenemos que informar al respecto que las gestiones en curso derivadas de la moción presentada y aprobada el día 09/05/2006 continúan a buen ritmo por los conductos reglamentarios. El Gobierno, al que se instaba en la Moción, ya ha dado orden a los distintos Ministerios involucrados para ejecutar los acuerdos aprobados en el Senado. Tenemos fundadas esperanzas, que antes de que finalice el año en curso, los cuatro puntos de la moción hayan iniciado ya su desarrollo.

También comunicar que se nos ha informado, que el punto 1º de la moción ya esta aprobado en Consejo de Ministros, con lo cual las autocaravanas con peso inferior o igual a 3500 Kg. y categoría de vehiculo M1 autocaravana, podrán circular por las vías a la misma velocidad genérica que los turismos.

Asi mismo, también se nos ha informado que, tanto la Senadora como responsables de Interior, están recibiendo llamadas telefónicas y otras comunicaciones por parte de personas pertenecientes o en nombre de algunas asociaciones.
Nos comentan al respecto que las Asociaciones de ámbito nacional que acrediten representar a los interés específicos de los autocaravanistas y no a otros, tendrán la oportunidad en su momento de presentar candidatura o dar a conocer sus inquietudes en/para la mesa de trabajo que se va a crear en el Consejo Superior de Trafico, por el conducto reglamentario, que será el que en su día determine, conforme a la reglamentación vigente y por los responsables del Ministerio del Interior, que son los que tienen las competencias para dar cumplido el punto 2º de la moción presentada por la Sra. Chacón y aprobada por todos los grupos de la cámara alta a instancias de la Plataforma de Autocaravanas Autónoma.
Iremos informando a través de esta web de las distintas notícias que vayamos teniendo al respecto.

sexta-feira, novembro 03, 2006

SONDAGEM aos autocaravanistas portugueses


Está em curso uma sondagem aos autocaravanistas portugueses no Forum do Clube Português de Autocaravanas, cujos resultados, entre outros destinos, serão incluidos numa carta aberta ao Pai Natal dos Autocaravanistas, também publicada neste blog. (www.cpa-autocaravanas.com)
Não é preciso ser sócio do clube para colaborar...basta clicar em

http://cpa-autocaravanas.com/forum/index.php/topic,587.0.html

à data de hoje, as respostas obtidas encontram-se abaixo sendo de salientar o numero de votos atribuidos a pergunta 10...

Que prioridades deve o movimento autocaravanista adoptar?


1-Negociar mais patrocínios e descontos comerciais para os AC

4 (3.6%)
2-Organizar concentrações e passeios em autocaravana

6 (5.4%)
3-Editar e divulgar informação especializada para AC: guias de viagem, mapas, software para GPS, locais de pernoita, Áreas Serviço, restaurantes, garagens,...

7 (6.3%)
4-Lutar para que os fabricantes melhorem o equipamento das AC

0 (0%)
5-Negociar descontos e a criação de áreas de serviço nos Parques de Campismo

3 (2.7%)
6-Promover a construção de mais áreas de serviço fora dos Parques de Campismo

15 (13.4%)
7-Lutar pela eliminação dos pórticos em altura nos parques de estacionamento

3 (2.7%)
8-Defender a criação de espaços de estacionamento para as AC

13 (11.6%)
9-Lutar contra a discriminação legal do estacionamento das AC

11 (9.8%)
10-Lutar por legislação que reconheça a diferença entre estacionar, pernoitar e acampar, punindo os autocaravanistas que acampem fora dos Parques de Campismo

15 (13.4%)
11-Divulgar e fazer cumprir a Cartilha do Autocaravanista

6 (5.4%)
12-Aumentar a visibilidade pública do autocaravanismo e melhorar a sua imagem: jornais, rádios, TV,...

10 (8.9%)
13-Promover o engrandecimento humano e cultural dos autocaravanistas

2 (1.8%)
14-Promover espaços de debate sobre autocaravanismo: fóruns, Colóquios, ...

3 (2.7%)
15-Criar uma Federação de Autocaravanismo

3 (2.7%)
16-O CPA sair da FCMP

1 (0.9%)
17-O CPA conseguir obter a Carta Internacional de Campismo sem ser através da FCMP

3 (2.7%)
18-O CPA garantir apoio júridico aos sócios

2 (1.8%)
19-Lutar pela equiparação do período de inspecção das AC ao dos veículos ligeiros

4 (3.6%)
20- Outra prioridade (escreva uma mensagem neste tópico a explicar qual)

1 (0.9%)

caravanismo.. bom site do primo do autocaravanismo



www.lacaravane.com

quarta-feira, novembro 01, 2006

Carta ao PAI NATAL dos autocaravanistas...



CARTA ABERTA AO PAI NATAL DOS AC... «
( original publicado no FORUM do www.cpa-autocaravanas.com )

Olá... As cartas ao Pai Natal são normalmente escritas em Novembro, para que sejam bem reflectidas, para que depois tenham tempo de ser remetidas ao destinatário, e para este eventualmente, também ter o tempo para lhes responder...Este post contém um convite amigo a todos os membros do forum e aos seus visitantes.

Sendo uma carta aberta, pode aceitar mais sugestões (incluindo melhorias de redacção) e pedidos dos AC, e simpatizantes do autocaravanismo, quem sabe, autocaravanistas de um amanhã.
Por mim, prometo ir refazendo e acrescentando, melhorando a carta aberta com todas as propostas e desejos dos que acreditam que o Natal é um tempo de cooperação, de esperança, e do renascer de oportunidades, entre os homens de boa vontade...Ou não é o Pai Natal um renacaravanista, primo dos autocaravanistas?
CARTA ABERTA AO PAI NATAL ,
Para o Natal de 2006 e para o ano de 2007, queremos para todos os AC na generalidade:
1) Que o autocaravanismo seja de forma crescente reconhecido pelas autoridades do Governo Central e pelos Autarcas, como uma actividade de relevante interesse turístico, e cultural, e factor contributivo para o desenvolvimento económico e social dos portugueses, e ainda que a comunicação social se faça eco, e divulgue aqueles aspectos positivos mais frequentemente.
2) Que os autocaravanistas portugueses, e suas famílias, sejam cada vez mais conscientes dos seus direitos e deveres, e actuantes com pedagogia em prol da utilização respeitosa e da valorização do património natural e cultural, no País e no estrangeiro, quer na estrada, quer estacionados ou em pernoita.
3) Que os agentes económicos das actividades relacionadas com o fabrico, comercialização e manutenção das autocaravanas sejam aliados naturais dos autocaravanistas, para a melhoria e progresso técnico das AC e seus equipamentos, suas condições de segurança e conforto, e responsáveis na divulgação das melhores condições para sua utilização.
4) Que o CPA obtenha a declaração de utilidade pública, e consiga reunir à sua volta a pluralidade dos autocaravanistas empenhados no reforço desta entidade institucional, como epicentro de representatividade do sector do auitocaravanismo, perante quaisquer outras autoridades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, e sem prejuízo da vitalidade das várias componentes do movimento AC.
5) Que as grandes empresas que concorram para a qualidade de vida dos AC, colaterais à produção do equipamentos, tais como empresas de combustíveis, de seguros, auto estradas, telecomunicações, electrónica, entre outras, contribuam para o patrocínio de estudos, seminários e congressos do sector do autocaravanismo, e para uma política de descontos e incentivo da prevenção rodoviária e defesa do ambiente.
6) Que os demais interlocutores do sector do Turismo, Cultura, Ambiente, Lazer e Tempos Livres, reconheçam o contributo positivo do autocaravanismo, como um segmento parceiro, de valor acrescentado crescente, de modo se fomentarem o maior número de acções de cooperação conjuntas.

7) Que as associações estrangeiras de autocaravanistas, e demais elementos do movimento autocaravanista internacional contribuam para o desenvolvimento do autocaravanismo em Portugal como um agente catalizador e promotor dos valores universais da Paz, da Harmonia, da Solidariedade, Tolerância e Fraternidade Humanas........................................................

Pedimos ao Pai Natal dos AC e em concreto, e na especialidade:

- que O CPA tenha um stand própio na próxima Nauticampo em Lisboa e possa promover um debate para o sector

- que através do CPA, uma empresa de combustíveis conceda descontos específicos aos autocaravanistas
- que os demais clubes de automobilismo colaborem e façam os protocolos de cooperação com o CPA no respeitante ao autocaravanismo
- que as câmaras municipais e juntas de freguesia, em especial dos locais históricos e turísticos promovam AS (areas de serviço) para as autocaravanas e espaços especiais para estacionamento diurno e nocturno.
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